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domingo, 13 de setembro de 2020

Referências do Episódio 1 do Podcast Papinho, em setembro de 2020 - Modernidade Ocidental e Cultura de Massa

Bem-vinde ao nosso Blog do GRECOS! 
Aqui vc encontra postagens diversas sobre temas 
que têm a ver com o nosso Papinho, o podcast do GRECOS.

No nosso primeiro episódio, em apoio às disciplinas de Sociologia e Comunicação e Teorias Críticas de Mídia, que a professora Ana Enne, coordenadora do GRECOS, leciona em 2020/1 no curso de Estudos de Mídia (excepcionalmente de forma remota, em razão da covid-19), abordamos o processo histórico de construção da modernidade ocidental e a consolidação da cultura de massa.

Para ouvir o Papinho:

- Link 1 - Anchor

- Link 2 - Spotfy

Para acompanhar a escuta do Episódio 1, consulte o PDF para salvar - parte 1.

Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho ep.01:

1 - Etimologia de modernidade

2 - HOBSBAWM, Eric. "Introdução: A Invenção das Tradições". In: HOBSBAWM, E. e RANGER, T. (org.). A Invenção das Tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984.

3 - Sobre concepções de tempo - Enciclopédia Einaudi, "Tempo/Temporalidade", v. 29.

4 - BERMAN, Marshall. “Introdução: modernidade – ontem, hoje e amanhã”. IN: Tudo que é sólido desmancha no ar. A aventura da modernidade. São Paulo: Companhia das Letras, 1986.

5 - KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado. Contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: contraponto, 1999.

6 - RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa. Vol. I. São Paulo: Papirus, 1996.

7 - Sobre sankofa

8 - Sobre tempo espiralar - Cozinhando com Leda Martins, por Ana Enne - canal do GRECOS



https://youtu.be/diG3IdMNwrY

9 - VERNANT, Jean Paul. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2002

10 - HAVELOCK, Eric A. A revolução da escrita na Grécia e suas conseqüências culturais. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra/Ed. Unesp, 1996.

11 - SÓFOCLES. Édipo Rei - http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000024.pdf

12 - RICHE, P. As Invasões bárbaras. Lisboa: Europa-América, s/d.

13 - Gesta do Rei - Canção de Rolando

14 - PYLE, H. Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda. Rio de Janeiro: Zahar, 2015. Clássicos de bolso.

15 - ENNE, Ana Lucia. "Representações sociais como produtos e processos: embates em torno da construção discursiva da categoria “vândalos” no contexto das manifestações sociais no Rio de Janeiro em 2013". Revista História e Cultura, 2013.

16 - Le Goff e a Idade Média
LE GOFF, Jacques. O imaginário medieval. Lisboa, Estampa, 1994.

17 - Igreja Católica reconhece que errou ao condenar Galileu

18 - "Mas que gira, gira!"

19 - Origens da expressão "sangue azul"

20 - Povo da História das Mentalidades

21 - FORTES, Luiz. O Iluminismo e os reis filósofos. São Paulo: Brasiliense, 1985. Coleção Tudo é História.

22 - Cozinhando com Simmel, com Ana Enne - canal do GRECOS

 https://youtu.be/TIfFj9N1uGA

23 - SIMMEL, G. A metrópole e a vida mental, In: VELHO, Otávio (org.) O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.

24 - VELHO, Gilberto. Projeto e Metamorfose: Antropologia das sociedades complexas. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.

25 - ELIAS, Norbert. Sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 1994

26 -    QUIJANO, Aníbal e WALLERSTEIN, Immanuel.“Americanity as a concept or the Americas in the modern world-system”. IN International Social Science Journal (Paris: UNESCO) Nº 134, novembro, 1992. 

27 - QUIJANO, Anibal. "Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina". IN: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005.

28 - LUGONES, Maria. "Colonialidade e gênero". 

29 - BARRIENDOS, J. "La colonialidad del ver. Hacia un nuevo diálogo visual interepistémico". IN: Nómadas, 35, 2011. 

30 - GONZALEZLélia. "A categoria político-cultural de amefricanidade". Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, v. 92, n. 93, p. 69-82, (jan./jun.), 1988. 

31 - MOLIERE, "O burguês ridículo"

32 - Filme "Caindo no ridículo" (França, 1996). 

33 - Fábula "A cigarra e a formiga", de La Fontaine 

34 - SENNETT, Richard. Carne e pedra. Rio de Janeiro: Record, 2003.

35 - BURCKHARDT, Jacob. A Cultura do Renascimento na Itália. Um ensaio. São Paulo: Companhia das Letras, 2009

36 - As viagens de Marco Polo 

37 - Diário de Cristóvão Colombo 
COLOMBO, Cristóvão. Diários da descoberta da América. Porto Alegre, LPM, 1999.

38 - BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia: de Gutenberg à Internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1984.

39 - GIOVANNINI, G. (org.). Evolução da comunicação: do sílex ao silício. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987.

40 - WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo, Martin Claret, 2000.

41 - HOBSBAWM, E. A era dos impérios. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988

42 - MARX, Karl. O Capital. Edição popular. Lisboa, Edições 70, s/d.

43 - LAMPEDUSA, Tomasi di. O Leopardo. São Paulo: Círculo do Livro, 1985.

44 - Filme "O Leopardo", de Visconti (Itália, 1963)

45 - GRESPAN, Jorge. Revolução Francesa e Iluminismo. Rio de Janeiro: Contexto, 2003.

46 - HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos – Uma história. São Paulo: Cia. das Letras, 2009.

47 - Sobre democracia - HERCULANO, Selene. Em busca da boa sociedade. Niterói: EDUFF, 2006.

48 - HABERMAS, J. Mudança estrutural da esfera pública. RJ, Tempo Brasileiro, 1984.

49 - ELIAS, Norbert. O processo civilizador. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed,1994.

50 - FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro, edições Graal, 1986.

51 - ANDERSON, Benedict. Comunidade imaginada. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

52 - SIMMEL, G. Subjective Culture. In: On Individuality and Social Forms. Chicago, The University of Chicago Press, 1971.

53 - TÖNNIES, F. Comunidad y Sociedad. Buenos Aires: Losada, 1947 
- artigo "Comunidade, sociedade e sociabilidade: revisitando Ferdinand Tönnies

54 - WEBER, Max. Economia e Sociedade. Vol. 1 e 2. Brasília, UNB, 2000.

55 - ENNE, Ana Lucia. “À perplexidade, a complexidade: caminhos para pensar a relação entre consumo e identidade nas sociedades contemporâneas”. IN: Comunicação, Mídia e Consumo. v. 3, p. 11-29. São Paulo, ESPM, 2006.

56 - CHARNEY, Leo e SCHWARTZ, Vanessa (orgs.). O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo, Cosac & Naif, 2004.

57 - THOMPSON, John B. Ideologia e Cultura Moderna. Teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Petrópolis, Vozes, 1995.

58 - HOBSBAWM, Eric. A era do capital. São Paulo: Paz e Terra, 1981.

59 - HALL, Stuart. "A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais no nosso tempo". Rev. Educação e Realidade, 22, n.2, 1997. 

60 - BOURDIEU, Pierre. A Distinção. São Paulo, EDUSP, 2007.

61 - SLATER, Don. Cultura de consumo e modernidade. São Paulo, Nobel, 2002.

62 - KLEIN, Naomi. Sem logo: a tirania das marcas em um planeta vendido. Rio de Janeiro, Record, 2004.

63 - CAMPBELL, Colin. A ética romântica e o espírito do consumismo moderno. Rio de Janeiro, Rocco, 2001.

64 - SCLIAR, Moacyr. Saturno nos trópicos: a melancolia européia chega ao Brasil São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Blog do GRECOS indica: site do NEMES

O Blog do GRECOS indica o site do Núcleo de Estudos de Mídia, Emoções e Sociabilidade - NEMES, coordenado pelo prof. João Freire Filho, ECO/UFRJ, e tendo como vice-coordenadores os profs. Mayka Castellano e Tatiane Leal.

No site, conforme divulgação, "além da produção intelectual dos participantes do grupo de pesquisa, há um arquivo atualizado de notícias sobre emoções e temas afins".

Parabéns e vida longa ao NEMES!






sexta-feira, 14 de julho de 2017

Blog recomendado: Estudios Culturales

Vale a pena conhecer o blog Estudios Culturales, dedicado ao tema e com postagens bem interessantes sobre o mesmo.


terça-feira, 29 de julho de 2014

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: Galerias Marginais

Um dos melhores resultados que podemos obter com os trabalhos finais se dá quando a ideia original ganha impulso e se torna algo maior do que inicialmente planejado. É o que aconteceu com o trabalho de Janderson Toth para a disciplina de "Sociologia e Comunicação", no qual o aluno desenvolveu um coletivo de imagens através do tumblr Galerias Marginais - onde registrou, primeiramente, mensagens dos banheiros masculinos da Universidade sobre diversos tópicos; e, posteriormente, reuniu imagens também de outros lugares públicos com um acervo de mais de 150 fotografias. 

Link para o tumblr: http://galeriasmarginais.tumblr.com/

A ficha técnica do trabalho ainda contou com uma análise sob o olhar de Karl Marx, tratando de algumas mensagens específicas para compreender alguns conceitos do autor - e você confere logo abaixo!

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Galerias Marginais
Análise sociológica de grafitos de banheiros masculinos da Universidade Federal Fluminense a partir do pensamento de Karl Marx


Este trabalho vem de forma simples, porém não simplista, ponderar sobre quais aspectos permeiam as manifestações, transpassando pelos parâmetros éticos, estéticos e de valores a que estão submetidos os escritos encontrados em banheiros masculinos dos blocos A, B, C, D, O, P, N e do Instituto de Artes e Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense com os pensamentos do sociólogo Karl Marx.
Podemos considerar que grafitos, grafitti e pichações são denominações de poéticas urbanas contemporâneas, cada qual com sua particularidade, porém também com sua similaridade. É arte urbana, sujeira, crime ou manifestação artística? A dúvida acerca da nomenclatura sugere um debate mais profundo, uma vez que a separação do que é aceito socialmente como arte e o que é considerado vandalismo é bem estrita. Neste sentido, pode-se questionar inclusive se a própria arte seria considerada vandalismo.
Quando uma pessoa entra em uma cabine de banheiro pública e fecha a sua porta, esse espaço torna-se privado, um lugar onde as pessoas geralmente estão sós, protegidas pelo anonimato garantido pelas quatro paredes que as circundam.
Apesar de serem considerados, por alguns, meras inscrições sem sentido, produzidas ao acaso, ou simplesmente atos de vandalismo, os grafitos de banheiro podem propiciar esclarecimentos sobre o comportamento social do homem . Como um canal de expressão disponível a todos, o banheiro público não possui um limite de censura externa, tornando-se um palco discreto para confidências e apresentando-se como meio expressivo para articulação de questões sociais e políticas, configurando-se uma importante via de comunicação. Sendo assim, temos que grafitos de banheiro que correspondem a uma rica via de acesso a padrões de intimidade, fantasias e desejos, projetando aspectos individuais e sociais.
Segundo Renata Plaza Teixeira, em sua tese de doutorado intitulada “Sob a proteção da Vênus Cloacina: diferenças sexuais e interculturais em grafitos de banheiro”, é possível perceber uma aproximação dos temas abordados em grafitos por homens latino-americanos com temas políticos e sociais, buscando uma mudança na dimensão social.
Com uma gama diversa e extensa de imagens que compõem a galeria, um recorte foi necessário a fim de evidenciar as imagens cujos conteúdos possuem expressão de opinião com caráter ideológico mais acentuado em sua formação.
 
Para continuar lendo, clique aqui!

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Mídia e Representações da Favela - Trabalhos Finais: "Favelas do Brasil pelo mundo"

Depois de alguns textos, voltamos com a publicação de um produto apresentado como trabalho final para a disciplina "Mídia e Representações da Favela". As alunas Louise Romano e Isabella Lupatini criaram um tumblr que reúne algumas representações das favelas brasileiras em noticiários do mundo, analisando em comparação a semelhança e a diferença dos discursos repassados pelas mídias nacionais em relação aos veículos de fora.

Confira a apresentação e o link logo abaixo!
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A ideia da criação desse Tumblr surgiu a partir de uma conversa em que contávamos nossas experiências com estrangeiros após passar um semestre estudando em países diferentes. Somos estudantes do curso Estudos de Mídia da Universidade Federal Fluminense e fomos para o Canadá e Espanha. Apesar de estarmos em lugares bem diferentes, muitas perguntas que ouvimos sobre o Brasil são as mesmas. Uma das maiores curiosidades, é sobre as favelas. Alguns falam coisas condizentes, uns aparecem com soluções infalíveis e outros simplesmente não tem ideia do que estão falando.

Depois de uma rápida pesquisa percebemos que a favela lá fora pode ser veiculada de uma forma um pouco diferente do como o  é veiculada no Brasil. Não queremos propor um juizo de valor sobre as reportagens ou opiniões, somente compartilhar o que e como estão falando sobre as favelas lá fora.
 
Ao longo de nossas buscas por representações encontramos os mais diferentes pontos de vista. O é que importante ressaltar é que em algumas reportagens, apesar de ser dada devida voz aos moradores das comunidades, muitas vezes a representação está voltada para a construção de um imaginário turístico de determinado fato. Ou seja, a partir daquela construção do real, da forma em que se apresenta será como os turistas que pretendem visitar tal favela pensam que tal local funciona. Porém por trás dessa representação turística pode haver um bastidor que nem sempre é mostrado.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: "Karl Marx visita Downton Abbey"

Uma das séries mais elogiadas dos últimos anos ganha destaque aqui no blog com o excelente trabalho do aluno Régis Pereira Regi da Silva para a disciplina "Sociologia e Comunicação". A britânica "Downton Abbey", sempre citada nas aulas ministradas, recebe uma análise crítica das transformações do início do século 20 perante a uma sociedade que não aparece pronta para lidar com essas mudanças.

Vale a pena ler - e, depois, assistir à série!
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Karl Marx visita Downton Abbey


Criada por Julian Fellowes a série Downton Abbey do canal britânico ITV estreou em 2010 e desde a sua temporada de estreia é um sucesso mundial. Aclamada pela crítica especializada e pelo público, a série mostra o fim de uma era. O inabalável e inevitável avanço tecnológico, a conquista do direito de voto feminino, o surgimento do socialismo são elementos abordados que justificam a possível ameaça ao sistema de classes, etiquetas e maneiras que protegeu e calcificou, durante anos, os habitantes de Downton Abbey, uma grande propriedade no interior da Inglaterra, e a sua família regente, os Crawley. 

O início se dá imediatamente após o naufrágio do Titanic, uma vez que o trágico acontecimento ocasionou a morte de todos os possíveis herdeiros homens da família. A partir deste momento, romances e intrigas permeiam a batalha dos Crawley em reclamar a propriedade e a fortuna que se encontram em risco. Downton Abbey acontece numa imponente casa no ano de 1912, e não se limita em retratar apenas a vida da nobre família Crawley, mas também demonstra o cotidiano de todos os seus criados, retratando a grande diferença entre estes dois grupos sociais, e o fato de os criados saberem muitos dos segredos mais obscuros da família, enquanto a família pouco, ou nada sabe dos seus lacaios.

Confira o trabalho na íntegra clicando aqui