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sábado, 26 de novembro de 2022

Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Ciclo Sem Fim: Identidade Enquanto Questão em "O Rei Leão"

 


Para a avaliação final de Identidades Culturais na Contemporaneidade, o aluno Daniel Filipe Silva Moraes fez uma análise do produto midiático pensando a relação do mesmo com a questão das identidades. Para tanto, o produto midiático escolhido foi o filme “O Rei Leão” (1994), da Walt Disney Pictures, e, no trabalho, buscarei traçar algumas formas como “identidade” pode ser encarada como parte chave nesta animação.

Para ler o trabalho completo clique aqui. 



Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - "Casamento às Cegas: Brasil" e a Espetacularização da Vida

 


Para finalizar a disciplina Teorias Críticas de Midia, a aluna Júlia Tavares desenvolveu uma análise do reality show da Netflix "Casamento às Cegas: Brasil", usando o conceito de sociedade do espetáculo de Guy Debord.

O espetáculo surge para representar o real a partir da reprodução imagética da vida, da sociedade, da cultura e dos costumes.

Segundo Debord, o espetáculo é produto do capitalismo e sistema de controle social. Existe com o intuito de ser formador de padrões sociais, de identidade e de valores. É objeto de consumo da própria sociedade, pois constitui a relação social entre as pessoas, de modo que a vida perca espaço para a representação dela mesma, enquanto a representação também se alimenta da vida.

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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - Daniel Sloss Live Show: Quebra-Cabeça Análise de Conteúdo Midiático



Para finalizar a disciplina de Teorias Críticas de Midia, os alunos Clarice Oliveira dos Anjos e Yan Gomes desenvolveram uma análise do especial de comédia "Daniel Sloss: Live Show", usando conceitos de Guy Debord sobre a Sociedade do Espetáculo e de Antonio Gramsci sobre Consenso e Discurso, além de passar pontualmente pelo raciocínio de Izabel Cristina Rios, desenvolvido no artigo O Amor em Tempos de Narciso (2008).

O objeto desta análise é o segundo dos 2 episódios do especial de comédia: Daniel Sloss: Live Show, “Quebra-cabeça”. O show pode ser assistido na plataforma de streaming Netflix e, ao longo dele, o comediante trata de assuntos sociais, íntimos e delicados de maneira direta e humorística, com críticas ácidas e, definitivamente, indelicadas. Em Quebra-cabeça, o conteúdo analisado neste trabalho é o que está presente a partir de 31’20’’ de show, em que Daniel leva a platéia à uma reflexão sobre a idealização de amor e os caminhos que isso determina nos relacionamentos.


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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Lutando Por Um Território Mestiço: Uma Análise do Curta-Metragem Liberdade (2018)


Para finalizar a disciplina Identidades Culturais na Contemporaneidade, a aluna Telma Yamabe desenvolveu uma análise do curta-metragem "Liberdade", usando conceitos de Stuart Hall, Michael Pollak e Gilberto Velho, que foram discutidos durante o período.

O curta-metragem Liberdade é uma correalização de Pedro Nishi e Vinícius Silva, produzido por A Flor e a Náusea em 2018 e foi vencedor do Prêmio Especial do Júri no 51o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Durante 25 minutos, a obra mistura o documental e a ficção trabalhando com quatro temporalidades distintas ancoradas no território do bairro da Liberdade em São Paulo. Através da atuação de Aboubacar Sidibé, Cristina Sano e Mamadou Yaya Sow percorremos o passado escravocrata, a imigração japonesa, a atual presença de imigrantes oriundos da África e o futuro do bairro paulista.


O curta está disponível no YouTube e pode ser acessado clicando aqui.

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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - “Uma nação renascida”: estrutura, poder e dominação na série The Purge


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação 0 aluno Leonardo Vidal desenvolveu uma análise sobre a série The Purge a partir de conceitos de Durkheim, Gramsci e Marx, que foram discutidos durante o período.

"A série The Purge, disponível na Amazon Prime, surgiu a partir da franquia dos cinemas Uma Noite de Crime, tendo duas temporadas, a primeira em 2018 e a segunda em 2019. Com roteiro de James DeMonaco, a série continua contando histórias sobre o novo sistema implementado a partir da ascensão de um novo partido nacionalista ao poder dos Estados Unidos: The New Founding Fathers of America (NFFA).
Em 2014, os Estados Unidos enfrentam um cenário caótico com uma crise econômica e social que abre espaço para o grupo NFFA derrubar o governo e assumir a presidência do país. A partir de 2016, sob um governo autoritário, totalitário e opressor da NFFA, inicia-se um plano nacional para estabilizar a sociedade norte-americana devido ao aumento da violência e problemas sociais: The Annual Purge. Com o discurso pautado na salvação do país, os cidadãos norte-americanos seguiriam todas as regras e leis durante o ano em troca de um feriado especial que daria a oportunidade das pessoas purificarem, assim como é chamado na série."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Expresso do Amanhã (Snowpiercer) e as teorias de dominação e marxista


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação a aluna Natalia Lourenço desenvolveu uma análise da série da Netflix, Expresso do Amanhã (em inglês: Snowpiercer), que foi idealizada a partir do filme de título homônimo, dirigido pelo produtor, roteirista e cineasta Bong Joon-ho.


"A trama narra a estória de um grupo de sobreviventes que vivem em um trem autossustentável, após a temperatura da Terra cair a ponto de dizimar a humanidade. Na locomotiva, que se desloca em trilhos dispostos ao redor de todo o planeta, cada vagão apresenta determinado papel para a sociedade que ele abriga. Existem vagões para agropecuária, para diversão, para o comércio, para a habitação, para a saúde, para prisão de infratores e para todas as demais atividades necessárias para a manutenção daquela sociedade. Os segmentos do trem são divididos de acordo com as classes sociais. Os passageiros do Snowpiercer compõem a primeira classe, a classe trabalhadora/operária e o fundo, de acordo com a passagem que adquiriram e quanto pagaram por ela. Os passageiros que vivem no “fundo”, no último vagão do trem, não compraram passagem e entraram no veículo clandestinamente e, por isso, vivem de forma miserável, sem direitos ou condições mínimas para viver dignamente. Os passageiros da classe trabalhadora/operária desempenham todas as atividades laborais do trem, desde as “braçais” até à administrativa. Enquanto isso, os passageiros da primeira classe, aqueles que pagaram o valor mais alto por suas passagens, não trabalham e apenas desfrutam das comodidades, produtos e serviços oferecidos no trem, fruto do trabalho alheio."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Um novo olhar sobre Sex and The City: uma análise sociológica do enredo e a relação estabelecida com a terceira onda do feminismo


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, a aluna Lia Castanho a partir da perspectiva de Douglas Kellner optou por fazer uma análise crítica da série Sex and The City, enxergando-a como integrante da cultura de mídias, através de uma pedagogia que foge do binarismo.


"Considerada um grande marco pela indústria produtora de sitcoms no final dos anos de 90, presente em debates feministas e acusada atualmente de envelhecer mal (um episódio contém o ex- presidente Trump como materialização do homem perfeito), Sex and The City ainda gera discussões no meio acadêmico e nos demais setores da sociedade. Após 17 anos da exibição de seu último capítulo (2004), a sitcom ainda conquista público, atinge diversas faixas etárias e se encontra presente nas redes sociais não só através dos debates impulsionados pelas questões e dramas vivenciados pelas personagens, mas também pelo vestuário, a moda é também central no enredo. A identificação com as personagens, mulheres brancas de classe média na faixa dos 30 anos lidando com dilemas dos seus múltiplos papéis na sociedade no tempo atual, engendra este trabalho. Além deste aspecto, a escolha desse produto midiático para análise sociológica recebe influência direta da perspectiva do pesquisador Douglas Kellner (2002). Deste modo, possui como principal proposta a não demonização da sitcom, mas sim uma análise crítica do fenômeno, enxergando-o como integrante da cultura de mídias e praticando uma nova pedagogia que foge do binarismo proposto pelos apocalípticos e integrados."

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Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Conceitos Marxistas aplicados ao Agronegócio


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, o aluno Expedito Veríssimo optou por trabalhar conceitos do sociólogo Karl Marx, relacionando-os com a indústria do Agronegócio, expondo suas problemáticas e efeitos na sociedade.


"Ao consumir os alimentos no mercado a pessoa não tem noção de como é feito o processo de produção do agronegócio, as condições de trabalho arriscadas pelo uso de substâncias altamente
tóxicas e/ou cancerígenas, a lógica exploradora da terra, invasões, o impacto ambiental exacerbado e insustentável entre outros. Tudo isso fica oculto e cria-se uma falsa idealização de que o Agronegócio é algo que produtivo, moderno e traz retorno benéfico. Uma vez que o agronegócio detém grande parte dos meios de produção conseguimos criar uma relação entre a mídia e a propaganda que fortalece um discurso do agronegócio. A propaganda: “Agro é tec, agro é pop, agro é tudo”, esclarece isso muito bem. Ela nos apresenta por via dos meios de comunicação um discurso que procura a manutenção e afirmação de poder por meio de imagens idealizadas e utópicas da realidade o que pode ser considerado uma alienação. As pessoas que
internalizam essas afirmações terão mais dificuldade ainda de conseguir enxergar todas as questões que não são trazidas com frequência. Então, ao consumir um produto ela sente segurança por ter uma visão distorcida da realidade, o que nos lembra aquele pensamento hegemônico imposto pela ideologia."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI






quinta-feira, 15 de julho de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - A Representação das Cariocas e do Rio De Janeiro no videoclipe Girl From Rio


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, o aluno Guilherme Cirqueira fez uma análise sobre a representação das cariocas e do Rio De Janeiro no videoclipe Girl From Rio tendo como base conceitos de Stuart Hall.


"Partindo dos acordes da música Garota de Ipanema, clássico da bossa nova composto por Tom Jobim e letrado por Vinicius de Moraes em 1962, o videoclipe de Girl from Rio se inicia com “o Rio exportação”, da Zona Sul, com o Pão de Açúcar ao fundo, mas logo portas se abrem e agora será contada uma parte da história da artista, da garota que cresceu na periferia e é “uma Garota do Rio”.

Deixando para trás a paisagem artificial comumente explorada nas produções audiovisuais, o espectador é conduzido à um tour pelo que Anitta considera essencial conhecer na sua cidade. Ao descer de um ônibus lotado, é revelado o Rio do subúrbio, cheio de cores, sabores e pluralidade de corpos."

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Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 18 de junho de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Disponível

 


Para o trabalho final da disciplina Sociologia e Comunicação,  a aluna Francine das Mercês Rodrigues  trabalhou o seu próprio curta-metragem "Disponível", traçando paralelos com alguns conceitos do sociólogo Georg Simmel


"O curta-metragem “Disponível”, feito no ano de 2019, narra a história de uma personagem que vive uma rotina 24/7, conceito tratado pelo crítico Jonathan Crary, pautada no uso excessivo dos meios tecnológicos, na necessidade de estar conectada, em um cotidiano alienante e acelerado que revelam certas questões relacionadas ao indivíduo contemporâneo. Tendo em vista as características presentes no curta, este trabalho visa analisar como essas questões foram representadas nas cenas em paralelo aos pontos traçados pelo sociólogo alemão Georg Simmel em ‘A metrópole e a vida mental’ de 1902."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

terça-feira, 8 de junho de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Análise sobre o Big Brother Brasil

Como trabalho final da disciplina Sociologia e Comunicação, utilizando conceitos estudados de Karl Marx e Guy Debord, a aluna Beatriz Werneck analisou o impacto do Big Brother Brasil na sociedade durante os meses em que é exibido.


"O Big Brother é um programa que tem uma forte influência na população. Por ser
transmitido na Globo, maior empresa televisiva do Brasil, ele conta com uma audiência muito
grande. Mesmo que não acompanhe o programa, praticamente todo mundo sabe quando ele
está sendo transmitido, quando acaba, ou seja, basicamente todo mundo conhece o Big
Brother.
Um dos principais conceitos de Marx é o de ideologia, que é um instrumento de
dominação que gera conformismo e consequentemente, uma alienação. O BBB se encaixa
nesse perfil primeiramente devido a alienação que ele causa. O telespectador do reality fica
tão envolvido com o programa que tende a se ausentar por um período de debates que
abordam outros temas da sociedade. Durante o intervalo de tempo em que o BBB está sendo
transmitido, muitos assuntos relevantes passam despercebidos visto que o foco está no reality.
Um exemplo de uma pauta que foi ofuscada pelo BBB foi a eleição de Arthur Lira como
presidente da Câmara. Por mais que a população não pudesse interferir na votação da
Câmara, mesmo com a problemática que a eleição dele trazia, a maioria dos comentários nas
redes sociais, como por exemplo o Twitter, continuaram sendo sobre os acontecimentos do
reality show."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

segunda-feira, 1 de março de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - A sociedade do espetáculo nas redes sociais e a fetichização no consumismo moderno



Para finalizar Sociologia e Comunicação, a aluna Camila Da Silva Almeida fez um trabalho sobre a sociedade do espetáculo nas redes sociais e a fetichização no consumismo moderno, tendo como base conceitos de Guy Debord e Karl Marx.



"Desde a segunda metade do século XX, a sociedade ocidental moderna atravessa um período de intensas modificações estruturais políticas, econômicas, culturais e de socialização na transição para uma sociedade pós-industrial e globalizada. Esse período marca uma verdadeira revolução no campo das mídias e das culturas de massa e principalmente com o advento da internet e das redes sociais, o que dá luz à uma crescente tendência da superexposição e do hiperconsumismo."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Grey’s Anatomy e a anatomia social fatiada



Para o trabalho final de Sociologia e Comunicação, Beatriz Brandão fez uma  análise da série “Grey’s Anatomy” a partir de duas perspectivas: o seu formato o que ele representa na sociedade pós-moderna; e o seu conteúdo e as analogias que podem ser pensadas com relação aos estudos da sociedade e conceitos propostos por estudiosos da área.


"Grey’s Anatomy (A Anatomia de Grey, em português) é uma série norte-americana criada por Shonda Rimes e originária do canal televisivo ABC, mas que atualmente, encontra-se disponível para consumo em plataformas de streaming como Netflix e Globoplay. Caracterizada por ser uma série de drama médico, está presente na mídia desde 2005 e continua sendo um sucesso após 16 anos de produção e exibição. A história se passa majoritariamente no ambiente hospitalar do Hospital Seattle Grace (depois renomeado de Grey Sloan Memorial Hospital) e mostra a vida de diversos médicos, desde os primeiros anos como internos, até o desenvolvimento de suas carreiras e vidas pessoais. Aprofundando-se no assunto que a série retrata, é possível perceber elementos que norteiam os tempos líquidos, só de assistir alguns minutos do primeiro episódio."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - “Cercados”: Uma Análise Sob a Ótica de Kellner


Para o trabalho final da disciplina de Sociologia e Comunicação, Marcela Beatriz Neves Silva desenvolveu uma análise da série documental "Cercados" a partir de argumentos elaborados pelo filósofo Douglas Kellner.


" “Cercados”, a nova produção original da Globoplay, serviço de streaming do canal Globo, retrata a rotina do setor jornalístico da emissora no período da pandemia do coronavírus. Entre desafios, alegrias e muito trabalho, o documentário mostra para o público os bastidores dos programas mais conhecidos da empresa, o “Jornal Nacional”, “Profissão Repórter” e “GloboNews” e os obstáculos na hora de transmitir as notícias mais relevantes acerca desta nova doença, principalmente pela resistência do governo Bolsonaro e seus apoiadores. Com esta premissa em mente, decidi analisar o referente produto segundo os argumentos de Douglas Kellner, que no seu livro “A Cultura da Mídia” destaca a dificuldade que governos conservadores têm de aceitar mudanças e o papel da mídia na difusão de ideias contrárias."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Sociologia e Comunicação: Trabalhos Finais: A vida hiperestimulada na modernidade: críticas na música



O aluno Mohandas Souza, para a disciplina de Sociologia e Comunicação de 2018.1, realizou uma análise musical sobre as relações sociais hiperestimuladas da modernidade contidas nas letras de músicas de artistas como Tom Zé e Titãs. Embasou-se em teorias de Simmel e Marx para compor seu texto.

"Uma relação conturbada com o ritmo moderno urbano é encontrada também na canção “AA UU”, gravada no álbum “Cabeça Dinossauro”, lançado em 1985 pela banda de rock os Titãs. Aqui o hiperestímulo é visto como embotador: “Estou ficando louco de tanto pensar / Estou ficando rouco de tanto gritar / (...) Estou ficando cego de tanto enxergar / Estou ficando surdo de tanto escutar.” Além disso, o cálculo que organiza e faz convergir os horários de todos nas atividades mais fundamentais da vida pessoal, como o sono, a vigília e as refeições, parece ser também fonte de descontentamento. Isto é, depois de ser interpelado pelas imposições sociais que determinam que “Está na hora de acordar / Está na hora de deitar / Está na hora de almoçar / Está na hora de jantar”, o “Eu como/ Eu durmo” sofre uma disfunção e se transforma em “Não como / Não durmo”. O que parece indicar a atitude blasé, segundo a qual o sujeito psiquicamente sobrecarregado, não consegue participar da dinâmica hiperestimulada urbana, conforme descrita por Simmel."

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Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: O ESTRUTURALISMO DO COLEGIAL E O CASAL ‘BRITTANA’ EM GLEE



O aluno Hugo Barros realizou uma análise sociológica do produto audiovisual Glee e como se dão as relações de poder dentro do habitus do high school norte-americano. Ele dá ênfase à construção do relacionamento homoafetivo entre as personagens Brittany e Santana e seus enfrentamentos.

"Toda conformidade dos integrantes do clube do coral e os demais dentro do espaço social, ocorre devido esse sistema de posições predispostas. Desse modo, é possível observar como as posições sociais em questão no colégio já estão pré-estabelecidas e como isso influência no comportamento dos personagens. Logo, diante da posição de superioridade estabelecida aos populares no ambiente escolar por conta do seu poder simbólico, as formas de opressão são recorrentes, sendo elas físicas ou moral, deixando os indivíduos em uma posição de inferioridade aos demais. Contudo, além das agressões físicas, ocorre o que Bourdieu conceitua como violência simbólica, ou seja, qualquer tipo de violência sem que seja física, exercida pelo o corpo que cause danos morais e psicológicos. Visto isso, Britanny e Santana, líderes de torcida, ao entrarem no clube do coral percebem o que Bourdieu denomina como capital social, ficar devidamente abalado, visto que, em algumas cenas, ao serem descobertas como membros do clube do coral, são tituladas como perdedoras e passam a sofrer forte repressão dos dominadores (populares) ao perceberem que as duas possam estar tendo uma relação amorosa." 

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Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: “Gurus e Meditação em Tempos de Wi-Fi”: como Simmel explicaria esta capa da Revista Ela?


Para a disciplina de Sociologia e Comunicação de 2018.1, a aluna Manoela Mayrink analisou a influência de práticas de meditação na modernidade ocidental como atividade que combate as ansiedades tão presentes nos sujeitos modernos.

"Todos estão, de alguma forma, buscando uma maneira de lidar de forma saudável com as inúmeras demandas e obrigações da pós-modernidade, recheada de estímulos, possibilidades e referências. O alto índice de portadores de transtorno de ansiedade se transformou também em uma possibilidade de mercado, principalmente com as novas mídias e com a “venda” e promoção de um conceito de vida saudável e de autoconhecimento. São livros, cursos, canais de youtube e afins que abordam temas como meditação, yoga e autoajuda como formas de lidar com o que pode ser entendido como um efeito do hiper-estímulo trazido por Simmel (...) Um dos muitos veículos/plataformas de comunicação que se rendeu à produção de conteúdos sobre o tema recentemente foi a revista dominical Ela, parte do Jornal O Globo."


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Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: Roxanne Roxanne



Para o trabalho final de Sociologia e Comunicação de 2018.1, a aluna Morena Mariah explora  o filme Roxanne Roxanne, que narra a vida de uma rapper norte-americana e trabalha com conceitos como o de Lugar de Fala com Djamila Ribeiro e discorre sobre as invisibilidades da mulher negra tanto no produto audiovisual quanto na materialidade da vida real.

"A invisibilidade das narrativas de mulheres negras em toda a historiografia ocidental se repete também na vivência da personagem Roxanne, que mesmo sendo uma das principais precursoras do movimento hip hop nos Estados Unidos, enfrenta diversas situações de machismo e invisibilização, tanto na ficção quanto na história real. A própria iniciativa de produção deste filme por parte de Pharrell Williams é uma tentativa de visibilizar a trajetória de uma artista pouco conhecida dentro da própria cena do hip hop mundial. Djamila Ribeiro sobre as possibilidades de o direito à voz diz:
  “Mulheres negras, por exemplo, possuem uma situação em que as possibilidades são ainda menores – materialidade! – e, sendo assim, nada mais ético do que pensar em saídas emancipatórias para isso, lutar para que elas possam ter direito à voz e melhores condições. Nesse sentido, seria urgente o deslocamento do pensamento hegemônico e a ressignificação das identidades, sejam de raça, gênero, classe para que se pudesse construir novos lugares de fala com o objetivo de possibilitar a voz e visibilidade a sujeitos que foram considerados implícitos dentro dessa normatização hegemônica.” (RIBEIRO, 2017)"

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Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Mídia e Sensacionalismo - Trabalhos Finais: Cidade


Para a disciplina de Mídia e Sensacionalismo as alunas Aimee Pereira, Alinne Kristine e Ivy Souza realizaram um produto audiovisual para apresentar como trabalho final. O vídeo consiste em uma mescla de imagem e som que se propõem a atravessar nossos sentidos e atiçar nossas sensações.


"Através do vídeo, tentamos representar uma cidade subversiva, formada por sua rapidez, intensidade, desordem, luzes e cores acompanhada não pelo barulho ao qual estamos tão acostumados. Ao invés de buzinas, motores, músicas, conversas e tudo que normalmente habita a cidade, o vídeo nos traz sons da natureza, associados a relaxamento e paz, sentimentos que aprendemos a desassociar da vida urbana. Ele é uma quebra do esperado, uma tentativa de romper nossas barreiras e nos causar estranhamento, fazer com que nossas mentes saiam por um momento de seu estado blasé e possam ver a cidade por uma outra perspectiva."

Clique aqui para ler a ficha técnica.

Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: “Trainspotting: Sem Limites” e Guy Debord: “A sociedade do espetáculo”



Para a disciplina de Sociologia e Comunicação de 2018.1, a aluna Paula Gonçalves utiliza o filme Trainspotting como produto audiovisual que coloca em evidência as discussões trazidas por Guy Debord em seu livro sobre a "sociedade do espetáculo".

"Analisando também a tese de número 18, o autor apresenta o modus operandi do conceito de Espetáculo, relatando que o mundo real se apresenta em imagens e tais imagens tornam-se seres reais, assim compondo a sociedade. Guy Debord também cita neste fragmento um determinado comportamento hipnótico presente na sociedade, que pode ser retratado como uma “pressão invisível” para que se “Escolha uma vida”, ou seja, um comportamento presente no imaginário social para que se siga o modelo de vida idealizado pela visão de mundo capitalizada. Desta forma, Trainspotting se encaixa perfeitamente nos dois fragmentos do livro, questionando a qualidade de vida ideal pregada pela visão capitalista e o modelo de vida social da ideologia dominante, onde se deve produzir e consumir excessivamente e sem interrupções e ainda deixar descendentes que perpetuem o estilo espetacular."

Clique aqui para ler o trabalho completo.

Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI