Blog do Grupo de Estudos sobre Comunicação, Cultura e Sociedade (GRECOS), coordenado pela professora Ana Lucia Enne (UFF), relacionado às disciplinas lecionadas por ela no curso de Estudos de Mídia e na Pós-graduação em Cultura e Territorialidades (PPCULT) da UFF, conjugando reflexões sobre sociologia, estudos culturais, história, antropologia, cultura, mídia, consumo, memória, juventude, movimentos sociais e identidade, dentre outros temas, e ao Laboratório de Mídia e Identidade (LAMI).
Começamos, em 2021.1, com episódios novos na segunda temporada da Farrinha, podcast coletivo do GRECOS. Nesta segunda temporada, recebemos, para as Farrinhas, convidades para as disciplinas de Estudos Culturais (na graduação em Estudos de Mídia, da UFF), dividida por Ana Enne e Luna Costa (mestranda pelo PPCULT UFF, em estágio docente); e Teoria das Territorialidades, ministrada por Ana Enne no PPCULT - Pós-Graduação em Cultura e Territorialidades da UFF.
No primeiro episódio dessa segunda temporada, a convidada é a jornalista por formação, curadora, pesquisadora e diretora cinematográfica Marcela Lisboa, cria do Complexo da Penha e gestora na Agência Naya. No dia 8 de julho de 2021, via google meet, Marcela Lisboa conversou por mais de duas horas com a turma sobre colonialidade do ver, visualidades quilombistas, revanche da periferia, imaginação radical e muito outros temas, em um papo imperdível. Esse material foi reduzido e editado e é agora apresentado nessa Farrinha ep.06, com participação da convidada, da turma e das professoras.
No segundo episódio dessa segunda temporada (feito em apoio à disciplina de Estudos Culturais, no curso de Estudos de Mídia da UFF), a convidada é Ohana Boy Oliveira, produtora cultural, mestre em Cultura e Territorialidades e doutora em Comunicação, todas as formações pela UFF. No dia 15 de julho de 2021, via google meet, Ohana Boy conversou por mais de duas horas com a turma sobre sua tese de doutorado "Aspectos da colonialidade do saber, do poder e do ver - uma análise das performances de Regina Casé em sua trajetória televisiva" e sobre o pensamento de fronteira de Gloria Anzaldúa. Esse material foi reduzido e editado e é agora apresentado nessa Farrinha ep.07, com participação da convidada, da turma e das professoras Ana Enne e Luna Costa.
Além do Papinho, o podcast do GRECOS apresentado por Ana Enne, criamos a Farrinha, um podcast coletivo com convidadas, convidades e convidados que se apresentam nos cursos que lecionamos, batendo papo com a turma sobre os mais diversos temas. Ou ainda, que participam de lives conosco, sobre temáticas relacionadas com os estudos e pesquisas que fazemos no GRECOS e no LAMI.
Aqui neste post vcs terão acesso a algumas infos sobre estes convidades, por episódio das Farrinhas, na primeira temporada.
Primeira temporada - Na primeira temporada, receberemos pessoas para conversarem com a turma no curso de Mídia e Subculturas Juvenis (graduação em Estudos de Mídia, UFF, 2020.1), ministrada por Ana Enne e Dionísio de Almeida Brazo (mestre pelo PPCULT/UFF)
1) Farrinha - ep. 01 - convidado: Alexandre de Sá
No primeiro episódio, o convidado é Alexandre Nunes de Sá, bacharel em Estudos de Mídia, cientista social pela UFRJ e mestrando em Comunicação pela PUC-rio. Ele conversou com a turma, em uma troca rica e generosa, sobre o ethos jovem e o filme "Curtindo a vida adoidado" por mais de duas horas no dia 4/3/21 via google meet. Esse material foi reduzido e editado e é agora apresentado nessa Farrinha de estreia, com participação do convidado, da turma e dos professores Ana Enne e Dionísio Almeida.
No segundo episódio, o convidado é Dionísio de Almeida Brazo, graduado em Turismo pela UFF e mestre em Cultura e Territorialidades pelo PPCULT/UFF. Ele conversou com a turma, na qual está realizando seu estágio-docente, em uma troca rica e generosa, sobre sua pesquisa sobre a cultura otaku no Brasil e o consumo nostálgico por mais de duas horas no dia 11/3/21 via google meet. Esse material foi reduzido e editado e é agora apresentado nessa Farrinha ep.2, com participação do convidado, da turma e da prof. Ana Enne.
No terceiro episódio, a convidada é Nathália Ronfini de Almeida Lima, graduada em Comunicação Social pela UFRJ, mestre e doutoranda en Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social na UFRJ. No doutorado, Nathália Ronfini desenvolve pesquisa sobre a produção e compartilhamento de nudes entre mulheres, o que rendeu uma conversa inesquecível, agitada e muito rica com a turma no dia 25 de março de 2021 via googlemeet. Esse material foi reduzido e editado e é agora apresentado nessa Farrinha ep.03, com participação da convidada, da turma e dos professores Ana Enne e Dionísio Almeida.
No quarto episódio, a convidada é Patricia Matos dos Santos, graduada em Comunicação Social pela UFRJ, mestre e doutora em Comunicação pela UFF. No dia 8 de abril de 2021, via google meet, Patricia Matos conversou por mais de duas horas conosco sobre sua dissertação de mestrado sobre cultura nerd e sobre sua tese de doutorado sobre nômades digitais. Esse material foi reduzido e editado e é agora apresentado nessa Farrinha ep.04, com participação da convidada, da turma e dos professores Ana Enne e Dionísio Almeida.
No quinto e último episódio dessa primeira temporada, a convidada é a produtora cultural Giordana Moreira, graduanda em Produção Cultural pela IFRJ e idealizadora do festival Roque Pense!. No dia 15 de abril de 2021, via google meet, Giordana Moreira conversou por mais de duas horas conosco sobre o Roque Pense!, feminismo, as relações entre música, gênero e território, em especial a Baixada Fluminense, e sobre a área de produção cultural para mulheres jovens de periferia. Esse material foi reduzido e editado e é agora apresentado nessa Farrinha ep.05, com participação da convidada, da turma e dos professores Ana Enne e Dionísio Almeida.
Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, o aluno Guilherme Cirqueira fez uma análise sobre a representação das cariocas e do Rio De Janeiro no videoclipe Girl From Rio tendo como base conceitos de Stuart Hall.
"Partindo dos acordes da música Garota de Ipanema, clássico da bossa nova composto por Tom Jobim e letrado por Vinicius de Moraes em 1962, o videoclipe de Girl from Rio se inicia com “o Rio exportação”, da Zona Sul, com o Pão de Açúcar ao fundo, mas logo portas se abrem e agora será contada uma parte da história da artista, da garota que cresceu na periferia e é “uma Garota do Rio”.
Deixando para trás a paisagem artificial comumente explorada nas produções audiovisuais, o espectador é conduzido à um tour pelo que Anitta considera essencial conhecer na sua cidade. Ao descer de um ônibus lotado, é revelado o Rio do subúrbio, cheio de cores, sabores e pluralidade de corpos."
E chegamos ao Papinho ep.17, primeiro da série de episódios de Papinhos e Farrinhas para o curso de Estudos Culturais. Neste episódio, vamos falar sobre os conceitos de Colonialidade e Decolonialidade, enfocando especialmente as colonialidades do poder, do saber e do ser.
Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 17:
6) Sobre o Ego conquiro - DUSSEL, Enrique. "Europa, modernidade e Eurocentrismo". IN: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas
latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales, 2005.
- BALLESTRIN, Luciana. “América Latina e o giro decolonial”.Revista Brasileira de Ciência Política, nº11. Brasília, maio - agosto de 2013, pp. 89-117. (29 páginas)
- MALDONADO-TORRES, Nelson, “La descolonización y el giro des colonial”. Tabula Rasa, núm. 9, julio-diciembre, 2008, pp. 61-72. Universidad Colegio Mayor de Cundinamarca, Bogotá, Colombia.
- GROSFOGUEL, “Para descolonizar os estudos de economia política e os estudos pós-coloniais: Transmodernidade, pensamento de fronteira e colonialidade global”. Revista Crítica de Ciências Sociais, 80, Março 2008.
- RESTREPO, Eduardo e ROJAS, Axel. Inflexión decolonial: fuentes, conceptos y cuestionamientos. Instituto de Estudios Sociales y Culturales Pensar; Maestría en Estudios Culturales, Universidad Javeriana; Editorial Universidad del Cauca. Universidad del Cauca, Popayán, Colombia, 2010.
- QUIJANO, Aníbal. “Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina”. IN: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales, 2005, PP. 117-142.
84) MALDONADO-TORRES, Nelson. “A topologia do Ser e a geopolítica do conhecimento. Modernidade, império e colonialidade”. IN: Revista Crítica de Ciências Sociais, 80, Março 2008: 71-114.
85) QUINTERO, Pablo; FIGUEIRA, Patricia e ELIZALDE, Paz Concha. “Uma breve história dos estudos decoloniais”. Arte e descolonização. Masp, Afterall, 2019.
86) OLIVEIRA, Ohana Boy. Aspectos da colonialidade do saber, do poder e do ser – uma análise das performances de Regina Casé em sua trajetória televisiva (PPGCOM/UFF, 2020)
89) BARRIENDOS, Joaquín. "La colonialidad del ver. Hacia um nuevo diálogo visual interepistémico". Nómadas (Col), núm. 35, octubre, 2011, pp. 13-29; Bogotá, Universidad Central de Bogotá, Colômbia.
91) FERREIRA, N. "Os desafios do tempo presente e a colonialidade da natureza". Fronteiras: Revista Catarinense de História, n. 36, p. 69-90, 18 dez. 2020.
98) SEGATO, Rita. "Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabulário estratégico descolonial". e-cadernos CES [Online], 18 | 2012.
Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, a aluna Bruna Azevedo Quintanilha fez uma análise da gastronomia na televisão tendo como base conceitos de Erving Goffman e Guy Debord.
"A alimentação, no início da história da humanidade, era vista apenas como uma prática
essencial para a nossa existência e como um meio de sobrevivência do indivíduo. Entretanto,
com o passar dos anos, a culinária sofreu grandes modificações e aperfeiçoamentos em suas
práticas, começando a ser comercializada e ultrapassar o seu conceito essencial, que é a
sobrevivência do ser humano. Nesse contexto, a gastronomia se reconfigurou ao longo do
tempo, acompanhando as demandas de cada período histórico e os avanços das tecnologias de
comunicação. Consequentemente, a culinária se inseriu na mídia por meio de programas e
reality shows e se tornou um produto midiático absorvido pelos principais meios de
comunicação. "
Para o trabalho final da disciplina Sociologia e Comunicação, a aluna Francine das Mercês Rodrigues trabalhou o seu próprio curta-metragem "Disponível", traçando paralelos com alguns conceitos do sociólogo Georg Simmel
"O curta-metragem “Disponível”, feito no ano de 2019, narra a história de uma
personagem que vive uma rotina 24/7, conceito tratado pelo crítico Jonathan Crary, pautada
no uso excessivo dos meios tecnológicos, na necessidade de estar conectada, em um
cotidiano alienante e acelerado que revelam certas questões relacionadas ao indivíduo
contemporâneo. Tendo em vista as características presentes no curta, este trabalho visa
analisar como essas questões foram representadas nas cenas em paralelo aos pontos traçados
pelo sociólogo alemão Georg Simmel em ‘A metrópole e a vida mental’ de 1902."
Como trabalho final da disciplina Sociologia e Comunicação, utilizando conceitos estudados de Karl Marx e Guy Debord, a aluna Beatriz Werneckanalisou o impacto do Big Brother Brasil na sociedade durante os meses em que é exibido.
"O Big Brother é um programa que tem uma forte influência na população. Por ser
transmitido na Globo, maior empresa televisiva do Brasil, ele conta com uma audiência muito
grande. Mesmo que não acompanhe o programa, praticamente todo mundo sabe quando ele
está sendo transmitido, quando acaba, ou seja, basicamente todo mundo conhece o Big
Brother.
Um dos principais conceitos de Marx é o de ideologia, que é um instrumento de
dominação que gera conformismo e consequentemente, uma alienação. O BBB se encaixa
nesse perfil primeiramente devido a alienação que ele causa. O telespectador do reality fica
tão envolvido com o programa que tende a se ausentar por um período de debates que
abordam outros temas da sociedade. Durante o intervalo de tempo em que o BBB está sendo
transmitido, muitos assuntos relevantes passam despercebidos visto que o foco está no reality.
Um exemplo de uma pauta que foi ofuscada pelo BBB foi a eleição de Arthur Lira como
presidente da Câmara. Por mais que a população não pudesse interferir na votação da
Câmara, mesmo com a problemática que a eleição dele trazia, a maioria dos comentários nas
redes sociais, como por exemplo o Twitter, continuaram sendo sobre os acontecimentos do
Para o trabalho final de Sociologia e Comunicação, a aluna Ana Beatriz Marçalfez um trabalho sobre o TikTok e a sua influência no mundo, com uma análise do aplicativo através da perspectiva de Goffman.
"O TikTok é uma ferramenta para compartilhamento de vídeos curtos, de 15 a 60 segundos.
Ainda é possível editar e incluir filtros, trilhas sonoras, legendas e gifs, na mesma plataforma.
A rede social é um fenômeno mundial, somente em 2019 foi baixado 750 milhões de vezes.
Na Índia, quase um terço da população utiliza o aplicativo, são mais de 119 milhões de
usuários ativos . E de acordo com a agência de consultoria Sensor Tower, cerca de um bilhão
Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, a aluna Carolina Oliveira E Lunafez uma análise das redes sociais tendo como base conceitos de Georg Simmel e Zygnunt Bauman
"Faz-se notável que ao mesmo tempo que as redes agregam e aproximam pessoas,
também nos aplicam em bolhas, pois contamos hoje em dia com inúmeras ferramentas que
nos permitem ter contato apenas com o que desejamos. Seguimos apenas quem queremos,
curtimos páginas de assuntos que gostamos, bloqueamos quem nos incomoda, silenciamos
se já não queremos mais ter acesso ao o que aquele indivíduo posta, restringimos aqueles
que não queremos que acessem nossas postagens. Enfim, possuímos inúmeros controles
para permanecermos em nossa zona de conforto."
Com o Papinhoepisódio 16 fechamos a temporada 2020/2021 de nosso podcast. Foram quatro episódios caprichados sobre juventudes e culturas juvenis. Nesse último, procuramos mapear algumas das categorias-chave utilizadas nos estudos sobre estes campos: subculturas, neotribos, cenas, circuitos, microculturas, territorialidades e redes, dentre outras. Agora, é esperar o semestre 2021/1, que se iniciará em junho, para outros episódios do Papinho. :)
Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 16:
7) SÁ, Alexandre Nunes de. Experiência, ethos e zeitgeist: ensaio sobre entretenimento e mass media, a partir do filme Curtindo a Vida Adoidado. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Estudos de Mídia) - Universidade Federal Fluminense, 2014.
8) HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
11) WHYTE, William Foote. Sociedade de esquina = Street corner society: a estrutura social de uma área urbana pobre e degradada. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.
22) GIDDENS, A. As consequências da modernidade. São Paulo: UNESP, 1991.
23) Sobre a ideia de tempo espiralar, ver MARTINS, Leda. “Performances do tempo espiralar”. IN: RAVETTI, Graciela e ARBÉX, Marcia (orgs). Performance, exílio, fronteiras: errâncias territoriais e textuais. Belo Horizonte: Departamento de Letras Românicas, Faculdade de Letras/UFMG: Poslit, 2002.
25) MAFFESOLI, Michel. O tempo das tribos. Rio de Janeiro: Forense-Universitária,
1987.
26) WEBER, Max. Economia e sociedade. Brasília, Ed. UNB, 2000.
27) BAUMAN, Z.Comunidade: a busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.
28) MAGNANI, José Guilherme. "Tribos urbanas, metáfora ou categoria?". Cadernos de Campo - Revista dos alunos de pós-graduação em Antropologia. São Paulo, USP, 2 (2), 1992.
29) FEIXA, Carles. De jóvenes, bandas y tribus. Barcelona, Ariel, 2006.
34) SÁ, Simone Pereira de. "Will Straw: cenas musicais, sensibilidades, afetos e a
cidade". In: Jeder Janotti Jr; Itania Maria Mota Gomes. (orgs.). Comunicação e Estudos
Culturais. Salvador: EDUFBA, 2011, p. 147-162.
35) BENNETT, Andy; PETERSON, Richard A. (eds.) Music Scenes: Local, Translocal,
and Virtual. Nashville: Vanderbilt University Press. 2004
36) BEZERRA, Amilcar A. e outros. "Sertanejo, manguebeat e Tchê-music: da pertinência (ou não) do conceito de cena musical para gêneros periféricos". IN: SÁ, Simone e outros. Música, som e cultura digital. Rio de Janeiro: E-papers, 2016.
37) GARSON, Marcelo. Quem é o melhor Dj do mundoi? - Disputas Simbólicas na cena de música eletrônica. Dissertação de mestrado em Comunicação, UFF, 2009.
38) POLIVANOV, Beatriz. Dinâmicas de autoapresentação em sites de redes sociais: performance, autorreflexividade e sociabilidade em cenas de música eletrônica. Tese de doutorado em Comunicação, UFF, 2012.
45) FERREIRA, Vitor Sérgio. "Ondas, cenas e microculturas juvenis".
PLURAL – Revista do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da
USP, n. 15, p. 99-128, 2008.
48) SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2008
49) HANNERZ, U. "Fluxos, fronteiras, híbridos: palavras-chave da antropologia transnacional". Mana vol.3 n.1 Rio de Janeiro Apr. 1997.
50) BARTH, F."A Análise da Cultura nas Sociedades Complexas". In: O Guru, o iniciador e outras variações antropológicas. (org) Lask, Tomke. Rio, Contracapa, 2009.
51) CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. Rio de Janeiro: Zahar, 1996.
52) CANCLINI, Nestor. Diferentes, desiguais e desconectados. Rio de Janeiro, UFRJ, 2007.