Blog do Grupo de Estudos sobre Comunicação, Cultura e Sociedade (GRECOS), coordenado pela professora Ana Lucia Enne (UFF), relacionado às disciplinas lecionadas por ela no curso de Estudos de Mídia e na Pós-graduação em Cultura e Territorialidades (PPCULT) da UFF, conjugando reflexões sobre sociologia, estudos culturais, história, antropologia, cultura, mídia, consumo, memória, juventude, movimentos sociais e identidade, dentre outros temas, e ao Laboratório de Mídia e Identidade (LAMI).
sábado, 26 de novembro de 2022
Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Análise da série I May Destroy You (2020)
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022
Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Análise sobre o TikTok
Com base nas discussões feitas ao longo da disciplina Sociologia e Comunicação a aluna Thaís Amaral Soares desenvolveu uma análise acerca da comunidade virtual de compartilhamento e consumo de mídias, TikTok.
Para ler o trabalho completo clique aqui.
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI
sexta-feira, 4 de junho de 2021
Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - O TikTok e a sua Influência no Mundo.
Para o trabalho final de Sociologia e Comunicação, a aluna Ana Beatriz Marçal fez um trabalho sobre o TikTok e a sua influência no mundo, com uma análise do aplicativo através da perspectiva de Goffman.
Para ler o trabalho completo clique aqui.
terça-feira, 13 de outubro de 2020
Referências do Episódio 5 do Podcast Papinho, em outubro de 2020 - Simmel, Bauman e a questão da ansiedade e do afeto na modernidade
Chegamos ao episódio 05 de nosso Papinho, o podcast do GRECOS. Neste número, abordamos dois sociólogos: Georg Simmel e Zygmunt Bauman, para, a partir de seus conceitos, pensarmos as questões em torno dos temas da ansiedade e do afeto na sociedade moderna ocidental e, posteriormente, globalizada. Entendemos que ansiedade e afeto são sintoma e capital, em um jogo ambíguo, no qual a mídia hegemônica desempenha um papel fundamental. Falamos sobre tudo isso em nosso Papinho, escuta lá, minha gente!
Para ouvir o Papinho ep.05:
- Link 1 - Anchor
- Link 2 - Spotfy
Para acompanhar a escuta do Episódio 5, consulte o PDF pra salvar - parte 5.
Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 5:
1 - sobre Georg Simmel - 1) wikipedia; 2) Infopédia
2 - Sobre a Escola de sociologia alemã - SIQUEIRA, Euler. "Interação e comunicação na escola sociológica alemã". IN: LOGOS. UERJ, v.8, n.2, 2001.
3 - Sobre o signo de Peixes
4 - Sobre os fundadores da Sociologia - Papinho 3 (Durkheim), Papinho 3 (Marx) e Papinho 4 (Weber); livro QUINTANEIRO, Tânia e outros. Um toque de clássicos. Marx. Durkheim. Weber. Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2002.
5 - SIMMEL, G. "A metrópole e a vida mental", In: VELHO, Otávio (org.) O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.
6 - Cozinhando com Simmel - por Ana Enne - em 6 partes
7 - Sobre Zygmunt Bauman - 1) wikipedia; 2) dossiê sobre Bauman
8 - Sobre o signo de Escorpião
9 - BAUMAN, Z. Amor líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.
10 - BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
11 - Episódio Um Chazinho com Bauman - por Ana Enne
12 - Sobre Ansiedade - 1) página sobre o tema; 2) Revista Super Interessante; 3) etimologia
13 - Sobre Afeto e Afetividade: 1) etimologia; 2) Wikipedia
14 - Sobre Sintoma
15 - Sobre Capital - 1) Dicionário Financeiro; 2) Wikipédia
16 - Sobre Pós Modernidade
17 - Sobre Modernidade Tardia
18 - ENNE, Ana Lucia. "À perplexidade, a complexidade: a relação entre consumo e identidade nas sociedades contemporâneas". IN: Comunicação, Mídia e Consumo. São Paulo, ESPM, v.3, n.7, 2006.
19 - ADORNO, Theodor. "A indústria cultural". IN: Sociologia. São Paulo, Ática, 1991.
20 - Para saber mais sobre a pesquisa "Ansiedade e afeto como sintoma e capital das juventudes contemporâneas", e sobre outras pesquisas desenvolvidas no Laboratório de Mídia e Identidade (LAMI) - ver site do LAMI
21 - Sobre Harry Potter
22 - Sobre Percy Jackson
23 - Sobre Jogos Vorazes
24 - Sobre a série Divergente
25 - ENNE, Ana Lucia Silva; PROCÓPIO, Victória Machado Guedes. "Ansiedade e afeto como categorias-chave em narrativas literárias e midiáticas infanto-juvenis contemporâneas: uma abordagem a partir dos Estudos Culturais". Parágrafo, [S.l.], v. 7, n. 1, p. 48, maio 2020.
26 - BAUMAN, Z. Tempos líquidos. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.
27 - BAUMAN, Z. Comunidade: A busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.
28 - ANDERSON, Benedict. Comunidade imaginada. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
29 - SIMMEL, G. On individuality and social forms. University of Chicago Press, 1972,
30 - RIO, João do. "A era do automóvel". IN: A vida vertiginosa. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
31 - SINGER, Ben. “Modernidade, Hiperestímulo e o Início do sensacionalismo popular” In CHARNEY, L. e SCHWARTZ, V. O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac & Naify, 2001.
32 - Sobre a série "Família Imperial"
33 - SIMMEL, G. The Philosophy of Money. Routledge, 2011.
34 - BAUMAN, Z, Vida para o consumo. Rio de Janeiro: Zahar, 2008,
35 - BAUMAN, Z. Vida líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2007,
36 - BAUMAN, Z. Vidas desperdiçadas. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.
37 - BAUMAN, Z. Capitalismo parasitário. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.
38 - BAUMAN, Z. Identidade: Entrevista a Benedetto Vecchi. Rio de Janeiro: Zahar, 2005
39 - Sobre cultura do cancelamento
40 - Titãs - música "Go back"
41 - Mart'nália - música "Chega"
42 - Netinho - música "Total"
43 - Luka - música "Tô nem aí"
44 - BAUMAN, Z. Medo Líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
45 - BAUMAN, Z. Confiança e medo na cidade. Rio de Janeiro, Zahar: 2009.
46 - CALDEIRA, Teresa. Cidade de muros: Crime, Segregação e Cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34, 2011.
47 - BARRAL, Étienne. Otaku. São Paulo: SENAC, 2001.
48 - BRAZO, Dionísio de Almeida. Turismo Otaku : nova tendência de turismo sob o olhar dos otakus no bairro da Liberdade, em São Paulo. Orientador: Ari da Silva Fonseca Filho. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Universidade Federal Fluminense. Faculdade de Turismo e Hotelaria, 2017.
49 - PEREIRA, Gyssele Mendes. A RE-MERCANTILIZAÇÃO DO UNIVERSO DO DESCARTÁVEL ATRAVÉS DA MÍDIA Consumo, Representação e Memória. Dissertação de mestrado em Comunicação - PPGCOM/UFF. Niteroi, 2014.
50 - SOUZA, Bruno Thebaldi. A era dos multimedos: as turfobias e a construção dos imaginários sociais de medo pela mídia. Dissertação de mestrado em Comunicação - PPGCOM/UFF. Niteroi, 2013.
51 - BAUMAN, Z. Modernidade e ambivalência. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.
52 - SCLIAR, Moacyr. Saturno nos trópicos: a melancolia européia chega ao Brasil São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
53 - Etimologia de indivíduo
54 - Fábula "A cigarra e a formiga", de La Fontaine
55 - WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
56 - MIGUEL, Vinicius Machado. "Uma breve relação entre amor romântico e capitalismo". Novembro de 2019.
57 - FREUD, S. O mal-estar na cultura. Porto Alegre: L&PM, 2010.
58 - ENGELS, F. e MARX, K. Manifesto do Partido Comunista. Petrópolis, Vozes, 1993.
59 - Sobre fetiche da mercadoria - MARX, Karl. O Capital. Edição popular. Lisboa, Edições 70, s/d.
60 - Sobre o filme "A forma da água" (2017)
61 - ENNE, Ana Lucia; LAGES, Flavia e OLIVEIRA, Ohana Boy. "Representações identitárias em disputa em um mundo em transformação. Uma análise dos filmes A forma da água, Pantera Negra e Uma mulher fantástica". Novos Olhares, v.8, n.1, 2019.
62 - CERTEAU, Michel de. A cultura no Plural. Campinas: Papirus, 1995.
63 - BAUMAN, z. Vida em fragmentos. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.
64 - Sobre Síndrome do Pânico
65 - Sobre Estresse
66 - Sobre Medicamentalização
67 - Sobre Neoliberalismo
68 - SENNETT, Richard. A corrosão do caráter. São Paulo: Record, 1999.
69 - Globo News - "Nunca desliga"
70 - Significado de "dar block"
71 - Sobre apps de consumo no Brasil
72 - Sobre Pedagogia do capital
73 - Sobre o formato das séries
74 - Sobre formato de games
75 - Sobre games em formato de séries
76 - Significado de Spoiler
77 - Hesse, Hermann. "O Poeta".
78 - Significado de "Entendedores entenderão"
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Comunicação e Cultura Popular - Trabalhos Finais: Usos e Apropriações do Fidget Spinner
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: "Conservação e transformação da estrutura social no filme A Vizinhança do Tigre"
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Comunicação e Cultura Popular - Trabalhos Finais: "Apropriação do funk como instrumento de ensino nas escolas"
Clique aqui para ler o trabalho completo.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: "As Ideologias do Primeiro Vingador"
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: "Análise do filme 'Eu, você e a garota que vai morrer' a partir de conceitos de Zygmunt Bauman"
terça-feira, 24 de março de 2015
Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: "O funk ostentação e os conceitos de Pierre Bourdieu"
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Foto: MC Guime |
"O funk ostentação surgiu em meados de 2008 e desde que adquiriu visibilidade em proporções nacionais, se tornou alvo de intensas críticas e discussões acerca da sua função social.
O objetivo deste trabalho é colocar em evidência as questões e os processos sociológicos que o permeiam, a partir da relação com alguns conceitos de Pierre Bourdieu, desenvolvendo argumentos que justifiquem a necessidade de se buscar compreender como se deu a construção do gênero, a partir do contexto no qual surgiu – de mobilidade social e a ascensão da nova classe média.
Observamos na última década uma mudança considerável no cenário socioeconômico do país. O acesso a bens de consumo se tornou mais fácil, na mesma medida em que a renda das classes menos favorecidas aumentou. No entanto, esse aumento da renda e do consumo de bens como celulares, automóveis e roupas de marca, não significa que houve necessariamente uma melhora na qualidade de vida desses indivíduos da periferia. Muitas vezes se prioriza a aquisição de bens materiais que, no sistema capitalista atual, conferem ao sujeito maior status dentro da estrutura, e o funk ostentação é um objeto cultural interessante para se estudar esse fenômeno."
Confira o trabalho completo aqui.
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Mídia e Representações da Favela - Trabalhos Finais: Experiência Etnográfica - Agência de redes para a juventude
O texto é rico e vale muito a leitura!
Experiência Etnográfica - Agência de redes para a juventude.
Ficha Técnica:
Proposta: Observar os mecanismos e estratégias utilizadas dentro da agência de redes para a juventude, os projetos internos e suas relações com o território, seu impacto na vida dos jovens e sua circularidade na cidade - trajetórias, percursos, vivências, malandragem.
Referências teóricas: Guia afetivo da periferia – Marcus Faustini.
Metodologia: Imersão em dois dias de encontro da agência: Aula inaugural e encontrão; Três Entrevistas individuais em profundidade. Acompanhar dois dias das atividades de jovens que participem da agência de redes para a juventude, escolher três jovens do mesmo território: um com um projeto já em vigor na agência e dois com projetos novos em fase de andamento. Observar suas estratégias de relação com a cidade e entrevistá-los.
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Aula inaugural Agência de redes para a juventude, iniciação e aquisição do cordão na Arena Jovelina pérola negra - pavuna. (17/05/14) |
Para ler o trabalho na íntegra, clique aqui!
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: "Pró-Escolha"
Vale muito a leitura!
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Texto: A subjetividade da lei 6.717/14 perante uma manifestação cultural periférica
Em março de 2014, foi sancionada uma lei que proíbe “o ingresso ou permanência de pessoas utilizando capacete ou qualquer tipo de cobertura que oculte a face nos estabelecimentos comerciais, públicos ou abertos ao público” no estado do Rio de Janeiro. Ao tentar amenizar as palavras, a proposta de lei abre um vão de subjetividade que permite interpretação de variadas vertentes. Entre elas, aquela que abrange uma possibilidade de preconceito contra uma expressão cultural de afirmação para uma classe historicamente marginalizada.
O texto a seguir é do escritor MV Bill, no qual ele disserta sobre onde (e como) entram o "boné" na proposta, traçando um elo com a manifestação cultural da qual ele faz parte:
Apologia do boné
Lei que veta uso do acessório no Rio violenta um símbolo de identidade da periferia
Por MV Bill
Publicado no site Estadão em 24/05/2014
Vivemos numa época assustadoramente violenta. Sair para o trabalho ou mesmo para comprar pão podem se tornar verdadeiras aventuras. Para ser franco, meus pais diziam o mesmo do tempo deles. Mas é fato que passam os anos e as formas de violência no Brasil tomam novos contornos. As pessoas têm medo de sair de casa e até de ficar em casa. Nesse caos diário, é preciso que a sociedade dê respostas em diversas áreas, como segurança e ética, entre outras - já que não é possível conviver com tantas anomalias sem reagir. No entanto, medidas totalitárias não são bem-vindas. Medidas que reforcem o preconceito e a discriminação não são bem-vindas. E medidas que só atingem grupos historicamente marginalizados também não são bem-vindas.
Uma delas, a meu ver, é a bem-intencionada lei estadual que entrou em vigor no sábado, dia 17, no Rio. Em termos gerais, a lei 6.717/14, de autoria da deputada estadual Lucinha (PSDB-RJ), proíbe “o ingresso ou permanência de pessoas utilizando capacete ou qualquer tipo de cobertura que oculte a face nos estabelecimentos comerciais, públicos ou abertos ao público”. A justificativa da autora do projeto é “impedir que criminosos tentem driblar as câmeras de segurança durante abordagens e assaltos”, como afirmou em uma entrevista.
Não tenho nada contra a deputada, inclusive acho coerente que as pessoas sejam proibidas de andar com rostos cobertos fora do carnaval e das manifestações populares. Em minha opinião isso deve mesmo ser proibido, pois significa um risco à segurança. No que se refere especificamente aos bonés, diz a redação da lei: “Os bonés, capuzes e gorros não se enquadram na proibição, salvo se estiverem sendo utilizados de forma a ocultar a face da pessoa”.
É aí que vejo o problema. A expressão “salvo se estiverem sendo utilizados” dá margem a uma subjetividade na interpretação da lei que não me agrada em nada. Nem a mim nem a nenhum dos milhões de brasileiros historicamente marginalizados que sabem, desde pequenos, que a tal da subjetividade nunca será favorável a nós. É a subjetividade que nos impede de ser bem atendidos em uma loja de grife. A subjetividade no Brasil é construída no contexto de uma sociedade que nivela pobres a marginais que estão sempre na iminência de cometer algum delito - aguardando apenas uma oportunidade e uma forma de se esconder.
Leia o texto na íntegra no site: http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,apologia-do-bone,1170847,0.htm