Blog do Grupo de Estudos sobre Comunicação, Cultura e Sociedade (GRECOS), coordenado pela professora Ana Lucia Enne (UFF), relacionado às disciplinas lecionadas por ela no curso de Estudos de Mídia e na Pós-graduação em Cultura e Territorialidades (PPCULT) da UFF, conjugando reflexões sobre sociologia, estudos culturais, história, antropologia, cultura, mídia, consumo, memória, juventude, movimentos sociais e identidade, dentre outros temas, e ao Laboratório de Mídia e Identidade (LAMI).
sábado, 26 de novembro de 2022
Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - A Grande Família e a Praça Pública na TV
Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Análise de Filmes Teens com Pierre Bourdieu e Gilberto Velho
quinta-feira, 15 de julho de 2021
Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - A Representação das Cariocas e do Rio De Janeiro no videoclipe Girl From Rio
Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, o aluno Guilherme Cirqueira fez uma análise sobre a representação das cariocas e do Rio De Janeiro no videoclipe Girl From Rio tendo como base conceitos de Stuart Hall.
Para ler o trabalho completo clique aqui.
domingo, 13 de setembro de 2020
Referências do Episódio 1 do Podcast Papinho, em setembro de 2020 - Modernidade Ocidental e Cultura de Massa
No nosso primeiro episódio, em apoio às disciplinas de Sociologia e Comunicação e Teorias Críticas de Mídia, que a professora Ana Enne, coordenadora do GRECOS, leciona em 2020/1 no curso de Estudos de Mídia (excepcionalmente de forma remota, em razão da covid-19), abordamos o processo histórico de construção da modernidade ocidental e a consolidação da cultura de massa.
Para ouvir o Papinho:
- Link 1 - Anchor
- Link 2 - Spotfy
Para acompanhar a escuta do Episódio 1, consulte o PDF para salvar - parte 1.
Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho ep.01:
1 - Etimologia de modernidade
2 - HOBSBAWM, Eric. "Introdução: A Invenção das Tradições". In: HOBSBAWM, E. e RANGER, T. (org.). A Invenção das Tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984.
3 - Sobre concepções de tempo - Enciclopédia Einaudi, "Tempo/Temporalidade", v. 29.
4 - BERMAN, Marshall. “Introdução: modernidade – ontem, hoje e amanhã”. IN: Tudo que é sólido desmancha no ar. A aventura da modernidade. São Paulo: Companhia das Letras, 1986.
5 - KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado. Contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: contraponto, 1999.
6 - RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa. Vol. I. São Paulo: Papirus, 1996.
7 - Sobre sankofa
8 - Sobre tempo espiralar - Cozinhando com Leda Martins, por Ana Enne - canal do GRECOS
9 - VERNANT, Jean Paul. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2002
10 - HAVELOCK, Eric A. A revolução da escrita na Grécia e suas conseqüências culturais. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra/Ed. Unesp, 1996.
11 - SÓFOCLES. Édipo Rei - http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000024.pdf
12 - RICHE, P. As Invasões bárbaras. Lisboa: Europa-América, s/d.
13 - Gesta do Rei - Canção de Rolando
14 - PYLE, H. Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda. Rio de Janeiro: Zahar, 2015. Clássicos de bolso.
15 - ENNE, Ana Lucia. "Representações sociais como produtos e processos: embates em torno da construção discursiva da categoria “vândalos” no contexto das manifestações sociais no Rio de Janeiro em 2013". Revista História e Cultura, 2013.
16 - Le Goff e a Idade Média
- LE GOFF, Jacques. O imaginário medieval. Lisboa, Estampa, 1994.
17 - Igreja Católica reconhece que errou ao condenar Galileu
18 - "Mas que gira, gira!"
19 - Origens da expressão "sangue azul"
20 - Povo da História das Mentalidades
21 - FORTES, Luiz. O Iluminismo e os reis filósofos. São Paulo: Brasiliense, 1985. Coleção Tudo é História.
22 - Cozinhando com Simmel, com Ana Enne - canal do GRECOS
https://youtu.be/TIfFj9N1uGA
23 - SIMMEL, G. A metrópole e a vida mental, In: VELHO, Otávio (org.) O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.
24 - VELHO, Gilberto. Projeto e Metamorfose: Antropologia das sociedades complexas. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.
25 - ELIAS, Norbert. Sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 1994
26 - QUIJANO, Aníbal e WALLERSTEIN, Immanuel.“Americanity as a concept or the Americas in the modern world-system”. IN International Social Science Journal (Paris: UNESCO) Nº 134, novembro, 1992.
27 - QUIJANO, Anibal. "Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina". IN: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005.
28 - LUGONES, Maria. "Colonialidade e gênero".
29 - BARRIENDOS, J. "La colonialidad del ver. Hacia un nuevo diálogo visual interepistémico". IN: Nómadas, 35, 2011.
30 - GONZALEZ, Lélia. "A categoria político-cultural de amefricanidade". Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, v. 92, n. 93, p. 69-82, (jan./jun.), 1988.
31 - MOLIERE, "O burguês ridículo"
32 - Filme "Caindo no ridículo" (França, 1996).
33 - Fábula "A cigarra e a formiga", de La Fontaine
34 - SENNETT, Richard. Carne e pedra. Rio de Janeiro: Record, 2003.
35 - BURCKHARDT, Jacob. A Cultura do Renascimento na Itália. Um ensaio. São Paulo: Companhia das Letras, 2009
36 - As viagens de Marco Polo
37 - Diário de Cristóvão Colombo
- COLOMBO, Cristóvão. Diários da descoberta da América. Porto Alegre, LPM, 1999.
38 - BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia: de Gutenberg à Internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1984.
39 - GIOVANNINI, G. (org.). Evolução da comunicação: do sílex ao silício. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987.
40 - WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo, Martin Claret, 2000.
41 - HOBSBAWM, E. A era dos impérios. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988
42 - MARX, Karl. O Capital. Edição popular. Lisboa, Edições 70, s/d.
43 - LAMPEDUSA, Tomasi di. O Leopardo. São Paulo: Círculo do Livro, 1985.
44 - Filme "O Leopardo", de Visconti (Itália, 1963)
45 - GRESPAN, Jorge. Revolução Francesa e Iluminismo. Rio de Janeiro: Contexto, 2003.
46 - HUNT, Lynn. A invenção dos direitos humanos – Uma história. São Paulo: Cia. das Letras, 2009.
47 - Sobre democracia - HERCULANO, Selene. Em busca da boa sociedade. Niterói: EDUFF, 2006.
48 - HABERMAS, J. Mudança estrutural da esfera pública. RJ, Tempo Brasileiro, 1984.
49 - ELIAS, Norbert. O processo civilizador. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed,1994.
50 - FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro, edições Graal, 1986.
51 - ANDERSON, Benedict. Comunidade imaginada. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
52 - SIMMEL, G. Subjective Culture. In: On Individuality and Social Forms. Chicago, The University of Chicago Press, 1971.
53 - TÖNNIES, F. Comunidad y Sociedad. Buenos Aires:
Losada, 1947
- artigo "Comunidade, sociedade e sociabilidade: revisitando Ferdinand Tönnies"
54 - WEBER, Max. Economia e Sociedade. Vol. 1 e 2. Brasília, UNB, 2000.
55 - ENNE, Ana Lucia. “À perplexidade, a complexidade: caminhos para pensar a relação entre consumo e identidade nas sociedades contemporâneas”. IN: Comunicação, Mídia e Consumo. v. 3, p. 11-29. São Paulo, ESPM, 2006.
56 - CHARNEY, Leo e SCHWARTZ, Vanessa (orgs.). O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo, Cosac & Naif, 2004.
57 - THOMPSON, John B. Ideologia e Cultura Moderna. Teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Petrópolis, Vozes, 1995.
58 - HOBSBAWM, Eric. A era do capital. São Paulo: Paz e Terra, 1981.
59 - HALL, Stuart. "A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais no nosso tempo". Rev. Educação e Realidade, 22, n.2, 1997.
60 - BOURDIEU, Pierre. A Distinção. São Paulo, EDUSP, 2007.
61 - SLATER, Don. Cultura de consumo e modernidade. São Paulo, Nobel, 2002.
62 - KLEIN, Naomi. Sem logo: a tirania das marcas em um planeta vendido. Rio de Janeiro, Record, 2004.
63 - CAMPBELL, Colin. A ética romântica e o espírito do consumismo moderno. Rio de Janeiro, Rocco, 2001.
64 - SCLIAR, Moacyr. Saturno nos trópicos: a melancolia européia chega ao Brasil São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
terça-feira, 26 de setembro de 2017
Comunicação e Cultura Popular - Trabalhos Finais: Mangue Beat: O mangue e o mundo
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: Análise do documentário "Reel Injun: On The Trail Of The Hollywood Indian"
A aluna Mariana de Oliveira, da turma da disciplina de Sociologia e Comunicação de 2017.1, elabora uma reflexão acerca da representação e o processo de estereotipagem da imagem do nativo estadunidense nas produções audiovisuais hollywoodianas apresentadas pelo documentário Reel Injun, um filme canadense de 2009, produzido por Neil Diamond, que explora a figura do nativo americano inserido no gênero do faroeste e investiga a produção do imaginário desta categoria na American Indian History (a História do Índio Americano).
sexta-feira, 14 de julho de 2017
Blog recomendado: Estudios Culturales
segunda-feira, 12 de junho de 2017
"A cultura como recurso – desdobramentos dos Estudos Culturais, uma entrevista com George Yúdice*
No que tange a importância dos estudos sobre os usos das formas culturais, George Yúdice tem muito a nos ensinar. O Diretor do Departamento de Línguas e Culturas Modernas da Universidade de Miami, em seu livro "A conveniência da cultura: usos da cultura na era global", disserta como são possíveis as articulações da cultura na contemporaneidade e as descreve como um recurso que opera na ambivalência. Seus usos e apropriações operam tanto àqueles que reivindicam políticas de identidade quanto ao Estado, que, por sua vez, detém do poder de validação e reconhecimento destas políticas. O autor americano também comenta que esses movimentos de usos da cultura são convenientes ao capital, cerceia a cultura como lugar de comodidade e limita as lutas ao discurso.
Em uma entrevista, concedida às professoras Marisa Vorraber Costa e Maria Lúcia Castagna Wortmann, em 2015, Yúdice comenta sobre os desdobramentos dos Estudos Culturais e os esquemas da pluralidade cultural brasileira e da América Latina de forma geral. Leia a entrevista completa abaixo.
Maria Lúcia: Professor Yúdice, eu inicio lembrando um antigo texto seu, intitulado O “Estado das Artes” dos Estudos Culturais, publicado no ano de 1993, no Brasil, em um livro intitulado Comunicação e Cultura Contemporânea. Naquele texto, que foi o primeiro que eu li sobre Estudos Culturais, o senhor fez uma resenha das vertentes inglesas, estadunidenses e latino-americanas dos Estudos Culturais. Eu gostaria de saber, passados tantos anos, como o senhor vê o desenvolvimento dos Estudos Culturais nessas três realidades? E, ainda, a partir da proposta do Centro de Birmingham, que aspectos o senhor considera terem sido abordados mais distintivamente nessas vertentes?
M: Tal questão corresponderia a esse ímpeto de governamentalidade de que fala Foucault, porque, de certa forma, quando esse gestor cultural está preocupado em formar mais gestores, é porque, com certeza, não quer que se perca a direção que está sendo impressa a determinados processos e movimentos culturais.
M. L.: Nesse sentido, eu pergunto: a interlocução que alguns autores, como o senhor e o próprio Garcia Canclini, têm feito com as tendências de pensamento pós-estruturalistas e com os filósofos da pós-modernidade, de alguma maneira, parece que ampliam as possibilidades de discussão de como vinha sendo conduzida a cultura nos Estudos Culturais. No caso do Brasil, por exemplo, isso já causou uma cisão. Há uma autora5 que chega a pensar na existência de Estudos Culturais “mais adequados” e “menos adequados”. Para ela, “os mais adequados” seriam exatamente aqueles que se aproximam da vertente de Birmingham e dos trabalhos de Raymond Williams, por exemplo. Os demais seriam os “menos adequados”, menos puros, vamos dizer assim; ou seja, para ela, o que se afasta da vertente de Birmingham não é “essencialmente” Estudos Culturais. Novamente temos aquele entendimento de acharmos uma definição, um enquadramento dos Estudos Culturais, sendo essa, no entanto, uma perspectiva da qual seus praticantes têm que procurar fugir constantemente. Então, como fica a ideia da interlocução com as empresas?
G. Y.: Claro, fui aprendendo muito estudando vários casos e descobri que o gestor é quem cria as relações, as retitulações para poder levar adiante um projeto, senão este morrerá. Não são modelos de ação, mas um modo de reflexão que vai além dos Estudos Culturais “puros”, de Birmingham. Agora, é necessário agir em vários campos, muitas vezes, e trabalhar em outros com parcerias, etc. É mais complexo, mais flexível, e não se vê a ação somente através da reflexão teórica, mas isso envolve uma relação bem dinâmica entre reflexão e ação. Continuam sendo interessantes, por esse motivo, os trabalhos de Bourdieu e Stuart Hall. Eles têm uma perspectiva gramsciana. Stuart Hall elaborou também seus estudos a partir da perspectiva foucaultiana da governamentalidade. Essa visão foi a que mais se aproximou, em certo momento, desse processo que temos hoje, ou seja, da gerência da sociedade. Eu lembro, não sei se mencionei neste livro, acho que não, mas o primeiro que propôs o tema da governamentalidade nas políticas culturais, no contexto anglo-americano dos Estudos Culturais, foi Tony Bennet, que escreveu “O nascimento do museu”. Essa obra alude à de Foucault intitulada O Nascimento da clínica.
M.: Acho que essa oportunidade de podermos conversar sobre a importância dos Estudos Culturais com alguém que participou das primeiras discussões americanas sobre o campo foi ímpar. Esta conversa terá continuidade, certamente, porque é muito bom tomar contato com esse olhar de fora, evitando que fiquemos circunscritos às questões mais locais e internas. Temos também nossos “grilos” com a hegemonia anglo-saxônica dos Estudos Culturais, assim como temos vontade de que esse olhar latino-americano e brasileiro, que se distingue dos demais Estudos Culturais, possa ter alguma visibilidade e contribuir para esse campo em desenvolvimento. Sabemos que os Cultural Studies constituem um campo controvertido, em permanente constituição e recomposição, afinado com políticas de abertura e de Crossroads. Sabemos que mesmo entre muitas tendências e disciplinas que possam apenas se cruzar contingencialmente, podemos compartilhar focos de convergência e fazer política. Muito obrigada, Professor.
M. L.: Finalizo lembrando comentário feito pelo Professor Denilson Lopes, que destaca ser o Professor Yúdice um novo tipo de intelectual público capaz de realizar reflexões envolvidas, engajadas, amorosas, que implicam uma abertura metodológica, que não teme cair em um ecletismo teórico.
G. Y.: Agradeço muito.
*Entrevista concedida as professoras Marisa Vorraber Costa &; Maria Lúcia Castagna Wortmann, publicada originalmente na Revista Educação (Porto Alegre), v. 38, n. 1, p. 14-20, jan.-abr. 2015.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Comunicação e Cultura Popular - Trabalhos Finais: 'Veja bem': uma desconstrução da revista 'Veja' dando voz à cultura popular"
sábado, 21 de novembro de 2015
Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: "Culturão 2000"
Confira a letra da música abaixo e o trabalho na íntegra aqui.
Culturão 2000
Solta o rap, DJ! (gritos de estímulo)
"Eu só quero é ser feliz/
Falar com Bourdieu e viajar lá pra Paris, é/
Que cultura popular/
Tem sua importância e devemos estudar"
Fé em Deus! (gritos de estímulo)
"Parrapapapapapapapá pá pá
Parrapapapapapapapá pá pá
Dizem que cultura é ruim de entender/
Mas com a Ana Enne, 'vamo' aprender, é
Pensamento iluminista vou dizer como é que é/
Funk no Brasil é coisa de ralé/
Pra subir nesse conceito só se for Vivaldi/
Mas no batidão os 'burguês' invade"
Quer saber? (gritos de estímulo)
"Stuart Hall bem dizia/
Que a cultura é central/
Mas não podemos dizer/
Que tem sentido geral/
Que no dia a dia/
Substantiva ela é/
A cultura é discurso/
Crenças, costumes e fé"
"Era só mais um Pablo/
Que a estrela não brilha/
Ele era sofrência/
Mas não iluminista"
Rala Aculturada!
"Conhecimento só é bom pra iluminista/
No romantismo: pensamento saudosista/
Nenhum dos dois aceita reapropriação/
Pega sua ideia e vai pra..."
“Esse é o Bakthin/
Um moleque estudioso/
Vem pra cá, iluminista/
Já entendi esse seu jogo
Se falar de cultura/
Tem que ter hibridismo/
E reapropriação/
Vai ter que misturar/
E se interligar/
Tem que ser no plural/
Não há conceito total.
"Tava no Louvre/
Avistei Gioconda no hall/
Sabe de quem lembrei?/
Hall, Hall,
Stuart Hall, Hall, Hall
Stuart Hall,
Hall, Hall"
Piririm, Piririm, Piririm/
Alguém ligou pra mim/
Piririm, Piririm, Piririm/
Alguém ligou pra mim/
Quem é?
Sou eu, Martin-Barbero/
Tô aqui pra misturar/
Diz aí Nestor Canclini/
Partiu relativizar
Cultura é conhecimento?/
Não, não, vamos pensar/
Cultura é conhecimento?/
Não, não, vamos pensar
Tem que ter mediação/
Tem que ter reconversão/
Tem tem que ter apropriação/
Essa é nossa conclusão.










