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sábado, 26 de novembro de 2022

Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Análise da série I May Destroy You (2020)

 


Para a avaliação final da disciplina Identidades Culturais na Contemporaneidade, as alunas Indaiá Mattos, Luciana Toledo e Sarah Roque produziram uma análise série I May Destroy You, disponível na HBO Max.

Lançada em 2020 e com apenas 1 temporada, a série é escrita, dirigida e estrelada por Michaela Coel. Na série, somos apresentados a Arabella, uma jovem mulher londrina de ascendência ganesa que ganha visibilidade como escritora após viralização de seus textos no Twitter. Em uma noite com amigos, Arabella é dopada e estuprada e é a partir deste conflito que a trama se desenvolverá. A série é uma ficcionalização de um abuso sofrido pela atriz e diretora Michaela Coel, que aconteceu enquanto as gravações de sua primeira série, Chewing Gum, aconteciam. Ainda que a narrativa tenha como foco questões como assédio, consentimento, feminicídio e o movimento Me Too, a série também traz consigo reflexões importantes sobre memória, identidade e representação.

Para ler o trabalho completo clique aqui. 



Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Ciclo Sem Fim: Identidade Enquanto Questão em "O Rei Leão"

 


Para a avaliação final de Identidades Culturais na Contemporaneidade, o aluno Daniel Filipe Silva Moraes fez uma análise do produto midiático pensando a relação do mesmo com a questão das identidades. Para tanto, o produto midiático escolhido foi o filme “O Rei Leão” (1994), da Walt Disney Pictures, e, no trabalho, buscarei traçar algumas formas como “identidade” pode ser encarada como parte chave nesta animação.

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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - A Grande Família e a Praça Pública na TV

 


Para finalizar a disciplina Teorias Críticas de Midia, o aluno João Pedro Ferreira Soares desenvolveu uma análise do programa A Grande Família.

Ao longo de 485 episódios e 11 temporadas, o seriado de comédia A Grande Família produzido e exibido pela TV Globo conquistou o público e é considerado hoje um dos grandes marcos na história da televisão brasileira. De 2001 à 2014 a produção que almejava representar uma família de classe média baixa na TV, aos moldes do que poderia ser encontrado pelos subúrbios da cidade do Rio de Janeiro, lançou moda, ditou tendências e se transformou ao longo dos anos, subtraindo e somando personagens, transformando suas relações profissionais e pessoais e, acima de tudo, buscando atravessar a primeira década e meia do século XXI a eboque do público, que poderia encontrar na tela da televisão um pouco dos temas e discussões mais efervescentes da sociedade brasileira à época, incrementados por um roteiro por vezes considerado simplista e generalista, já em outras despretensioso, ácido e até mesmo calcado no absurdo, que tentava emular o dia a dia de um país que via a ascensão da chamada “nova classe C”, justamente a classe popular que deu origem ao conceito do seriado.

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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - Análise de Euphoria (HBO)

 


Para finalizar a disciplina Teorias Críticas de Midia, as alunas Indaiá Mattos, Luciana Toledo e Sarah Roque desenvolveram uma análise da série “Euphoria”, disponível na HBOMax.

Adaptada pelo produtor e roteirista estadunidense Sam Levinson, Euphoria é baseada em uma série israelense de mesmo nome. Transmitida pela HBO, a série retrata a vida e o cotidiano de jovens que frequentam o mesmo colégio, bem como suas relações, traumas e afetos. A trama é focada na personagem Rue, uma jovem recém saída da reabilitação adicta em opióides, que de volta à vida escolar tenta se adaptar à sobriedade novamente. Ainda que o ponto de partida da narrativa seja o retorno de Rue, ao longo de 8 episódios, o espectador também é apresentado à vida de outros personagens que enriquecem a trama e trazem à tona outros conflitos.

Sendo definida pela crítica como uma série sobre fissura, Euphoria é considerada a série da geração z, definida pelo uso de aplicativo de relacionamentos, sites de pornografia, mensagens de texto e nudes, uma geração hiperestimulada e portanto, blasé. Pretendemos com este trabalho analisar a produção sob as lentes dos teóricos George Simmel e Zygmunt Bauman a fim de investigar como os sintomas modernos de mal estar contemporâneo se relacionam à trama.


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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Identidade e Representação em Ms.Marvel

 



Para finalizar a disciplina Identidades Culturais na Contemporaneidade, o aluno Alcir Guilherme desenvolveu uma análise série Ms. Marvel, disponível no Dinsey+.

A série Ms. Marvel tem como protagonista uma jovem de 16 anos de origem paquistanesa chamada Kamala Khan que vive em Nova Jersey junto com seus pais conservadores e seu irmão mais velho, gosta de escrever fanfics e é fascinada em heróis, especialmente a Capitã Marvel. Kamala tem que enfrentar diversos problemas para poder e encaixar na sua família e fazer amigos na escola, mas a jovem geek vê sua vida mudar rasticamente quando adquire poderes e por causa disso tem que aprender a equilibrar sua vida como super-heroína e a vida escolar. Além disso, tem que saber lidar com as dificuldades de pertencer a uma família mulçumana, vivendo nos Estados Unidos.

Por se tratar de uma série da Marvel HQ, a história é centrada no embate entre herói e vilão, bem e mal, o diferencial desta série em comparação com as outras disponíveis no Disney+ é que Ms. Marvel não traz uma heroína puramente americana, mas paquistanesa somando-se e somado a este fato nos apresenta uma cultura pouco conhecida, possibilitando o conhecimento sobre os costumes e os abusos das autoridades policiais sobre os mulçumanos, principalmente pelo que aconteceu no 11 de setembro.

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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - Análise do filme “Dancing Queens”


Para finalizar a disciplina Teorias Críticas de Midia, a aluna Natacha Ferreira Moreira desenvolveu uma análise do filme “Dancing Queens” usando os conceitos de Erving Goffman e Pierre Bourdieu, que foram discutidos durante o período.

“Dancing Queens” (2021) é um filme sueco dirigido por Helena Bergström, produzido pela Sweetwater Production e distribuído pela Netflix. Na trama, Dylan Pettersson é uma dançarina de disco que mora em uma pequena ilha. Ao ir para a cidade para uma audição de uma companhia, os eventos acabam a levando a ser faxineira em um clube de drag. Ela conhece Victor, um coreógrafo que está tentando tirar o clube da falência iminente ao modernizar a apresentação do grupo da casa. Ao descobrir o talento de Dylan, Victor fica tentado a contratá-la. Só tem um problema: Dylan é uma mulher e mulheres não podem ser drag queens. Querendo aproveitar essa oportunidade de se expressar pela dança, Dylan decide se passar por um homem para conseguir uma vaga no grupo.

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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Análise de Filmes Teens com Pierre Bourdieu e Gilberto Velho

 


Para finalizar a disciplina Identidades Culturais na Contemporaneidade, os alunos Victor Carvalho, Fernanda Simões, Nátalie Rodrigues, Daniel de Paula e Júlia Euzébio desenvolveram uma análise de filmes adolescentes usando os conceitos de Pierre Bourdieu e Gilberto Velho, que foram discutidos durante o período.

O trabalho completo, em vídeo, pode ser conferido clicando aqui.



Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - "Casamento às Cegas: Brasil" e a Espetacularização da Vida

 


Para finalizar a disciplina Teorias Críticas de Midia, a aluna Júlia Tavares desenvolveu uma análise do reality show da Netflix "Casamento às Cegas: Brasil", usando o conceito de sociedade do espetáculo de Guy Debord.

O espetáculo surge para representar o real a partir da reprodução imagética da vida, da sociedade, da cultura e dos costumes.

Segundo Debord, o espetáculo é produto do capitalismo e sistema de controle social. Existe com o intuito de ser formador de padrões sociais, de identidade e de valores. É objeto de consumo da própria sociedade, pois constitui a relação social entre as pessoas, de modo que a vida perca espaço para a representação dela mesma, enquanto a representação também se alimenta da vida.

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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - Daniel Sloss Live Show: Quebra-Cabeça Análise de Conteúdo Midiático



Para finalizar a disciplina de Teorias Críticas de Midia, os alunos Clarice Oliveira dos Anjos e Yan Gomes desenvolveram uma análise do especial de comédia "Daniel Sloss: Live Show", usando conceitos de Guy Debord sobre a Sociedade do Espetáculo e de Antonio Gramsci sobre Consenso e Discurso, além de passar pontualmente pelo raciocínio de Izabel Cristina Rios, desenvolvido no artigo O Amor em Tempos de Narciso (2008).

O objeto desta análise é o segundo dos 2 episódios do especial de comédia: Daniel Sloss: Live Show, “Quebra-cabeça”. O show pode ser assistido na plataforma de streaming Netflix e, ao longo dele, o comediante trata de assuntos sociais, íntimos e delicados de maneira direta e humorística, com críticas ácidas e, definitivamente, indelicadas. Em Quebra-cabeça, o conteúdo analisado neste trabalho é o que está presente a partir de 31’20’’ de show, em que Daniel leva a platéia à uma reflexão sobre a idealização de amor e os caminhos que isso determina nos relacionamentos.


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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Lutando Por Um Território Mestiço: Uma Análise do Curta-Metragem Liberdade (2018)


Para finalizar a disciplina Identidades Culturais na Contemporaneidade, a aluna Telma Yamabe desenvolveu uma análise do curta-metragem "Liberdade", usando conceitos de Stuart Hall, Michael Pollak e Gilberto Velho, que foram discutidos durante o período.

O curta-metragem Liberdade é uma correalização de Pedro Nishi e Vinícius Silva, produzido por A Flor e a Náusea em 2018 e foi vencedor do Prêmio Especial do Júri no 51o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Durante 25 minutos, a obra mistura o documental e a ficção trabalhando com quatro temporalidades distintas ancoradas no território do bairro da Liberdade em São Paulo. Através da atuação de Aboubacar Sidibé, Cristina Sano e Mamadou Yaya Sow percorremos o passado escravocrata, a imigração japonesa, a atual presença de imigrantes oriundos da África e o futuro do bairro paulista.


O curta está disponível no YouTube e pode ser acessado clicando aqui.

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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - “Uma nação renascida”: estrutura, poder e dominação na série The Purge


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação 0 aluno Leonardo Vidal desenvolveu uma análise sobre a série The Purge a partir de conceitos de Durkheim, Gramsci e Marx, que foram discutidos durante o período.

"A série The Purge, disponível na Amazon Prime, surgiu a partir da franquia dos cinemas Uma Noite de Crime, tendo duas temporadas, a primeira em 2018 e a segunda em 2019. Com roteiro de James DeMonaco, a série continua contando histórias sobre o novo sistema implementado a partir da ascensão de um novo partido nacionalista ao poder dos Estados Unidos: The New Founding Fathers of America (NFFA).
Em 2014, os Estados Unidos enfrentam um cenário caótico com uma crise econômica e social que abre espaço para o grupo NFFA derrubar o governo e assumir a presidência do país. A partir de 2016, sob um governo autoritário, totalitário e opressor da NFFA, inicia-se um plano nacional para estabilizar a sociedade norte-americana devido ao aumento da violência e problemas sociais: The Annual Purge. Com o discurso pautado na salvação do país, os cidadãos norte-americanos seguiriam todas as regras e leis durante o ano em troca de um feriado especial que daria a oportunidade das pessoas purificarem, assim como é chamado na série."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Expresso do Amanhã (Snowpiercer) e as teorias de dominação e marxista


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação a aluna Natalia Lourenço desenvolveu uma análise da série da Netflix, Expresso do Amanhã (em inglês: Snowpiercer), que foi idealizada a partir do filme de título homônimo, dirigido pelo produtor, roteirista e cineasta Bong Joon-ho.


"A trama narra a estória de um grupo de sobreviventes que vivem em um trem autossustentável, após a temperatura da Terra cair a ponto de dizimar a humanidade. Na locomotiva, que se desloca em trilhos dispostos ao redor de todo o planeta, cada vagão apresenta determinado papel para a sociedade que ele abriga. Existem vagões para agropecuária, para diversão, para o comércio, para a habitação, para a saúde, para prisão de infratores e para todas as demais atividades necessárias para a manutenção daquela sociedade. Os segmentos do trem são divididos de acordo com as classes sociais. Os passageiros do Snowpiercer compõem a primeira classe, a classe trabalhadora/operária e o fundo, de acordo com a passagem que adquiriram e quanto pagaram por ela. Os passageiros que vivem no “fundo”, no último vagão do trem, não compraram passagem e entraram no veículo clandestinamente e, por isso, vivem de forma miserável, sem direitos ou condições mínimas para viver dignamente. Os passageiros da classe trabalhadora/operária desempenham todas as atividades laborais do trem, desde as “braçais” até à administrativa. Enquanto isso, os passageiros da primeira classe, aqueles que pagaram o valor mais alto por suas passagens, não trabalham e apenas desfrutam das comodidades, produtos e serviços oferecidos no trem, fruto do trabalho alheio."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - As Telefonistas: as contribuições de Douglas Kellner para a leitura da narrativa


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, a aluna Luize Moraes desenvolveu uma análise da série espanhola da Netflix: Las Chicas del Cable (no Brasil, As Telefonistas), a partir de conceitos do teórico crítico Douglas Kellner, trabalhado na disciplina. 


"A série espanhola As Telefonistas - disponível da plataforma de streaming Netflix - aborda questões sociais relevantes no campo dos estudos das narrativas culturais. A ficção é ambientalizada em 1920, momento no qual as mulheres enfrentavam um processo ainda mais difícil, comparado ao atual, na busca por liberdade e direitos sociais. Atualmente, as mulheres e o feminismo - através de luta constante - conquistaram avanços no cenário desigual da sociedade, como por exemplo o direito ao voto, entretanto, as marcas patriarcais ainda são evidentes na contemporaneidade. Nesse sentido, a série em questão aborda a representação feminina em 1920 ao mesmo tempo que contribui para a simbolização e a manutenção da memória histórica na luta das mulheres, que se mostra presente no Brasil desde o período colonial, através do patriarcado, até os dias atuais."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Um novo olhar sobre Sex and The City: uma análise sociológica do enredo e a relação estabelecida com a terceira onda do feminismo


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, a aluna Lia Castanho a partir da perspectiva de Douglas Kellner optou por fazer uma análise crítica da série Sex and The City, enxergando-a como integrante da cultura de mídias, através de uma pedagogia que foge do binarismo.


"Considerada um grande marco pela indústria produtora de sitcoms no final dos anos de 90, presente em debates feministas e acusada atualmente de envelhecer mal (um episódio contém o ex- presidente Trump como materialização do homem perfeito), Sex and The City ainda gera discussões no meio acadêmico e nos demais setores da sociedade. Após 17 anos da exibição de seu último capítulo (2004), a sitcom ainda conquista público, atinge diversas faixas etárias e se encontra presente nas redes sociais não só através dos debates impulsionados pelas questões e dramas vivenciados pelas personagens, mas também pelo vestuário, a moda é também central no enredo. A identificação com as personagens, mulheres brancas de classe média na faixa dos 30 anos lidando com dilemas dos seus múltiplos papéis na sociedade no tempo atual, engendra este trabalho. Além deste aspecto, a escolha desse produto midiático para análise sociológica recebe influência direta da perspectiva do pesquisador Douglas Kellner (2002). Deste modo, possui como principal proposta a não demonização da sitcom, mas sim uma análise crítica do fenômeno, enxergando-o como integrante da cultura de mídias e praticando uma nova pedagogia que foge do binarismo proposto pelos apocalípticos e integrados."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - A Representação das Cariocas e do Rio De Janeiro no videoclipe Girl From Rio


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, o aluno Guilherme Cirqueira fez uma análise sobre a representação das cariocas e do Rio De Janeiro no videoclipe Girl From Rio tendo como base conceitos de Stuart Hall.


"Partindo dos acordes da música Garota de Ipanema, clássico da bossa nova composto por Tom Jobim e letrado por Vinicius de Moraes em 1962, o videoclipe de Girl from Rio se inicia com “o Rio exportação”, da Zona Sul, com o Pão de Açúcar ao fundo, mas logo portas se abrem e agora será contada uma parte da história da artista, da garota que cresceu na periferia e é “uma Garota do Rio”.

Deixando para trás a paisagem artificial comumente explorada nas produções audiovisuais, o espectador é conduzido à um tour pelo que Anitta considera essencial conhecer na sua cidade. Ao descer de um ônibus lotado, é revelado o Rio do subúrbio, cheio de cores, sabores e pluralidade de corpos."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 18 de junho de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Disponível

 


Para o trabalho final da disciplina Sociologia e Comunicação,  a aluna Francine das Mercês Rodrigues  trabalhou o seu próprio curta-metragem "Disponível", traçando paralelos com alguns conceitos do sociólogo Georg Simmel


"O curta-metragem “Disponível”, feito no ano de 2019, narra a história de uma personagem que vive uma rotina 24/7, conceito tratado pelo crítico Jonathan Crary, pautada no uso excessivo dos meios tecnológicos, na necessidade de estar conectada, em um cotidiano alienante e acelerado que revelam certas questões relacionadas ao indivíduo contemporâneo. Tendo em vista as características presentes no curta, este trabalho visa analisar como essas questões foram representadas nas cenas em paralelo aos pontos traçados pelo sociólogo alemão Georg Simmel em ‘A metrópole e a vida mental’ de 1902."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

terça-feira, 8 de junho de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Análise sobre o Big Brother Brasil

Como trabalho final da disciplina Sociologia e Comunicação, utilizando conceitos estudados de Karl Marx e Guy Debord, a aluna Beatriz Werneck analisou o impacto do Big Brother Brasil na sociedade durante os meses em que é exibido.


"O Big Brother é um programa que tem uma forte influência na população. Por ser
transmitido na Globo, maior empresa televisiva do Brasil, ele conta com uma audiência muito
grande. Mesmo que não acompanhe o programa, praticamente todo mundo sabe quando ele
está sendo transmitido, quando acaba, ou seja, basicamente todo mundo conhece o Big
Brother.
Um dos principais conceitos de Marx é o de ideologia, que é um instrumento de
dominação que gera conformismo e consequentemente, uma alienação. O BBB se encaixa
nesse perfil primeiramente devido a alienação que ele causa. O telespectador do reality fica
tão envolvido com o programa que tende a se ausentar por um período de debates que
abordam outros temas da sociedade. Durante o intervalo de tempo em que o BBB está sendo
transmitido, muitos assuntos relevantes passam despercebidos visto que o foco está no reality.
Um exemplo de uma pauta que foi ofuscada pelo BBB foi a eleição de Arthur Lira como
presidente da Câmara. Por mais que a população não pudesse interferir na votação da
Câmara, mesmo com a problemática que a eleição dele trazia, a maioria dos comentários nas
redes sociais, como por exemplo o Twitter, continuaram sendo sobre os acontecimentos do
reality show."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - “Cercados”: Uma Análise Sob a Ótica de Kellner


Para o trabalho final da disciplina de Sociologia e Comunicação, Marcela Beatriz Neves Silva desenvolveu uma análise da série documental "Cercados" a partir de argumentos elaborados pelo filósofo Douglas Kellner.


" “Cercados”, a nova produção original da Globoplay, serviço de streaming do canal Globo, retrata a rotina do setor jornalístico da emissora no período da pandemia do coronavírus. Entre desafios, alegrias e muito trabalho, o documentário mostra para o público os bastidores dos programas mais conhecidos da empresa, o “Jornal Nacional”, “Profissão Repórter” e “GloboNews” e os obstáculos na hora de transmitir as notícias mais relevantes acerca desta nova doença, principalmente pela resistência do governo Bolsonaro e seus apoiadores. Com esta premissa em mente, decidi analisar o referente produto segundo os argumentos de Douglas Kellner, que no seu livro “A Cultura da Mídia” destaca a dificuldade que governos conservadores têm de aceitar mudanças e o papel da mídia na difusão de ideias contrárias."

Clique aqui para ler o trabalho completo. 


Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: O ESTRUTURALISMO DO COLEGIAL E O CASAL ‘BRITTANA’ EM GLEE



O aluno Hugo Barros realizou uma análise sociológica do produto audiovisual Glee e como se dão as relações de poder dentro do habitus do high school norte-americano. Ele dá ênfase à construção do relacionamento homoafetivo entre as personagens Brittany e Santana e seus enfrentamentos.

"Toda conformidade dos integrantes do clube do coral e os demais dentro do espaço social, ocorre devido esse sistema de posições predispostas. Desse modo, é possível observar como as posições sociais em questão no colégio já estão pré-estabelecidas e como isso influência no comportamento dos personagens. Logo, diante da posição de superioridade estabelecida aos populares no ambiente escolar por conta do seu poder simbólico, as formas de opressão são recorrentes, sendo elas físicas ou moral, deixando os indivíduos em uma posição de inferioridade aos demais. Contudo, além das agressões físicas, ocorre o que Bourdieu conceitua como violência simbólica, ou seja, qualquer tipo de violência sem que seja física, exercida pelo o corpo que cause danos morais e psicológicos. Visto isso, Britanny e Santana, líderes de torcida, ao entrarem no clube do coral percebem o que Bourdieu denomina como capital social, ficar devidamente abalado, visto que, em algumas cenas, ao serem descobertas como membros do clube do coral, são tituladas como perdedoras e passam a sofrer forte repressão dos dominadores (populares) ao perceberem que as duas possam estar tendo uma relação amorosa." 

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Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: Roxanne Roxanne



Para o trabalho final de Sociologia e Comunicação de 2018.1, a aluna Morena Mariah explora  o filme Roxanne Roxanne, que narra a vida de uma rapper norte-americana e trabalha com conceitos como o de Lugar de Fala com Djamila Ribeiro e discorre sobre as invisibilidades da mulher negra tanto no produto audiovisual quanto na materialidade da vida real.

"A invisibilidade das narrativas de mulheres negras em toda a historiografia ocidental se repete também na vivência da personagem Roxanne, que mesmo sendo uma das principais precursoras do movimento hip hop nos Estados Unidos, enfrenta diversas situações de machismo e invisibilização, tanto na ficção quanto na história real. A própria iniciativa de produção deste filme por parte de Pharrell Williams é uma tentativa de visibilizar a trajetória de uma artista pouco conhecida dentro da própria cena do hip hop mundial. Djamila Ribeiro sobre as possibilidades de o direito à voz diz:
  “Mulheres negras, por exemplo, possuem uma situação em que as possibilidades são ainda menores – materialidade! – e, sendo assim, nada mais ético do que pensar em saídas emancipatórias para isso, lutar para que elas possam ter direito à voz e melhores condições. Nesse sentido, seria urgente o deslocamento do pensamento hegemônico e a ressignificação das identidades, sejam de raça, gênero, classe para que se pudesse construir novos lugares de fala com o objetivo de possibilitar a voz e visibilidade a sujeitos que foram considerados implícitos dentro dessa normatização hegemônica.” (RIBEIRO, 2017)"

Clique aqui para ler o trabalho completo.

Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI