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terça-feira, 13 de outubro de 2020

Referências do Episódio 5 do Podcast Papinho, em outubro de 2020 - Simmel, Bauman e a questão da ansiedade e do afeto na modernidade

Chegamos ao episódio 05 de nosso Papinho, o podcast do GRECOS. Neste número, abordamos dois sociólogos: Georg Simmel e Zygmunt Bauman, para, a partir de seus conceitos, pensarmos as questões em torno dos temas da ansiedade e do afeto na sociedade moderna ocidental e, posteriormente, globalizada. Entendemos que ansiedade e afeto são sintoma e capital, em um jogo ambíguo, no qual a mídia hegemônica desempenha um papel fundamental. Falamos sobre tudo isso em nosso Papinho, escuta lá, minha gente!

Para ouvir o Papinho ep.05:

- Link 1 - Anchor

- Link 2 - Spotfy

Para acompanhar a escuta do Episódio 5, consulte o PDF pra salvar - parte 5.

Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 5:

1 - sobre Georg Simmel - 1) wikipedia; 2) Infopédia

2 - Sobre a Escola de sociologia alemã - SIQUEIRA, Euler. "Interação e comunicação na escola sociológica alemã". IN: LOGOS. UERJ, v.8, n.2, 2001.

3 - Sobre o signo de Peixes

4 - Sobre os fundadores da Sociologia - Papinho 3 (Durkheim),  Papinho 3 (Marx) e Papinho 4 (Weber); livro QUINTANEIRO, Tânia e outros. Um toque de clássicos. Marx. Durkheim. Weber. Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2002.

5 - SIMMEL, G. "A metrópole e a vida mental", In: VELHO, Otávio (org.) O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.

6 - Cozinhando com Simmel - por Ana Enne - em 6 partes


7 - Sobre Zygmunt Bauman - 1) wikipedia; 2) dossiê sobre Bauman

8 - Sobre o signo de Escorpião

9 - BAUMAN, Z. Amor líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.

10 - BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

11 - Episódio Um Chazinho com Bauman - por Ana Enne


12 - Sobre Ansiedade - 1) página sobre o tema; 2) Revista Super Interessante; 3) etimologia

13 - Sobre Afeto e Afetividade: 1) etimologia; 2) Wikipedia 

14 - Sobre Sintoma

15 - Sobre Capital - 1) Dicionário Financeiro; 2) Wikipédia

16 - Sobre Pós Modernidade 

17 - Sobre Modernidade Tardia

18 - ENNE, Ana Lucia. "À perplexidade, a complexidade: a relação entre consumo e identidade nas sociedades contemporâneas". IN: Comunicação, Mídia e Consumo. São Paulo, ESPM, v.3, n.7, 2006.

19 - ADORNO, Theodor. "A indústria cultural". IN: Sociologia. São Paulo, Ática, 1991.

20 - Para saber mais sobre a pesquisa "Ansiedade e afeto como sintoma e capital das juventudes contemporâneas", e sobre outras pesquisas desenvolvidas no Laboratório de Mídia e Identidade (LAMI) - ver site do LAMI

21 - Sobre Harry Potter

22 - Sobre Percy Jackson

23 - Sobre Jogos Vorazes

24 - Sobre a série Divergente

25 - ENNE, Ana Lucia Silva; PROCÓPIO, Victória Machado Guedes"Ansiedade e afeto como categorias-chave em narrativas literárias e midiáticas infanto-juvenis contemporâneas: uma abordagem a partir dos Estudos Culturais". Parágrafo, [S.l.], v. 7, n. 1, p. 48, maio 2020

26 - BAUMAN, Z. Tempos líquidos. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.

27 - BAUMAN, Z. Comunidade: A busca por segurança no mundo atualRio de Janeiro: Zahar, 2005.

28 - ANDERSON, Benedict.  Comunidade imaginada. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

29 - SIMMEL, G. On individuality and social formsUniversity of Chicago Press, 1972,

30 - RIO, João do. "A era do automóvel". IN: A vida vertiginosa. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

31 - SINGER, Ben. “Modernidade, Hiperestímulo e o Início do sensacionalismo popular” In CHARNEY, L. e SCHWARTZ, V. O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac & Naify, 2001. 

32 - Sobre a série "Família Imperial"

33 - SIMMEL, G. The Philosophy of MoneyRoutledge, 2011.

34 - BAUMAN, Z, Vida para o consumo. Rio de Janeiro: Zahar, 2008,

35 - BAUMAN, Z. Vida líquidaRio de Janeiro: Zahar, 2007,

36 - BAUMAN, Z. Vidas desperdiçadasRio de Janeiro: Zahar, 2005.

37 - BAUMAN, Z. Capitalismo parasitárioRio de Janeiro: Zahar, 2010.

38 - BAUMAN, Z. Identidade: Entrevista a Benedetto Vecchi. Rio de Janeiro: Zahar, 2005

39 - Sobre cultura do cancelamento

40 - Titãs - música "Go back"

41 - Mart'nália - música "Chega"

42 - Netinho - música "Total"

43 - Luka - música "Tô nem aí"

44 - BAUMAN, Z. Medo Líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

45 - BAUMAN, Z. Confiança e medo na cidade. Rio de Janeiro, Zahar: 2009.

46 - CALDEIRA, Teresa. Cidade de muros: Crime, Segregação e Cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34, 2011.

47 - BARRAL, Étienne. Otaku. São Paulo: SENAC, 2001.

48 - BRAZO, Dionísio de Almeida. Turismo Otaku : nova tendência de turismo sob o olhar dos otakus no bairro da Liberdade, em São Paulo. Orientador: Ari da Silva Fonseca Filho. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Universidade Federal Fluminense. Faculdade de Turismo e Hotelaria, 2017.

49 - PEREIRA, Gyssele Mendes.  A RE-MERCANTILIZAÇÃO DO UNIVERSO DO DESCARTÁVEL ATRAVÉS DA MÍDIA Consumo, Representação e MemóriaDissertação de mestrado em Comunicação - PPGCOM/UFF. Niteroi, 2014.

50 - SOUZA, Bruno Thebaldi. A era dos multimedos: as turfobias e a construção dos imaginários sociais de medo pela mídia. Dissertação de mestrado em Comunicação - PPGCOM/UFF. Niteroi, 2013.

51 - BAUMAN, Z. Modernidade e ambivalência. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.

52 - SCLIAR, Moacyr. Saturno nos trópicos: a melancolia européia chega ao Brasil São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

53 - Etimologia de indivíduo

54 - Fábula "A cigarra e a formiga", de La Fontaine 

55 - WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.

56 - MIGUEL, Vinicius Machado. "Uma breve relação entre amor romântico e capitalismo". Novembro de 2019.

57 - FREUD, S. O mal-estar na cultura. Porto Alegre: L&PM, 2010.

58 - ENGELS, F. e MARX, K. Manifesto do Partido Comunista. Petrópolis, Vozes, 1993.

59 - Sobre fetiche da mercadoriaMARX, Karl. O Capital. Edição popular. Lisboa, Edições 70, s/d.

60 - Sobre o filme "A forma da água" (2017)

61 - ENNE, Ana Lucia; LAGES, Flavia e OLIVEIRA, Ohana Boy. "Representações identitárias em disputa em um mundo em transformação. Uma análise dos filmes A forma da água, Pantera Negra e Uma mulher fantástica". Novos Olhares, v.8, n.1, 2019. 

62 - CERTEAU, Michel de. A cultura no Plural. Campinas: Papirus, 1995.

63 - BAUMAN, z. Vida em fragmentos. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.

64 - Sobre Síndrome do Pânico

65 - Sobre Estresse

66 - Sobre Medicamentalização

67 - Sobre Neoliberalismo

68 - SENNETT, Richard. A corrosão do caráter. São Paulo: Record, 1999.

69 - Globo News - "Nunca desliga"

70 - Significado de "dar block"

71 - Sobre apps de consumo no Brasil

72 - Sobre Pedagogia do capital

73 - Sobre o formato das séries

74 - Sobre formato de games

75 - Sobre games em formato de séries

76 - Significado de Spoiler

77 - Hesse, Hermann. "O Poeta".

78 - Significado de "Entendedores entenderão"

domingo, 13 de setembro de 2020

Referências do Episódio 1 do Podcast Papinho, em setembro de 2020 - Modernidade Ocidental e Cultura de Massa

Bem-vinde ao nosso Blog do GRECOS! 
Aqui vc encontra postagens diversas sobre temas 
que têm a ver com o nosso Papinho, o podcast do GRECOS.

No nosso primeiro episódio, em apoio às disciplinas de Sociologia e Comunicação e Teorias Críticas de Mídia, que a professora Ana Enne, coordenadora do GRECOS, leciona em 2020/1 no curso de Estudos de Mídia (excepcionalmente de forma remota, em razão da covid-19), abordamos o processo histórico de construção da modernidade ocidental e a consolidação da cultura de massa.

Para ouvir o Papinho:

- Link 1 - Anchor

- Link 2 - Spotfy

Para acompanhar a escuta do Episódio 1, consulte o PDF para salvar - parte 1.

Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho ep.01:

1 - Etimologia de modernidade

2 - HOBSBAWM, Eric. "Introdução: A Invenção das Tradições". In: HOBSBAWM, E. e RANGER, T. (org.). A Invenção das Tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984.

3 - Sobre concepções de tempo - Enciclopédia Einaudi, "Tempo/Temporalidade", v. 29.

4 - BERMAN, Marshall. “Introdução: modernidade – ontem, hoje e amanhã”. IN: Tudo que é sólido desmancha no ar. A aventura da modernidade. São Paulo: Companhia das Letras, 1986.

5 - KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado. Contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: contraponto, 1999.

6 - RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa. Vol. I. São Paulo: Papirus, 1996.

7 - Sobre sankofa

8 - Sobre tempo espiralar - Cozinhando com Leda Martins, por Ana Enne - canal do GRECOS



https://youtu.be/diG3IdMNwrY

9 - VERNANT, Jean Paul. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2002

10 - HAVELOCK, Eric A. A revolução da escrita na Grécia e suas conseqüências culturais. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra/Ed. Unesp, 1996.

11 - SÓFOCLES. Édipo Rei - http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000024.pdf

12 - RICHE, P. As Invasões bárbaras. Lisboa: Europa-América, s/d.

13 - Gesta do Rei - Canção de Rolando

14 - PYLE, H. Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda. Rio de Janeiro: Zahar, 2015. Clássicos de bolso.

15 - ENNE, Ana Lucia. "Representações sociais como produtos e processos: embates em torno da construção discursiva da categoria “vândalos” no contexto das manifestações sociais no Rio de Janeiro em 2013". Revista História e Cultura, 2013.

16 - Le Goff e a Idade Média
LE GOFF, Jacques. O imaginário medieval. Lisboa, Estampa, 1994.

17 - Igreja Católica reconhece que errou ao condenar Galileu

18 - "Mas que gira, gira!"

19 - Origens da expressão "sangue azul"

20 - Povo da História das Mentalidades

21 - FORTES, Luiz. O Iluminismo e os reis filósofos. São Paulo: Brasiliense, 1985. Coleção Tudo é História.

22 - Cozinhando com Simmel, com Ana Enne - canal do GRECOS

 https://youtu.be/TIfFj9N1uGA

23 - SIMMEL, G. A metrópole e a vida mental, In: VELHO, Otávio (org.) O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.

24 - VELHO, Gilberto. Projeto e Metamorfose: Antropologia das sociedades complexas. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.

25 - ELIAS, Norbert. Sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 1994

26 -    QUIJANO, Aníbal e WALLERSTEIN, Immanuel.“Americanity as a concept or the Americas in the modern world-system”. IN International Social Science Journal (Paris: UNESCO) Nº 134, novembro, 1992. 

27 - QUIJANO, Anibal. "Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina". IN: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005.

28 - LUGONES, Maria. "Colonialidade e gênero". 

29 - BARRIENDOS, J. "La colonialidad del ver. Hacia un nuevo diálogo visual interepistémico". IN: Nómadas, 35, 2011. 

30 - GONZALEZLélia. "A categoria político-cultural de amefricanidade". Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, v. 92, n. 93, p. 69-82, (jan./jun.), 1988. 

31 - MOLIERE, "O burguês ridículo"

32 - Filme "Caindo no ridículo" (França, 1996). 

33 - Fábula "A cigarra e a formiga", de La Fontaine 

34 - SENNETT, Richard. Carne e pedra. Rio de Janeiro: Record, 2003.

35 - BURCKHARDT, Jacob. A Cultura do Renascimento na Itália. Um ensaio. São Paulo: Companhia das Letras, 2009

36 - As viagens de Marco Polo 

37 - Diário de Cristóvão Colombo 
COLOMBO, Cristóvão. Diários da descoberta da América. Porto Alegre, LPM, 1999.

38 - BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia: de Gutenberg à Internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1984.

39 - GIOVANNINI, G. (org.). Evolução da comunicação: do sílex ao silício. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987.

40 - WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo, Martin Claret, 2000.

41 - HOBSBAWM, E. A era dos impérios. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988

42 - MARX, Karl. O Capital. Edição popular. Lisboa, Edições 70, s/d.

43 - LAMPEDUSA, Tomasi di. O Leopardo. São Paulo: Círculo do Livro, 1985.

44 - Filme "O Leopardo", de Visconti (Itália, 1963)

45 - GRESPAN, Jorge. Revolução Francesa e Iluminismo. Rio de Janeiro: Contexto, 2003.

46 - HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos – Uma história. São Paulo: Cia. das Letras, 2009.

47 - Sobre democracia - HERCULANO, Selene. Em busca da boa sociedade. Niterói: EDUFF, 2006.

48 - HABERMAS, J. Mudança estrutural da esfera pública. RJ, Tempo Brasileiro, 1984.

49 - ELIAS, Norbert. O processo civilizador. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed,1994.

50 - FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro, edições Graal, 1986.

51 - ANDERSON, Benedict. Comunidade imaginada. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

52 - SIMMEL, G. Subjective Culture. In: On Individuality and Social Forms. Chicago, The University of Chicago Press, 1971.

53 - TÖNNIES, F. Comunidad y Sociedad. Buenos Aires: Losada, 1947 
- artigo "Comunidade, sociedade e sociabilidade: revisitando Ferdinand Tönnies

54 - WEBER, Max. Economia e Sociedade. Vol. 1 e 2. Brasília, UNB, 2000.

55 - ENNE, Ana Lucia. “À perplexidade, a complexidade: caminhos para pensar a relação entre consumo e identidade nas sociedades contemporâneas”. IN: Comunicação, Mídia e Consumo. v. 3, p. 11-29. São Paulo, ESPM, 2006.

56 - CHARNEY, Leo e SCHWARTZ, Vanessa (orgs.). O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo, Cosac & Naif, 2004.

57 - THOMPSON, John B. Ideologia e Cultura Moderna. Teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Petrópolis, Vozes, 1995.

58 - HOBSBAWM, Eric. A era do capital. São Paulo: Paz e Terra, 1981.

59 - HALL, Stuart. "A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais no nosso tempo". Rev. Educação e Realidade, 22, n.2, 1997. 

60 - BOURDIEU, Pierre. A Distinção. São Paulo, EDUSP, 2007.

61 - SLATER, Don. Cultura de consumo e modernidade. São Paulo, Nobel, 2002.

62 - KLEIN, Naomi. Sem logo: a tirania das marcas em um planeta vendido. Rio de Janeiro, Record, 2004.

63 - CAMPBELL, Colin. A ética romântica e o espírito do consumismo moderno. Rio de Janeiro, Rocco, 2001.

64 - SCLIAR, Moacyr. Saturno nos trópicos: a melancolia européia chega ao Brasil São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Blog do GRECOS indica: site do NEMES

O Blog do GRECOS indica o site do Núcleo de Estudos de Mídia, Emoções e Sociabilidade - NEMES, coordenado pelo prof. João Freire Filho, ECO/UFRJ, e tendo como vice-coordenadores os profs. Mayka Castellano e Tatiane Leal.

No site, conforme divulgação, "além da produção intelectual dos participantes do grupo de pesquisa, há um arquivo atualizado de notícias sobre emoções e temas afins".

Parabéns e vida longa ao NEMES!






quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Reuniões do grupo de estudos: próximas leituras, Raymond Williams


O grupo de estudos continua as leituras e debates neste segundo semestre discutindo alguns dos principais conceitos de Raymond Williams. 

No primeiro semestre, a categoria de "representação" foi tratada com reuniões iniciadas ainda em 2013/2, enquanto que, no início deste segundo semestre, o estudo e debate com textos sobre conceitos de Ricoeur já foram abordados. As próximas leituras para os encontros são textos do autor Raymond Williams, importante figura no campo de estudos culturais e um dos fundadores do Centro Contemporâneo de Estudos Culturais, ao lado de Hoggart e Thompson.

As próximas reuniões serão nas sextas-feiras, 14:00, conforme calendário abaixo, na sala 301 do bloco A/UFASA do Gragoatá:

Programação de leituras para 2014/2:



e) 07/11, sexta-feira, 14h - texto: 

- WILLIAMS, Raymond. Parte II, "Teoria Cultural". In: Marxismo y Literatura. Barcelona, Ediciones Peninsulas, 1997, pp. 91-164.



f) 28/11, sexta-feira, 14h - encerramento do ano 2014 -  texto:

- WILLIAMS, Raymond. "Base e superestrutura na teoria cultural marxista". IN: Revista USP. São Paulo, n. 65, pp.210-224, março/maio 2005.


A programação completa com as leituras e discussões feitas no primeiro semestre e no começos desse segundo semestre, bem como todas as atividades que envolvem o GRECOS você encontra na página "Atividades" do site.

Para acrescentar às leituras listadas, convidamos a todos também para conferirem alguns posts sobre o autor Raymond Williams no blog parceiro, Culturama:

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: Resenha do filme "Um Dia na Vida" (2010), de Eduardo Coutinho

A continuar com a publicação dos melhores trabalhos das disciplinas de "Sociologia e Comunicação" e "Mídia e Representações da Favela" no blog, apresentamos hoje a primeira de quatro resenhas sobre o filme "Um Dia na Vida", do cineasta Eduardo Coutinho. O aluno Yuichi Inumaru Lange, da primeira matéria, tomou como base os conceitos de Émile Durkheim como coesão e ordem social para analisar os recortes da programação de TV cotidiana que Coutinho transmite em seu discurso. Ele também disserta sobre a premissa da TV aberta enquanto responsável transmissor de ideologias em massa que rege um falso discurso de educador enquanto, na sua grade, rege uma programação voltado ao apelo comercial.
A resenha permite a reflexão proposta pelo diretor e, com certeza, vale a leitura!

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Um dia na vida




           O filme de Eduardo Coutinho, de 2010, é uma seleção de imagens gravadas de vários canais de TV aberta durante um dia inteiro. O filme é um recorte cirúrgico, que tenta casar um equilíbrio que dê uma síntese do que passa, em média, na TV brasileira durante um dia inteiro. O próprio Coutinho, em algumas entrevistas¹, declara-se espantado com muitas coisas das quais se pode observar sobre o conteúdo reunido - inclusive comentando que haviam imagens muito piores no entendimento dele, que resolveu não incluir no filme por isso.
O filme claramente é uma pesquisa de composição de imagem e montagem, ao escolher trabalhar não com material autoral, porém de um veículo específico, com a estética do “descartável”. Além de passar pelo assunto dos direitos autorais, viaja pelas questões específicas do veículo em questão, na medida em que se apropria de material audiovisual com finalidades variadas para constituir um filme de longa-metragem.
Pode ser próximo de insuportável para alguns que rejeitam a TV aberta em favor do dinamismo do conteúdo disponível online assistir a um filme-compilação de tudo que há de mais enlatado na TV. Mas o fato é que é exatamente no limiar dessa linguagem que as coisas ficam mais evidentes – tal como nas representações distópicas ficam mais evidentes os problemas da realidade, tornando mais acessível seu diálogo.
É difícil analisar o filme de Coutinho após assisti-lo, portanto, numa TV ou numa janela do youtube, quando de certo modo a ideia gira em torno da apropriação dessas imagens selecionadas - o mais adequado seria assistir numa sala de cinema, e análise viria da experiência de ressignificação produzida por esta configuração. A ideia de Coutinho é genial; entretanto, é um filme difícil de assistir, chocante para alguns – especialmente para o ano de 2010 (quando foi produzido) e em diante.

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