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sábado, 26 de novembro de 2022

Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Identidade e Representação em Ms.Marvel

 



Para finalizar a disciplina Identidades Culturais na Contemporaneidade, o aluno Alcir Guilherme desenvolveu uma análise série Ms. Marvel, disponível no Dinsey+.

A série Ms. Marvel tem como protagonista uma jovem de 16 anos de origem paquistanesa chamada Kamala Khan que vive em Nova Jersey junto com seus pais conservadores e seu irmão mais velho, gosta de escrever fanfics e é fascinada em heróis, especialmente a Capitã Marvel. Kamala tem que enfrentar diversos problemas para poder e encaixar na sua família e fazer amigos na escola, mas a jovem geek vê sua vida mudar rasticamente quando adquire poderes e por causa disso tem que aprender a equilibrar sua vida como super-heroína e a vida escolar. Além disso, tem que saber lidar com as dificuldades de pertencer a uma família mulçumana, vivendo nos Estados Unidos.

Por se tratar de uma série da Marvel HQ, a história é centrada no embate entre herói e vilão, bem e mal, o diferencial desta série em comparação com as outras disponíveis no Disney+ é que Ms. Marvel não traz uma heroína puramente americana, mas paquistanesa somando-se e somado a este fato nos apresenta uma cultura pouco conhecida, possibilitando o conhecimento sobre os costumes e os abusos das autoridades policiais sobre os mulçumanos, principalmente pelo que aconteceu no 11 de setembro.

Para ler o trabalho completo clique aqui



Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Análise sobre o TikTok




Com base nas discussões feitas ao longo da disciplina Sociologia e Comunicação a aluna Thaís Amaral Soares desenvolveu uma análise acerca da comunidade virtual de compartilhamento e consumo de mídias, TikTok.


"O TikTok é uma comunidade virtual de compartilhamento e consumo de mídiasaudiovisuais de curta duração. Segundo informações disponibilizadas pela própria plataforma nas “Diretrizes da Comunidade”, trata-se de uma comunidade global que dá a possibilidade de criar e compartilhar, descobrir o mundo e se estabelecer conexão entre os usuários. Os conteúdos compartilhados no TikTok têm a duração máxima de três minutos, o que é uma disponibilidade recente já que até alguns meses atrás esse tempo era de sessenta segundos. Na plataforma, podem ser encontradas diversas formas de conteúdo que variam no tipo, na apresentação, na duração, dentre outros fatores. O sistema funciona de forma personalizada, assim de acordo com os conteúdos que o usuário mais assiste e interage são apresentados outros semelhantes ou dos mesmos grupos. Dessa forma, cria-se um padrão dos conteúdos que mais aparecem para cada um. E, além disso, os vídeos que alcançam mais interações de quem os receberam, os chamados “virais”, também são os mais impulsionados na plataforma e atingem mais usuários."

Para ler o trabalho completo clique aqui. 



Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI 

terça-feira, 9 de novembro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - A pandemia e o “bum” de criadores de conteúdos no instagram: análise de caso da @anaflaviadeverdade

 



Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, a aluna Larissa Da S. Fonseca desenvolveu uma análise acerca do fenômeno do aumento de criadores de conteúdo no Instagram durante a pandemia, se baseando em autores e conceitos trabalhados ao longo do semestre.


"No ano passado, a pandemia do novo coronavírus parou a vida de toda população, e durante essa fase de isolamento, as pessoas redescobriram formas de se comunicar, e de se expressar. De acordo com uma pesquisa, quase 90% das pessoas aumentaram o tempo de uso no celular, e no pico da crise mundial, o público do Instagram cresceu 40%. Dessa forma, alguns sujeitos viram a oportunidade de compartilhar as suas histórias e os seus conhecimentos em formato de post.
Como bem disse Enne em seu papinho podemos ver que o “show da performance" ganhou bastante força nas redes sociais no período da pandemia do COVID -19. Provavelmente você já escutou alguém comentando “fulana virou blogueira" ou “virou blogueira né?” Essas falas são bastante comuns, no universo de pessoas que estão compartilhando no mundo online seus ideais, looks do dia, dicas, tutoriais, textos, vídeos, receitas, enfim, algo que a pessoa gosta de fazer e acredita ser bom ou boa naquilo."

Para ler o trabalho completo clique aqui. 



Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Instagram: apenas uma rede social ou um local onde a liquidez dos dias atuais destrói singularidades?

 


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, o aluno Caio Santos Aguiar desenvolveu uma análise acerca do uso da rede social Instagram se baseando em autores e conceitos trabalhados ao longo do semestre.


"Com o objetivo principal de ser uma plataforma de compartilhamento de fotos e vídeos, o Instagram ao decorrer de 11 anos se tornou não só uma das maiores redes sociais, como também um dos maiores veículos de publicidade e comunicação do mundo. Dados divulgados pela Revista Forúm mostram que no ano de 2018 a plataforma atingiu o número de 1 bilhão de usuários ativos e que pelo menos 71% dos usuários têm entre 18 e 35 anos. No mesmo ano, de acordo com um estudo realizado pela Associação Nacional de Dirigentes das Instituições Federais do Ensino Superior (Andifes), 8 em cada 10 alunos, de 18 a 29 anos relataram sentir ansiedade, medo e desesperança, poderia o Instagram estar sendo um dos gatilhos para os jovens adultos nestes tempos de modernidade líquida?."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Conceitos Marxistas aplicados ao Agronegócio


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, o aluno Expedito Veríssimo optou por trabalhar conceitos do sociólogo Karl Marx, relacionando-os com a indústria do Agronegócio, expondo suas problemáticas e efeitos na sociedade.


"Ao consumir os alimentos no mercado a pessoa não tem noção de como é feito o processo de produção do agronegócio, as condições de trabalho arriscadas pelo uso de substâncias altamente
tóxicas e/ou cancerígenas, a lógica exploradora da terra, invasões, o impacto ambiental exacerbado e insustentável entre outros. Tudo isso fica oculto e cria-se uma falsa idealização de que o Agronegócio é algo que produtivo, moderno e traz retorno benéfico. Uma vez que o agronegócio detém grande parte dos meios de produção conseguimos criar uma relação entre a mídia e a propaganda que fortalece um discurso do agronegócio. A propaganda: “Agro é tec, agro é pop, agro é tudo”, esclarece isso muito bem. Ela nos apresenta por via dos meios de comunicação um discurso que procura a manutenção e afirmação de poder por meio de imagens idealizadas e utópicas da realidade o que pode ser considerado uma alienação. As pessoas que
internalizam essas afirmações terão mais dificuldade ainda de conseguir enxergar todas as questões que não são trazidas com frequência. Então, ao consumir um produto ela sente segurança por ter uma visão distorcida da realidade, o que nos lembra aquele pensamento hegemônico imposto pela ideologia."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI






terça-feira, 8 de junho de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Análise sobre o Big Brother Brasil

Como trabalho final da disciplina Sociologia e Comunicação, utilizando conceitos estudados de Karl Marx e Guy Debord, a aluna Beatriz Werneck analisou o impacto do Big Brother Brasil na sociedade durante os meses em que é exibido.


"O Big Brother é um programa que tem uma forte influência na população. Por ser
transmitido na Globo, maior empresa televisiva do Brasil, ele conta com uma audiência muito
grande. Mesmo que não acompanhe o programa, praticamente todo mundo sabe quando ele
está sendo transmitido, quando acaba, ou seja, basicamente todo mundo conhece o Big
Brother.
Um dos principais conceitos de Marx é o de ideologia, que é um instrumento de
dominação que gera conformismo e consequentemente, uma alienação. O BBB se encaixa
nesse perfil primeiramente devido a alienação que ele causa. O telespectador do reality fica
tão envolvido com o programa que tende a se ausentar por um período de debates que
abordam outros temas da sociedade. Durante o intervalo de tempo em que o BBB está sendo
transmitido, muitos assuntos relevantes passam despercebidos visto que o foco está no reality.
Um exemplo de uma pauta que foi ofuscada pelo BBB foi a eleição de Arthur Lira como
presidente da Câmara. Por mais que a população não pudesse interferir na votação da
Câmara, mesmo com a problemática que a eleição dele trazia, a maioria dos comentários nas
redes sociais, como por exemplo o Twitter, continuaram sendo sobre os acontecimentos do
reality show."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 4 de junho de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - O TikTok e a sua Influência no Mundo.

 

Para o trabalho final de Sociologia e Comunicação, a aluna Ana Beatriz Marçal fez um trabalho sobre o TikTok e a sua influência no mundo, com uma análise do aplicativo através da perspectiva de Goffman.


"O TikTok é uma ferramenta para compartilhamento de vídeos curtos, de 15 a 60 segundos.
Ainda é possível editar e incluir filtros, trilhas sonoras, legendas e gifs, na mesma plataforma.
A rede social é um fenômeno mundial, somente em 2019 foi baixado 750 milhões de vezes.
Na Índia, quase um terço da população utiliza o aplicativo, são mais de 119 milhões de
usuários ativos . E de acordo com a agência de consultoria Sensor Tower, cerca de um bilhão
de vídeos são vistos a cada 24 horas."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

terça-feira, 1 de junho de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Análise das redes sociais utilizando Simmel e Bauman

Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, a aluna Carolina Oliveira E Luna fez uma análise das redes sociais tendo como base conceitos de Georg Simmel e Zygnunt Bauman


"Faz-se notável que ao mesmo tempo que as redes agregam e aproximam pessoas, também nos aplicam em bolhas, pois contamos hoje em dia com inúmeras ferramentas que nos permitem ter contato apenas com o que desejamos. Seguimos apenas quem queremos, curtimos páginas de assuntos que gostamos, bloqueamos quem nos incomoda, silenciamos se já não queremos mais ter acesso ao o que aquele indivíduo posta, restringimos aqueles que não queremos que acessem nossas postagens. Enfim, possuímos inúmeros controles para permanecermos em nossa zona de conforto."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

segunda-feira, 1 de março de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - A sociedade do espetáculo nas redes sociais e a fetichização no consumismo moderno



Para finalizar Sociologia e Comunicação, a aluna Camila Da Silva Almeida fez um trabalho sobre a sociedade do espetáculo nas redes sociais e a fetichização no consumismo moderno, tendo como base conceitos de Guy Debord e Karl Marx.



"Desde a segunda metade do século XX, a sociedade ocidental moderna atravessa um período de intensas modificações estruturais políticas, econômicas, culturais e de socialização na transição para uma sociedade pós-industrial e globalizada. Esse período marca uma verdadeira revolução no campo das mídias e das culturas de massa e principalmente com o advento da internet e das redes sociais, o que dá luz à uma crescente tendência da superexposição e do hiperconsumismo."

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Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - A rotina de Skincare em Tempos de Isolamento Social


Para o trabalho final de Sociologia e Comunicação, a aluna Ana Luise Duniec analisou o crescimento da rotina de skincare , cuidados com a pele, durante a quarentena em meio às redes sociais, tendo como base conceitos de alguns dos autores discutidos ao longo da disciplina.


"Em meio a esse tempo de reclusão mundial, por conta da COVID-19, muitas pessoas notaram uma diferença na saúde de suas peles. Aproveitando a oportunidade, influenciadores digitais e múltiplas páginas de redes sociais, não hesitaram em recomendar múltiplos produtos para seus seguidores, muitas vezes sem recomendação dermatológica.
A rotina de cuidados com a pele surgiu, de maneira massificada, no momento em que marcas começaram a lançar tendências no mercado relacionadas a uma beleza mais leve e natural. Dessa forma, a rotina coreana de cuidados com a pele, K-Beauty, ganhou bastante força, principalmente a partir do ano de 2018 até os dias atuais."

Clique aqui para ler o trabalho completo. 


Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Luccas Neto: crianças, influências e dinheiro




Para o trabalho final da disciplina de Sociologia e Comunicação, Nubia Mobo desenvolveu uma análise sobre o impacto que o youtuber Luccas Neto tem sobre o seu público infantil em relação à dinheiro e consumo.

"Atualmente um dos maiores produtores de conteúdo voltado para o público infantil no YouTube Luccas Neto - Luccas Toon , segundo o site Social Blade, seu canal possui mais de 14 bilhões de visualizações e mais de 33 milhões de inscritos, ocupando a 4ª posição entre os canais mais assistidos do Brasil (sendo o primeiro voltado para o público infantil) e ficando na 5ª posição no ranking brasilero em número de inscritos. Além do conteúdo audiovisual publicado periodicamente no Youtube, a Luccas Toon, está investida em outros setores como a produção filmes, shows, livros, jogos eletrônicos e também é responsável uma série de produtos como brinquedos, roupas, material escolar, produtos de higiene, suplementos nutricionais, achocolatados, objetos para festa e decoração, está presente em todo o universo infantil. "

Clique aqui para ler o trabalho completo. 


Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

terça-feira, 13 de outubro de 2020

Referências do Episódio 5 do Podcast Papinho, em outubro de 2020 - Simmel, Bauman e a questão da ansiedade e do afeto na modernidade

Chegamos ao episódio 05 de nosso Papinho, o podcast do GRECOS. Neste número, abordamos dois sociólogos: Georg Simmel e Zygmunt Bauman, para, a partir de seus conceitos, pensarmos as questões em torno dos temas da ansiedade e do afeto na sociedade moderna ocidental e, posteriormente, globalizada. Entendemos que ansiedade e afeto são sintoma e capital, em um jogo ambíguo, no qual a mídia hegemônica desempenha um papel fundamental. Falamos sobre tudo isso em nosso Papinho, escuta lá, minha gente!

Para ouvir o Papinho ep.05:

- Link 1 - Anchor

- Link 2 - Spotfy

Para acompanhar a escuta do Episódio 5, consulte o PDF pra salvar - parte 5.

Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 5:

1 - sobre Georg Simmel - 1) wikipedia; 2) Infopédia

2 - Sobre a Escola de sociologia alemã - SIQUEIRA, Euler. "Interação e comunicação na escola sociológica alemã". IN: LOGOS. UERJ, v.8, n.2, 2001.

3 - Sobre o signo de Peixes

4 - Sobre os fundadores da Sociologia - Papinho 3 (Durkheim),  Papinho 3 (Marx) e Papinho 4 (Weber); livro QUINTANEIRO, Tânia e outros. Um toque de clássicos. Marx. Durkheim. Weber. Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2002.

5 - SIMMEL, G. "A metrópole e a vida mental", In: VELHO, Otávio (org.) O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.

6 - Cozinhando com Simmel - por Ana Enne - em 6 partes


7 - Sobre Zygmunt Bauman - 1) wikipedia; 2) dossiê sobre Bauman

8 - Sobre o signo de Escorpião

9 - BAUMAN, Z. Amor líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.

10 - BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

11 - Episódio Um Chazinho com Bauman - por Ana Enne


12 - Sobre Ansiedade - 1) página sobre o tema; 2) Revista Super Interessante; 3) etimologia

13 - Sobre Afeto e Afetividade: 1) etimologia; 2) Wikipedia 

14 - Sobre Sintoma

15 - Sobre Capital - 1) Dicionário Financeiro; 2) Wikipédia

16 - Sobre Pós Modernidade 

17 - Sobre Modernidade Tardia

18 - ENNE, Ana Lucia. "À perplexidade, a complexidade: a relação entre consumo e identidade nas sociedades contemporâneas". IN: Comunicação, Mídia e Consumo. São Paulo, ESPM, v.3, n.7, 2006.

19 - ADORNO, Theodor. "A indústria cultural". IN: Sociologia. São Paulo, Ática, 1991.

20 - Para saber mais sobre a pesquisa "Ansiedade e afeto como sintoma e capital das juventudes contemporâneas", e sobre outras pesquisas desenvolvidas no Laboratório de Mídia e Identidade (LAMI) - ver site do LAMI

21 - Sobre Harry Potter

22 - Sobre Percy Jackson

23 - Sobre Jogos Vorazes

24 - Sobre a série Divergente

25 - ENNE, Ana Lucia Silva; PROCÓPIO, Victória Machado Guedes"Ansiedade e afeto como categorias-chave em narrativas literárias e midiáticas infanto-juvenis contemporâneas: uma abordagem a partir dos Estudos Culturais". Parágrafo, [S.l.], v. 7, n. 1, p. 48, maio 2020

26 - BAUMAN, Z. Tempos líquidos. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.

27 - BAUMAN, Z. Comunidade: A busca por segurança no mundo atualRio de Janeiro: Zahar, 2005.

28 - ANDERSON, Benedict.  Comunidade imaginada. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

29 - SIMMEL, G. On individuality and social formsUniversity of Chicago Press, 1972,

30 - RIO, João do. "A era do automóvel". IN: A vida vertiginosa. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

31 - SINGER, Ben. “Modernidade, Hiperestímulo e o Início do sensacionalismo popular” In CHARNEY, L. e SCHWARTZ, V. O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac & Naify, 2001. 

32 - Sobre a série "Família Imperial"

33 - SIMMEL, G. The Philosophy of MoneyRoutledge, 2011.

34 - BAUMAN, Z, Vida para o consumo. Rio de Janeiro: Zahar, 2008,

35 - BAUMAN, Z. Vida líquidaRio de Janeiro: Zahar, 2007,

36 - BAUMAN, Z. Vidas desperdiçadasRio de Janeiro: Zahar, 2005.

37 - BAUMAN, Z. Capitalismo parasitárioRio de Janeiro: Zahar, 2010.

38 - BAUMAN, Z. Identidade: Entrevista a Benedetto Vecchi. Rio de Janeiro: Zahar, 2005

39 - Sobre cultura do cancelamento

40 - Titãs - música "Go back"

41 - Mart'nália - música "Chega"

42 - Netinho - música "Total"

43 - Luka - música "Tô nem aí"

44 - BAUMAN, Z. Medo Líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

45 - BAUMAN, Z. Confiança e medo na cidade. Rio de Janeiro, Zahar: 2009.

46 - CALDEIRA, Teresa. Cidade de muros: Crime, Segregação e Cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34, 2011.

47 - BARRAL, Étienne. Otaku. São Paulo: SENAC, 2001.

48 - BRAZO, Dionísio de Almeida. Turismo Otaku : nova tendência de turismo sob o olhar dos otakus no bairro da Liberdade, em São Paulo. Orientador: Ari da Silva Fonseca Filho. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Universidade Federal Fluminense. Faculdade de Turismo e Hotelaria, 2017.

49 - PEREIRA, Gyssele Mendes.  A RE-MERCANTILIZAÇÃO DO UNIVERSO DO DESCARTÁVEL ATRAVÉS DA MÍDIA Consumo, Representação e MemóriaDissertação de mestrado em Comunicação - PPGCOM/UFF. Niteroi, 2014.

50 - SOUZA, Bruno Thebaldi. A era dos multimedos: as turfobias e a construção dos imaginários sociais de medo pela mídia. Dissertação de mestrado em Comunicação - PPGCOM/UFF. Niteroi, 2013.

51 - BAUMAN, Z. Modernidade e ambivalência. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.

52 - SCLIAR, Moacyr. Saturno nos trópicos: a melancolia européia chega ao Brasil São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

53 - Etimologia de indivíduo

54 - Fábula "A cigarra e a formiga", de La Fontaine 

55 - WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.

56 - MIGUEL, Vinicius Machado. "Uma breve relação entre amor romântico e capitalismo". Novembro de 2019.

57 - FREUD, S. O mal-estar na cultura. Porto Alegre: L&PM, 2010.

58 - ENGELS, F. e MARX, K. Manifesto do Partido Comunista. Petrópolis, Vozes, 1993.

59 - Sobre fetiche da mercadoriaMARX, Karl. O Capital. Edição popular. Lisboa, Edições 70, s/d.

60 - Sobre o filme "A forma da água" (2017)

61 - ENNE, Ana Lucia; LAGES, Flavia e OLIVEIRA, Ohana Boy. "Representações identitárias em disputa em um mundo em transformação. Uma análise dos filmes A forma da água, Pantera Negra e Uma mulher fantástica". Novos Olhares, v.8, n.1, 2019. 

62 - CERTEAU, Michel de. A cultura no Plural. Campinas: Papirus, 1995.

63 - BAUMAN, z. Vida em fragmentos. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.

64 - Sobre Síndrome do Pânico

65 - Sobre Estresse

66 - Sobre Medicamentalização

67 - Sobre Neoliberalismo

68 - SENNETT, Richard. A corrosão do caráter. São Paulo: Record, 1999.

69 - Globo News - "Nunca desliga"

70 - Significado de "dar block"

71 - Sobre apps de consumo no Brasil

72 - Sobre Pedagogia do capital

73 - Sobre o formato das séries

74 - Sobre formato de games

75 - Sobre games em formato de séries

76 - Significado de Spoiler

77 - Hesse, Hermann. "O Poeta".

78 - Significado de "Entendedores entenderão"

domingo, 13 de setembro de 2020

Referências do Episódio 1 do Podcast Papinho, em setembro de 2020 - Modernidade Ocidental e Cultura de Massa

Bem-vinde ao nosso Blog do GRECOS! 
Aqui vc encontra postagens diversas sobre temas 
que têm a ver com o nosso Papinho, o podcast do GRECOS.

No nosso primeiro episódio, em apoio às disciplinas de Sociologia e Comunicação e Teorias Críticas de Mídia, que a professora Ana Enne, coordenadora do GRECOS, leciona em 2020/1 no curso de Estudos de Mídia (excepcionalmente de forma remota, em razão da covid-19), abordamos o processo histórico de construção da modernidade ocidental e a consolidação da cultura de massa.

Para ouvir o Papinho:

- Link 1 - Anchor

- Link 2 - Spotfy

Para acompanhar a escuta do Episódio 1, consulte o PDF para salvar - parte 1.

Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho ep.01:

1 - Etimologia de modernidade

2 - HOBSBAWM, Eric. "Introdução: A Invenção das Tradições". In: HOBSBAWM, E. e RANGER, T. (org.). A Invenção das Tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984.

3 - Sobre concepções de tempo - Enciclopédia Einaudi, "Tempo/Temporalidade", v. 29.

4 - BERMAN, Marshall. “Introdução: modernidade – ontem, hoje e amanhã”. IN: Tudo que é sólido desmancha no ar. A aventura da modernidade. São Paulo: Companhia das Letras, 1986.

5 - KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado. Contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: contraponto, 1999.

6 - RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa. Vol. I. São Paulo: Papirus, 1996.

7 - Sobre sankofa

8 - Sobre tempo espiralar - Cozinhando com Leda Martins, por Ana Enne - canal do GRECOS



https://youtu.be/diG3IdMNwrY

9 - VERNANT, Jean Paul. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2002

10 - HAVELOCK, Eric A. A revolução da escrita na Grécia e suas conseqüências culturais. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra/Ed. Unesp, 1996.

11 - SÓFOCLES. Édipo Rei - http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000024.pdf

12 - RICHE, P. As Invasões bárbaras. Lisboa: Europa-América, s/d.

13 - Gesta do Rei - Canção de Rolando

14 - PYLE, H. Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda. Rio de Janeiro: Zahar, 2015. Clássicos de bolso.

15 - ENNE, Ana Lucia. "Representações sociais como produtos e processos: embates em torno da construção discursiva da categoria “vândalos” no contexto das manifestações sociais no Rio de Janeiro em 2013". Revista História e Cultura, 2013.

16 - Le Goff e a Idade Média
LE GOFF, Jacques. O imaginário medieval. Lisboa, Estampa, 1994.

17 - Igreja Católica reconhece que errou ao condenar Galileu

18 - "Mas que gira, gira!"

19 - Origens da expressão "sangue azul"

20 - Povo da História das Mentalidades

21 - FORTES, Luiz. O Iluminismo e os reis filósofos. São Paulo: Brasiliense, 1985. Coleção Tudo é História.

22 - Cozinhando com Simmel, com Ana Enne - canal do GRECOS

 https://youtu.be/TIfFj9N1uGA

23 - SIMMEL, G. A metrópole e a vida mental, In: VELHO, Otávio (org.) O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.

24 - VELHO, Gilberto. Projeto e Metamorfose: Antropologia das sociedades complexas. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.

25 - ELIAS, Norbert. Sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 1994

26 -    QUIJANO, Aníbal e WALLERSTEIN, Immanuel.“Americanity as a concept or the Americas in the modern world-system”. IN International Social Science Journal (Paris: UNESCO) Nº 134, novembro, 1992. 

27 - QUIJANO, Anibal. "Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina". IN: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005.

28 - LUGONES, Maria. "Colonialidade e gênero". 

29 - BARRIENDOS, J. "La colonialidad del ver. Hacia un nuevo diálogo visual interepistémico". IN: Nómadas, 35, 2011. 

30 - GONZALEZLélia. "A categoria político-cultural de amefricanidade". Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, v. 92, n. 93, p. 69-82, (jan./jun.), 1988. 

31 - MOLIERE, "O burguês ridículo"

32 - Filme "Caindo no ridículo" (França, 1996). 

33 - Fábula "A cigarra e a formiga", de La Fontaine 

34 - SENNETT, Richard. Carne e pedra. Rio de Janeiro: Record, 2003.

35 - BURCKHARDT, Jacob. A Cultura do Renascimento na Itália. Um ensaio. São Paulo: Companhia das Letras, 2009

36 - As viagens de Marco Polo 

37 - Diário de Cristóvão Colombo 
COLOMBO, Cristóvão. Diários da descoberta da América. Porto Alegre, LPM, 1999.

38 - BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia: de Gutenberg à Internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1984.

39 - GIOVANNINI, G. (org.). Evolução da comunicação: do sílex ao silício. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987.

40 - WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo, Martin Claret, 2000.

41 - HOBSBAWM, E. A era dos impérios. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988

42 - MARX, Karl. O Capital. Edição popular. Lisboa, Edições 70, s/d.

43 - LAMPEDUSA, Tomasi di. O Leopardo. São Paulo: Círculo do Livro, 1985.

44 - Filme "O Leopardo", de Visconti (Itália, 1963)

45 - GRESPAN, Jorge. Revolução Francesa e Iluminismo. Rio de Janeiro: Contexto, 2003.

46 - HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos – Uma história. São Paulo: Cia. das Letras, 2009.

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