domingo, 4 de outubro de 2020

Referências do Episódio 4 do Podcast Papinho, em outubro de 2020 - Weber, as Ações Sociais e a teoria das Mediações

 Mais uma semana se inicia e com ela nosso quarto episódio do Papinho, o podcast do GRECOS. Nesse episódio, o tema é Weber, as Ações Sociais e a teoria das Mediações. Apresentamos alguns conceitos do sociólogo alemão Max Weber, em especial a tipologia ideal das Ações Sociais, e cruzamos com os estudos de recepção no campo das teorias da comunicação, em especial Jesús Martín-Barbero e as mediações. Tá bem bacana, vale a pena a escuta, gente!

Para ouvir o Papinho ep.04:

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Para acompanhar a escuta do Episódio 4, consulte o PDF pra salvar - parte 4.

Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 4:

1 - Um chazinho com Weber, com Ana Enne



2 - Ver os Episódios anteriores do Papinho (episódio 1, episódio 2 e episódio 3) para saber mais sobre o processo histórico de construção da modernidade, sobre o pensamento de Durkheim, de Marx, sobre o positivismo, sobre o materialismo, sobre as teorias funcionalistas e críticas no campo das teorias da comunicação de massa, sobre seu crescimento e consolidação no século XX, bem como sobre a abordagem dos apocalípticos x integrados de Umberto Eco, dentre outros pontos a que remeto nesse quarto episódio.

3 - HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

4 - Para entender a entrada em cena de novos campos e paradigmas epistemológicos nas Ciências Sociais, ver HALL, Stuart. "A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo". Educação. & Realidade, Porto Alegre, v. 22, nº 2, p. 15-46, jul./dez

5 - Sobre o campo dos estudos de recepção, ver JACKS, Nilda. "Da agulha ao chip: brevíssima revisão dos estudos de recepção". Intexto, Porto Alegre, UFRGS, n. 34, p. 236-254, set./dez. 2015.

6 - Sobre Max Weber - 1) wikipedia; 2) Toda Matéria; 3) e-biografia

7 - WEBER, Max. Economia e sociedade. Vols. 1 e 2. Brasília: UNB, 2012.

8 - Sobre hermenêutica

9 - Sobre a meme nazaré confusa e a versão das ciências sociais (na imagem abaixo) 

10 - Sobre o deus grego Hermes

11 - Sobre o deus romano Mercúrio

12 - Sobre o orixá iorubá Exu

13 - Sobre a corrente filosófica do Idealismo

14 -  WEBER, M. Conceitos básicos de sociologia. São Paulo: Centauro, 2002.

15 - QUINTANEIRO, Tânia e outros. Um toque de clássicos. Marx. Durkheim. Weber. Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2002.

16 - BOURDIEU, Pierre. A distinçãocrítica social do julgamento. São. Paulo: Edusp; Porto Alegre, RS: Zouk, 2007.

17 - Sobre Semiótica

18 - PEIRCE, CharlesSemiótica. São Paulo: Perspectiva, 1999.

19 - GEERTZ, Cliford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara, 1978.

20 - Grupo Ira, música "Dias de luta"

21 - Sobre a corrente do Interacionismo simbólico

22 - GOFFMAN, E. A representação do eu na vida cotidiana. Petrópolis: Vozes, 1985.

23 - TÖNNIES, F. Comunidad y Sociedad. Buenos Aires: Losada, 1947.

24 - SIMMEL, G. "A metrópole e a vida mental", In: VELHO, Otávio (org.) O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.

25 - Sobre secularização

26 - WEBER, Max. “A Ciência como vocação”. In: Ciência e política. Duas vocações. São Paulo: Editora Cultrix, 2000.

27 - WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.

28 - Etimologia de carisma

29 - BURKE, Peter. A fabricação do rei. A construção da imagem pública de Luis XIV. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1994.

30 - sobre o nazismo, filme "Arquitetura da destruição" (Suécia, 1989)

32 - BOURDIEU, P. O poder simbólicoDIFEL/Bertrand Brasil, Lisboa/Rio de Janeiro, 1989.

33 - BERGER, P. e LUCKMANN, T. A construção social da realidade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.

34 - Sobre Jesús Martín-Barbero

35 - MARTÍN-BARBERO, Jesús. Dos meios às mediações. Rio de Janeiro: EDUFRJ, 1997.

36 - HALL, Stuart, "Notas sobre a desconstrução do popular". IN: Da Diáspora. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2003.

37 - BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

38 - RICOEUR, P. Tempo e narrativa. Campinas: Papirus, 1994.

39 - Sobre o gênero melodrama

40 - Sobre o gênero grotesco

41 - ENNE, Ana Lucia. O sensacionalismo como processo cultural. Revista ECO-PÓS, v. 10, n.2, 2007.

42 - MARTÍN-BARBERO, J. Oficio de cartógrafo. São Paulo: Loyola, 2004.

43 - ENNE, Ana Lucia; NANTES, Joana D'arc e OLIVEIRA, Ohana Boy. "Um “ofício de cartógrafo mestiço”: a proposta metodológica de Jesús Martín-Barbero como base para um estudo de caso da telenovela mexicana Rubi". PragmatiZes, ano 8, n.15, 2018.

44 - Cozinhando com Certeau - episódio em 5 partes com Ana Enne

45 - LOPES, Maria Immacolata. "Jesús Martín-Barbero e os mapas essenciais para compreender a comunicação". Intexto, n. 43, 2018.

46 - Sobre o signo de libra

47 - Sobre Glória perez

domingo, 27 de setembro de 2020

Referências do Episódio 3 do Podcast Papinho, em setembro de 2020 - Marx e os "apocalípticos"

Chegamos ao nosso Papinho ep.03! Segue a gente lá porque tá bacana. No ep.01, falamos do processo histórico da modernidade ocidental e o surgimento da cultura de massa. No ep.02, abordamos os principais conceitos de E. Durkheim, sua teoria estrutural-funcionalista e como isso vai parar no campo dos estudos da Comunicação no século XX, especialmente com os funcionalistas norte-americanos. 

Nesse terceiro episódio, o tema é Marx, suas principais teorias e conceitos para entender a questão da ideologia e o impacto que este conceito tem nas teorias críticas de mídia, em especial os frankfurtianos, ou "apocalípticos" no dizer de Umberto Eco. 

Para ouvir o Papinho ep.03:

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Para acompanhar a escuta do Episódio 3, consulte o PDF pra salvar - parte 3.

Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 3:

1 - Música "Luta de Classes", Cidade Negra



2 - Episódio Um Chazinho com Marx - segundo episódio da série Um chazinho com..., apresentado por Ana Enne


3 - Sobre os clássicos da SociologiaQUINTANEIRO, Tânia e outros. Um toque de clássicos. Marx. Durkheim. Weber. Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2002.

4 - ENGELS, F. e MARX, K. Manifesto do Partido Comunista. Petrópolis, Vozes, 1993.

5 - MARX, Karl. Diversos. Col. Os Pensadores. Vol. 1 e 2. São Paulo, Abril Cultural, 1987.]

6 - MARX, Karl. O Capital. Edição popular. Lisboa, Edições 70, s/d.

7 - MARX, Karl. Sociologia. IN: IANNI, Octavio (org.). São Paulo, Ática, 1979.

8 - Sobre o signo de touro

9 - ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados. São Paulo: Perspectiva, 1993.

10 - Sobre Umberto Eco - wikipedia

11 - Sobre a Escola de Frankfurt - 1) wikipedia; 2) Educação UOL

12 - Apocalipse, livro da Bíblia

13 - Etimologia de economia

14 - Livros sobre Marx 

a) ARON, Raymond. O marxismo de Marx . São Paulo, Arx, 2003.

b) LOWY, Michael. As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Müchhausen: marxismo e positivismo na sociologia do conhecimento. 5ª ed. São Paulo, Ed. Busca Vida, 1987

15 - Filme "E O vento levou"

16 - Cena de "E o vento levou" que cito no Papinho


17 - BRECHT, Bertold, "Nada é impossível de mudar". IN: Antologia poética. Rio de Janeiro: ELO Editora, 1982. 

18 - ALTHUSSER, Louis. Ideologia e Aparelhos Ideológicos do Estado. São Paulo: Martins Fontes, 1980.

19 - Sobre Hegemonia em Gramsci:

a) COUTINHO, Carlos Nelson. Gramsci. Um estudo sobre seu pensamento político. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2003.

b) SCHLESENER, Anita Helena. Hegemonia e cultura: Gramsci. Curitiba, Editora da UFPR, 2001.

20 - CHAUI, Marilena. O que é ideologia. São Paulo, Brasiliense, 1994.

21- Sobre o star system - MORIN, Edgar. Cultura de massas no século XX. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1986.

22 - ROCHA, Everardo. A Sociedade do Sonho. Comunicação, cultura e consumo. Rio de Janeiro, Mauad, 1995.

23 - ROCHA, Everardo. Magia e Capitalismo. São Paulo, Brasiliense, 1985.

24 - Significado de Totem

25 - Episódio Cozinhando com Bourdieu - primeiro episódio da série Cozinhando com... (em 6 partes), com Ana Enne



26 - BOURDIEU, Pierre. "A identidade e a representação. Elementos para uma reflexão crítica sobre a ideia de região". IN: O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.

27 - Sobre fetiche em Freud 

28 - BHABHA, Homi. O local da cultura. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998. 

29 - KILOMBAGradaMemórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Editora Cobogó, 2019.

30 - FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008.

31 - FONTENELLE, Isleide Arruda. O nome da marca: McDonald’s, fetichismo e cultura descartável. São Paulo, Boitempo Editorial, 2002.

32 - KLEIN, Naomi. Sem logo: a tirania das marcas em um planeta vendido. Rio de Janeiro, Record, 2004.

33 - ADORNO, Theodor. Sociologia. São Paulo, Ática, 1991.

34 - Sobre o conceito de indústria cultural - BAHIA, Ricardo. Das Luzes à desilusão. O conceito de indústria cultural em Adorno e Horkheimer. Belo Horizonte, Autêntica, 2004

35 - BENJAMIN, W.; HORKHEIMER, M.; ADORNO, T.; HABERMAS, J. Textos escolhidos. Coleção Os Pensadores. São Paulo, Abril Cultural, 1975.

36 - BENJAMIN, Walter. A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica. Porto Alegre: L&PM, 2018.

37 - MARCUSE, Herbert. Eros e a civilização. Rio de Janeiro: Zahar, 1972.

38 - sobre Theodor Adorno - 1) wikipedia; 2) Revista Cult; 3) Toda Matéria

39 - Sobre Max Horkheimer - 1) wikipedia; 2) Toda Matéria

40 - Textos sobre as teorias críticas de mídia e a escola de Frankfurt

a) WOLF, MAURO. Teorias da Comunicação. Lisboa: Presença, 1987.

b) CAMPOS, R. de. "Teorias da Comunicação: As Correntes Teóricas no Estudo da Comunicação de Massa". Revista Brasileira Multidisciplinar10(2), 2006,  pp.139-152.

c) LIMA, Luiz Costa (Org.). Teoria da cultura de massa. 4. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.

d) MATTELART, Armand e MATTELART, Michèle. História das teorias da comunicação. São Paulo: Loyola, 2000.

e) HOHLFELDT, A.; MARTINO, L. C.; FRANÇA, V. V. Teorias da comunicação: conceitos, escolas e tendências. Petrópolis (RJ): Vozes, 2001 

f) MARTÍN-BARBERO, Jesús. Dos meios às mediações. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 1997.

g) COELHO, Teixeira. O que é indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 1985, Coleção Primeiros Passos.

h) COHN, Gabriel. Sociologia da Comunicação. São Paulo, Pioneira, 1973.

i) BOUGNOUX, Daniel. Introdução às Ciências da Informação e da Comunicação. Petrópolis, Vozes, 1995.

41 - Sobre a concepção de massaLIMA, Luiz Costa (org.). Teoria da Cultura de Massas. São Paulo, Paz e Terra, 1990.

42 - Etimologia de manipulação

43 - Sobre Bourdieu e o método de fazer dos fundadores "companheiros de viagem" - CATANI, Afrânio Medes. "Um convite aos clássicos: otrabalho sociológicode Pierre Bourdieu". Revista Educação e Linguagem, v.10, n.16. Universidade Metodista de São Paulo, 2007.

44 - HESSE, Hermann.  O lobo da estepe. Rio de Janeiro: Record, 1955.

45 - ENNE, Ana Lucia S. O “defensor do indivíduo”:Hermann Hesse e o processo de massificaçãonas primeiras décadas do século XX. Revista Alceu, n.10. PUC-RJ, 2005.

domingo, 20 de setembro de 2020

Referências do Episódio 2 do Podcast Papinho, em setembro de 2020 - Durkheim e a Teoria Funcionalista

Muito bem! O Papinho já está no seu segundo episódio, no qual abordamos alguns conceitos de Émile Durkheim e seus desdobramentos, no campo dos estudos de comunicação, com a Teoria Funcionalista e os "integrados", conforme a classificação de Umberto Eco.

Para ouvir o Papinho ep.02:

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Para acompanhar a escuta do Episódio 1, consulte o PDF para salvar - parte 2.

Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 2:

1) não esqueça de ouvir o Papinho 1, sobre o processo histórico de construção da modernidade ocidental e o surgimento da cultura de massa.

2) Sobre a Sociologia como ciênciaMARTINS, Carlos Benedito. O que é Sociologia. São Paulo: Brasiliense, 2001.

3) Sobre o Positivismo: 1) wikipedia; 2) RIBEIRO JUNIOR, João. O que é positivismo. São Paulo: Brasiliense, 1994.

4) Sobre Saint-Simon: 1) Wikipedia ; 2) ebiografia; 3) Grandes Utópicos

5) Sobre Auguste Comte: 1) Wikipedia; 2) ebiografia; 3) RIBEIRO JUNIOR, João. Augusto Comte e o Positivismo. São Paulo: Edicamp, 2003.

6) COMTE, Auguste. Discurso Preliminar sobre o espírito positivo.

7) Sobre Emile Durkheim: 1) wikipedia; 2) ebiografia; 3) post "Os pensadores, Emile Durkheim", no Blog do GRECOS; 4) post "Especial Durkheim", no Blog do GRECOS 

8) Sobre o signo de áries

9) DURKHEIM, E. Diversos. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

10) DURKHEIM, E. Regras do método sociológico. Petrópolis: Vozes, 2019.

11) DURKHEIM,E. O suicídio. São Paulo: Martins Fontes, 2019.

12) Episódio Um chazinho com Durkheim - primeiro episódio da série Um chazinho com...

13) Sobre os "fundadores" da Sociologia, Marx, Durkheim e WeberQUINTANEIRO, Tânia e outros. Um toque de clássicos. Marx. Durkheim. Weber. Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2002.

14) SIMMEL, G. A metrópole e a vida mental, In: VELHO, Otávio (org.) O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.

15) Sobre Niterói

16) MARX, Karl e ENGELS, F. Manifesto do Partido Comunista. Petrópolis: Vozes, 1993.

17) RIO, João do. Vida vertiginosa. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

18) BENJAMIN, Walter. "O narrador. Considerações sobre a obra de Nicolai Leskov". IN: BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas. Magia e Técnica, Arte e Política. São Paulo: Brasiliense, 1994.

19) Sobre o estrutural-funcionalismo

20) Sobre os funcionalistas nos estudos de comunicação:

a) WOLF, MAURO. Teorias da Comunicação. Lisboa: Presença, 1987.

b) CAMPOS, R. de. "Teorias da Comunicação: As Correntes Teóricas no Estudo da Comunicação de Massa". Revista Brasileira Multidisciplinar10(2), 2006,  pp.139-152.

c) LIMA, Luiz Costa (Org.). Teoria da cultura de massa. 4. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.

d) MATTELART, Armand e MATTELART, Michèle. História das teorias da comunicação. São Paulo: Loyola, 2000.

e) HOHLFELDT, A.; MARTINO, L. C.; FRANÇA, V. V. Teorias da comunicação: conceitos, escolas e tendências. Petrópolis (RJ): Vozes, 2001 

21) ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados. São Paulo: Perspectiva, 1993.

22) ECO, Umberto. O nome da rosa. Rio de Janeiro: Record, 2009.

23) Sobre Umberto Eco - wikipedia

24) DURKHEIM, E. Da divisão do trabalho social. São Paulo: Martins Fontes, 2019.

25) música "Essa tal liberdade" (Alexandre Pires)

26) Sobre as instituições sociais na perspectiva funcionalista

27) Malinowski e a ideia de "social charter"Texto sobre mito em Malinowski, "The role of mith in life".

28) Marx e a transitoriedade - ALVES, Alvaro Marcel. "O método materialista histórico dialético: alguns apontamentos sobre a subjetividade". Revista de Psicologia da UNESP, v.9, n.1, 2010.

29) Sobre Harold LASSWELL: 1) wikipedia; 2) CARVALHO, Rafiza. Harold Lasswell e o Campo da Comunicação. Tese de doutorado em Comunicação. Brasília, PPGCOM/UNB, 2012.

30) LASSWELL, Harold. "A estrutura e a função da comunicação na sociedade". In: COHN, Gabriel (Org.). Comunicação e indústria cultural. São Paulo: Edusp, l971

31) Sobre Paul LAZARSFELD - 1) wikipedia; 2) Principais teóricos da Comunicação

32) Sobre Robert MERTON - 1) wikipedia; 2) Principais teóricos da Comunicação 

33) MERTON, Robert; LAZARSFELD, Paul. "Comunicação de massa, gosto popular e a organização da ação social". In: LIMA, Luiz Costa (Org.). Teoria da cultura de massa. 4. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.

34) Vídeo Adorno x Lazarsfeld - infelizmente, o trabalho realizado para Cultura Popular não se encontra mais disponível

35) HOBSBAWM, E. A era dos extremos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

36) DURKHEIM, E. As formas elementares da vida religiosa. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

37) DURKHEIM, E. Sociologia e filosofia. São Paulo: Edipro, 2005.

domingo, 13 de setembro de 2020

Referências do Episódio 1 do Podcast Papinho, em setembro de 2020 - Modernidade Ocidental e Cultura de Massa

Bem-vinde ao nosso Blog do GRECOS! 
Aqui vc encontra postagens diversas sobre temas 
que têm a ver com o nosso Papinho, o podcast do GRECOS.

No nosso primeiro episódio, em apoio às disciplinas de Sociologia e Comunicação e Teorias Críticas de Mídia, que a professora Ana Enne, coordenadora do GRECOS, leciona em 2020/1 no curso de Estudos de Mídia (excepcionalmente de forma remota, em razão da covid-19), abordamos o processo histórico de construção da modernidade ocidental e a consolidação da cultura de massa.

Para ouvir o Papinho:

- Link 1 - Anchor

- Link 2 - Spotfy

Para acompanhar a escuta do Episódio 1, consulte o PDF para salvar - parte 1.

Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho ep.01:

1 - Etimologia de modernidade

2 - HOBSBAWM, Eric. "Introdução: A Invenção das Tradições". In: HOBSBAWM, E. e RANGER, T. (org.). A Invenção das Tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984.

3 - Sobre concepções de tempo - Enciclopédia Einaudi, "Tempo/Temporalidade", v. 29.

4 - BERMAN, Marshall. “Introdução: modernidade – ontem, hoje e amanhã”. IN: Tudo que é sólido desmancha no ar. A aventura da modernidade. São Paulo: Companhia das Letras, 1986.

5 - KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado. Contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: contraponto, 1999.

6 - RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa. Vol. I. São Paulo: Papirus, 1996.

7 - Sobre sankofa

8 - Sobre tempo espiralar - Cozinhando com Leda Martins, por Ana Enne - canal do GRECOS



https://youtu.be/diG3IdMNwrY

9 - VERNANT, Jean Paul. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2002

10 - HAVELOCK, Eric A. A revolução da escrita na Grécia e suas conseqüências culturais. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra/Ed. Unesp, 1996.

11 - SÓFOCLES. Édipo Rei - http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000024.pdf

12 - RICHE, P. As Invasões bárbaras. Lisboa: Europa-América, s/d.

13 - Gesta do Rei - Canção de Rolando

14 - PYLE, H. Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda. Rio de Janeiro: Zahar, 2015. Clássicos de bolso.

15 - ENNE, Ana Lucia. "Representações sociais como produtos e processos: embates em torno da construção discursiva da categoria “vândalos” no contexto das manifestações sociais no Rio de Janeiro em 2013". Revista História e Cultura, 2013.

16 - Le Goff e a Idade Média
LE GOFF, Jacques. O imaginário medieval. Lisboa, Estampa, 1994.

17 - Igreja Católica reconhece que errou ao condenar Galileu

18 - "Mas que gira, gira!"

19 - Origens da expressão "sangue azul"

20 - Povo da História das Mentalidades

21 - FORTES, Luiz. O Iluminismo e os reis filósofos. São Paulo: Brasiliense, 1985. Coleção Tudo é História.

22 - Cozinhando com Simmel, com Ana Enne - canal do GRECOS

 https://youtu.be/TIfFj9N1uGA

23 - SIMMEL, G. A metrópole e a vida mental, In: VELHO, Otávio (org.) O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.

24 - VELHO, Gilberto. Projeto e Metamorfose: Antropologia das sociedades complexas. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.

25 - ELIAS, Norbert. Sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 1994

26 -    QUIJANO, Aníbal e WALLERSTEIN, Immanuel.“Americanity as a concept or the Americas in the modern world-system”. IN International Social Science Journal (Paris: UNESCO) Nº 134, novembro, 1992. 

27 - QUIJANO, Anibal. "Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina". IN: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005.

28 - LUGONES, Maria. "Colonialidade e gênero". 

29 - BARRIENDOS, J. "La colonialidad del ver. Hacia un nuevo diálogo visual interepistémico". IN: Nómadas, 35, 2011. 

30 - GONZALEZLélia. "A categoria político-cultural de amefricanidade". Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, v. 92, n. 93, p. 69-82, (jan./jun.), 1988. 

31 - MOLIERE, "O burguês ridículo"

32 - Filme "Caindo no ridículo" (França, 1996). 

33 - Fábula "A cigarra e a formiga", de La Fontaine 

34 - SENNETT, Richard. Carne e pedra. Rio de Janeiro: Record, 2003.

35 - BURCKHARDT, Jacob. A Cultura do Renascimento na Itália. Um ensaio. São Paulo: Companhia das Letras, 2009

36 - As viagens de Marco Polo 

37 - Diário de Cristóvão Colombo 
COLOMBO, Cristóvão. Diários da descoberta da América. Porto Alegre, LPM, 1999.

38 - BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia: de Gutenberg à Internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1984.

39 - GIOVANNINI, G. (org.). Evolução da comunicação: do sílex ao silício. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987.

40 - WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo, Martin Claret, 2000.

41 - HOBSBAWM, E. A era dos impérios. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988

42 - MARX, Karl. O Capital. Edição popular. Lisboa, Edições 70, s/d.

43 - LAMPEDUSA, Tomasi di. O Leopardo. São Paulo: Círculo do Livro, 1985.

44 - Filme "O Leopardo", de Visconti (Itália, 1963)

45 - GRESPAN, Jorge. Revolução Francesa e Iluminismo. Rio de Janeiro: Contexto, 2003.

46 - HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos – Uma história. São Paulo: Cia. das Letras, 2009.

47 - Sobre democracia - HERCULANO, Selene. Em busca da boa sociedade. Niterói: EDUFF, 2006.

48 - HABERMAS, J. Mudança estrutural da esfera pública. RJ, Tempo Brasileiro, 1984.

49 - ELIAS, Norbert. O processo civilizador. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed,1994.

50 - FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro, edições Graal, 1986.

51 - ANDERSON, Benedict. Comunidade imaginada. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

52 - SIMMEL, G. Subjective Culture. In: On Individuality and Social Forms. Chicago, The University of Chicago Press, 1971.

53 - TÖNNIES, F. Comunidad y Sociedad. Buenos Aires: Losada, 1947 
- artigo "Comunidade, sociedade e sociabilidade: revisitando Ferdinand Tönnies

54 - WEBER, Max. Economia e Sociedade. Vol. 1 e 2. Brasília, UNB, 2000.

55 - ENNE, Ana Lucia. “À perplexidade, a complexidade: caminhos para pensar a relação entre consumo e identidade nas sociedades contemporâneas”. IN: Comunicação, Mídia e Consumo. v. 3, p. 11-29. São Paulo, ESPM, 2006.

56 - CHARNEY, Leo e SCHWARTZ, Vanessa (orgs.). O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo, Cosac & Naif, 2004.

57 - THOMPSON, John B. Ideologia e Cultura Moderna. Teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Petrópolis, Vozes, 1995.

58 - HOBSBAWM, Eric. A era do capital. São Paulo: Paz e Terra, 1981.

59 - HALL, Stuart. "A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais no nosso tempo". Rev. Educação e Realidade, 22, n.2, 1997. 

60 - BOURDIEU, Pierre. A Distinção. São Paulo, EDUSP, 2007.

61 - SLATER, Don. Cultura de consumo e modernidade. São Paulo, Nobel, 2002.

62 - KLEIN, Naomi. Sem logo: a tirania das marcas em um planeta vendido. Rio de Janeiro, Record, 2004.

63 - CAMPBELL, Colin. A ética romântica e o espírito do consumismo moderno. Rio de Janeiro, Rocco, 2001.

64 - SCLIAR, Moacyr. Saturno nos trópicos: a melancolia européia chega ao Brasil São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Mídia e Sensacionalismo - Trabalhos Finais - “This is incredible!”, mas não é sensacional: o caso de Rachel Maddow em sua cobertura sobre os abrigos para crianças imigrantes.


Para o trabalho final da disciplina de Mídia e Sensacionalismo, Nicolas Sassi desenvolveu um trabalho analisando a dicotomia complexa entre "jornalismo sério" e o "jornalismo sensacionalista", argumentando a partir de um caso com a jornalista Rachel Maddow na imprensa norte-americana. 

"O jornalismo enquanto área de estudo, assim como o papel do jornalista enquanto profissional são temas debatidos exaustivamente em diversas esferas da sociedade. Muito embalado por concepções positivistas, o senso-comum tende a criar dicotomias entre o que seria um “jornalismo sério” e quais as características daquele dito sensacional; concepções tais quais objetividade e seriedade na transmissão de notícias/informações, assim como distanciamento emocional dos objetos e sujeitos analisados seriam, nesse modelo de jornalismo, premissas basilares. Em contrapartida, o jornalismo sensacionalista, também no viés do senso-comum, seria aquele que ao noticiar um fato provoca deliberadamente sensações, emoções, nos interlocutores e apela ao jogar com memórias afetivas (Barbosa, Enne). Baseando-se na dicotomia proposta, “jornalismo sério” contra jornalismo sensacionalista, convém analisar o caso da jornalista norte-americana Rachel Maddow."

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Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Sociologia e Comunicação: Trabalhos Finais: A vida hiperestimulada na modernidade: críticas na música



O aluno Mohandas Souza, para a disciplina de Sociologia e Comunicação de 2018.1, realizou uma análise musical sobre as relações sociais hiperestimuladas da modernidade contidas nas letras de músicas de artistas como Tom Zé e Titãs. Embasou-se em teorias de Simmel e Marx para compor seu texto.

"Uma relação conturbada com o ritmo moderno urbano é encontrada também na canção “AA UU”, gravada no álbum “Cabeça Dinossauro”, lançado em 1985 pela banda de rock os Titãs. Aqui o hiperestímulo é visto como embotador: “Estou ficando louco de tanto pensar / Estou ficando rouco de tanto gritar / (...) Estou ficando cego de tanto enxergar / Estou ficando surdo de tanto escutar.” Além disso, o cálculo que organiza e faz convergir os horários de todos nas atividades mais fundamentais da vida pessoal, como o sono, a vigília e as refeições, parece ser também fonte de descontentamento. Isto é, depois de ser interpelado pelas imposições sociais que determinam que “Está na hora de acordar / Está na hora de deitar / Está na hora de almoçar / Está na hora de jantar”, o “Eu como/ Eu durmo” sofre uma disfunção e se transforma em “Não como / Não durmo”. O que parece indicar a atitude blasé, segundo a qual o sujeito psiquicamente sobrecarregado, não consegue participar da dinâmica hiperestimulada urbana, conforme descrita por Simmel."

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Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: Gabi Oliveira: uma reflexão sobre o fato social de Durkheim e a construção da autoestima de pessoas negras no Brasil.



Para a disciplina de Sociologia e Comunicação de 2018.1, o aluno Lukas Cruz fez uma análise sociológica sobre o ideal de "beleza" a partir de uma construção social do que é tido como "certo" ou "verdadeiro". Ele argumentou a partir da youtuber Gabi Oliveira e conceituou seguindo a lógica de consciência coletiva de Durkheim.

"Partindo da percepção sociológica de Durkheim, é possível responder, em um primeiro momento, a tal questão, a partir do conceito de consciência coletiva. Definida por ele como um “conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade, formando um sistema determinado com vida própria”. Esses valores e crenças, são impostos aos indivíduos e subjugam sua consciência individual, ou seja, a forma como cada indivíduo age e pensa socialmente perpassa pelo que a consciência coletiva impõe. Nesse sentido, é possível dizer que tais ideais de beleza partem de uma consciência coletiva que determina e classifica o que é esteticamente aceitável ou não. De forma que, pessoas que não se encaixem nesses parâmetros rejeitem suas formas físicas e se sintam obrigadas a recorrer a métodos para modificá-los. Como é o caso da própria youtuber, que ,infeliz com o tamanho de seu nariz, conta que chegou ao ponto de deixar de sorrir e recorrer ao uso de pregadores na tentativa de afiná-lo."

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Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Mídia e Sensacionalismo - Trabalhos Finais: GIF E PERFORMANCE


Para a disciplina de Mídia e Sensacionalismo de 2018.1, o aluno Gabriel Faria organizou uma playlist com hits da plataforma de streaming Spotify unidos à GIFs em uma página no twitter. Ele trabalha com conceitos de diferentes tipos de comunicações, performances midiáticas e territórios virtuais.


"A noção de performance que trabalho nesse projeto é a dos “atos performáticos em suportes midiáticos”, que podem ser recuperados através de arquivos armazenados (AMARAL; SOARES; POLIANOV, 2018). Busco entender como através de um formato de imagem digital podemos performar a nossa comunicação online e demonstrar nossos afetos e percepções sobre produtos culturais midiáticos que nos afetam. (...) 
Ao elaborar essa discussão trabalhando noções de performance e GIF, percebo um alinhamento entre eles no que diz respeito a comunicação online e às novas formas de expressividade performática nas redes. A performatização das músicas de uma playlist musical hospedada no Spotify, através de GIFs, dentro do Twitter que é uma plataforma online que se constitui como território virtual para esse tipo de formato de imagem, faz tornar perceptível como nossas noções de gostos pessoais e apegos simbólicos são determinantes para a escolha de ambos, GIFs e músicas. O conteúdo do GIF provoca sensações que desencadeiam a aprovação de adequação ou não daquele conteúdo como representante imediato da minha performance online."

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Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: O ESTRUTURALISMO DO COLEGIAL E O CASAL ‘BRITTANA’ EM GLEE



O aluno Hugo Barros realizou uma análise sociológica do produto audiovisual Glee e como se dão as relações de poder dentro do habitus do high school norte-americano. Ele dá ênfase à construção do relacionamento homoafetivo entre as personagens Brittany e Santana e seus enfrentamentos.

"Toda conformidade dos integrantes do clube do coral e os demais dentro do espaço social, ocorre devido esse sistema de posições predispostas. Desse modo, é possível observar como as posições sociais em questão no colégio já estão pré-estabelecidas e como isso influência no comportamento dos personagens. Logo, diante da posição de superioridade estabelecida aos populares no ambiente escolar por conta do seu poder simbólico, as formas de opressão são recorrentes, sendo elas físicas ou moral, deixando os indivíduos em uma posição de inferioridade aos demais. Contudo, além das agressões físicas, ocorre o que Bourdieu conceitua como violência simbólica, ou seja, qualquer tipo de violência sem que seja física, exercida pelo o corpo que cause danos morais e psicológicos. Visto isso, Britanny e Santana, líderes de torcida, ao entrarem no clube do coral percebem o que Bourdieu denomina como capital social, ficar devidamente abalado, visto que, em algumas cenas, ao serem descobertas como membros do clube do coral, são tituladas como perdedoras e passam a sofrer forte repressão dos dominadores (populares) ao perceberem que as duas possam estar tendo uma relação amorosa." 

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Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: “Gurus e Meditação em Tempos de Wi-Fi”: como Simmel explicaria esta capa da Revista Ela?


Para a disciplina de Sociologia e Comunicação de 2018.1, a aluna Manoela Mayrink analisou a influência de práticas de meditação na modernidade ocidental como atividade que combate as ansiedades tão presentes nos sujeitos modernos.

"Todos estão, de alguma forma, buscando uma maneira de lidar de forma saudável com as inúmeras demandas e obrigações da pós-modernidade, recheada de estímulos, possibilidades e referências. O alto índice de portadores de transtorno de ansiedade se transformou também em uma possibilidade de mercado, principalmente com as novas mídias e com a “venda” e promoção de um conceito de vida saudável e de autoconhecimento. São livros, cursos, canais de youtube e afins que abordam temas como meditação, yoga e autoajuda como formas de lidar com o que pode ser entendido como um efeito do hiper-estímulo trazido por Simmel (...) Um dos muitos veículos/plataformas de comunicação que se rendeu à produção de conteúdos sobre o tema recentemente foi a revista dominical Ela, parte do Jornal O Globo."


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Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI