Blog do Grupo de Estudos sobre Comunicação, Cultura e Sociedade (GRECOS), coordenado pela professora Ana Lucia Enne (UFF), relacionado às disciplinas lecionadas por ela no curso de Estudos de Mídia e na Pós-graduação em Cultura e Territorialidades (PPCULT) da UFF, conjugando reflexões sobre sociologia, estudos culturais, história, antropologia, cultura, mídia, consumo, memória, juventude, movimentos sociais e identidade, dentre outros temas, e ao Laboratório de Mídia e Identidade (LAMI).
sábado, 26 de novembro de 2022
Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Análise da série I May Destroy You (2020)
Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Ciclo Sem Fim: Identidade Enquanto Questão em "O Rei Leão"
Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - A Grande Família e a Praça Pública na TV
Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Notas Etnográficas Sobre o "Brasil" do Reddit
Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - Análise de Euphoria (HBO)
Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - "Casamento às Cegas: Brasil" e a Espetacularização da Vida
Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - Daniel Sloss Live Show: Quebra-Cabeça Análise de Conteúdo Midiático
Para finalizar a disciplina de Teorias Críticas de Midia, os alunos Clarice Oliveira dos Anjos e Yan Gomes desenvolveram uma análise do especial de comédia "Daniel Sloss: Live Show", usando conceitos de Guy Debord sobre a Sociedade do Espetáculo e de Antonio Gramsci sobre Consenso e Discurso, além de passar pontualmente pelo raciocínio de Izabel Cristina Rios, desenvolvido no artigo O Amor em Tempos de Narciso (2008).
O objeto desta análise é o segundo dos 2 episódios do especial de comédia: Daniel Sloss: Live Show, “Quebra-cabeça”. O show pode ser assistido na plataforma de streaming Netflix e, ao longo dele, o comediante trata de assuntos sociais, íntimos e delicados de maneira direta e humorística, com críticas ácidas e, definitivamente, indelicadas. Em Quebra-cabeça, o conteúdo analisado neste trabalho é o que está presente a partir de 31’20’’ de show, em que Daniel leva a platéia à uma reflexão sobre a idealização de amor e os caminhos que isso determina nos relacionamentos.
Para ler o trabalho completo clique aqui.
Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI
terça-feira, 20 de outubro de 2020
Referências do Episódio 6 do Podcast Papinho, em outubro de 2020 - Gramsci, a construção do consenso e o discurso midiático
Antonio Gramsci, o pensador italiano, é nosso escolhido para o Papinho número 6. Vamos falar especialmente da sua teoria do Estado ampliado, entendendo o que ele pensa sobre o consenso e a hegemonia. A partir de seu pensamento, conversei no Papinho sobre a construção do consenso através da mídia contemporânea, elegendo seis pontos para nos servirem de eixos analiticos. Ficou bem rico!
Para ouvir o Papinho ep.06:
- Link 1 - Anchor
- Link 2 - Spotfy
Para acompanhar a escuta do Episódio 6, consulte o PDF pra salvar - parte 6.
Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 6:
1 - Sobre Antonio Gramsci - 1) Wikipedia; 2) Revista Galileu; 3) Nova Escola
2 - Sobre o signo de Aquário
3 - Sobre o Fascismo de Mussulini
4 - GRAMSCI, A. Cadernos do cárcere. 6 vols. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999.
5 - GRAMSCI, A. Cartas do cárcere. 2 vols. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996.
6 - GRAMSCI, A. Concepção dialética da história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.
7 - GRAMSCI, A. Os intelectuais e a organização da cultura, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira 1968
8 - GRAMSCI, A. Maquiavel, a política e o Estado moderno. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira 1968.
10 - Episódio Um Chazinho com Gramsci - com Ana Enne
11 - Textos de Sônia Mendonça sobre Gramsci:
- MENDONÇA, Sônia. "O Estado Ampliado como Ferramenta Metodológica". Marx e o Marxismo v.2, n.2, jan/jul 2014.
- MENDONÇA, Sônia. "SOCIEDADE CIVIL EM GRAMSCI: Venturas e Desventuras de um Conceito". IN: PAULA, Dilma Andrade de; MENDONÇA, Sônia Regina de (Org.). Sociedade Civil. Ensaios históricos. Jundiaí, SP: Paco Editorial, 2013.
12 - Textos de Dênis de Moraes sobre Gramsci:
- MORAES, Dênis de. "Comunicação, hegemonia e contra-hegemonia: a contribuição teórica de Gramsci". IN Revista Debate, v.4, n.1, 2010.
- MORAES, Dênis de. "O jornalista Antonio Gramsci". IN: Blog da Boitempo, novembro de 2013.
- MORAES, Dênis. Crítica da Mídia & Hegemonia Cultural. Rio de Janeiro: Editora Mauad/Faperj, 2016.
13 - Textos de Carlos Nelson Coutinho sobre Gramsci
- COUTINHO, Carlos Nelson. Gramsci: um estudo sobre seu pensamento politico. Rio de Janeiro. Campus, 1992.
- COUTINHO, Carlos Nelson. O leitor de Gramsci: escritos escolhidos 1916-1935. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011.
- COUTINHO, C.N. e KONDER L. "Nota sobre Antonio Gramsci". GRAMSCI, Antonio. Concepção dialética da história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.
- COUTINHO, Carlos Nelson. "A presença de Gramsci no Brasil". IN: Revista Em Pauta, n.22, 2009.
14 - MAQUIAVEL, Nicolaus. O Príncipe. São Paulo: Penguin / Companhia das Letras, 2010.
15 - LIMA, Rômulo André. "Notas Sobre a Teoria do Estado em Marx". 6º Colóquio Internacional Marx e Engels – CEMARX. UNICAMP – Campinas 3-6 de novembro, 2009.
16 - LENIN, Vladimir Ilitch. O estado e a revolução. Texto de 1917 disponível em The Marxists Internet Archive.
17 - Sobre a Teoria das Elites
18 - BOURDIEU, P. "A opinião pública não existe". In: THIOLLENT, Michel. Crítica Metodológica, investigação social e enquete operária. São Paulo : Polis, 1981.
19 - sobre o mito do Centauro
20 - Ciclo de estudos sobre a Formação do Estado Moderno Ocidental no GRECOS - leituras de 2016, leituras de 2017 e leituras de 2018
21 - Fotos Grupo de Bolsistas "Instável Equilíbrio" (2008/2010) - Ana Enne, Renato Reder, Gyssele Mendes, Bruno Thebaldi e Ana Beatriz Paes - Estudos de Mídia/UFF
22 - Para saber mais sobre o Laboratório de Mídia e Identidade (LAMI)
23 - GINZBURG, Natalia. Léxico familiar. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
24 - Sobre Natalia Ginzburg
25 - Sobre Carlo Ginzburg
26 - Textos sobre contra-hegemonia não ser um conceito de Gramsci:
- DORE, Rosemary e SOUZA, Herbert Glauco de. "Gramsci nunca mencionou o conceito de contra-hegemonia". IN Cadernos de pesquisa, v.25, n.3, 2018.
- SOUZA, Herbert Glauco. Contra-hegemonia: um conceito de Gramsci?. Dissertação de Mestrado em Educação: Conhecimento e Inclusão Social, UFMG, 2003.
27 - Sobre a região da Sardenha
28 - sobre epíteto
29 - Sobre cultura e sua polissemia - CUCHE, Denys. A noção de Cultura nas Ciências Sociais. Florianópolis: EDUSC, 2002.
30 - Sobre cultura como produção discursiva:
- HALL, Stuart. "A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo". Educação e Realidade, v, 22, n.2, 1997.
- Episódio Cozinhando com Stuart Hall - com Ana Enne (em seis partes)
31 - BARBOSA, Marialva. "Imprensa e poder no Brasil pós-1930". IN: Em Questão, Porto Alegre, v.12, n.2, 2006.
32 - MATHEUS, Letícia. "Leituras de salão: suportes de sociabilidade pela fofoca". In: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 29, 2006, Brasília. Anais. São Paulo: Intercom, 2006.
33 - HOBSBAWM, E. Nações e nacionalismos desde 1780: programa, mito e realidade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
34 - Sobre a história da Itália - BERTONHA, João Fábio. Os italianos. São Paulo: Contexto, 2005.
35 - Sobre os Estudos Culturais Britânicos
36 - BAKTHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 2014.
37 - Sobre E.P. Thompson
38 - Sobre Raymond Williams
39 - WILLIAMS, Raymond. Cultura e materialismo. São Paulo: Unesp, 2011.
40 - Sobre Stuart Hall
41 - HALL, Stuart. "Notas sobre a desconstrução do popular". IN: Da diáspora. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2003.
42 - HALL, S. Cultura e representação. Rio de Janeiro: Epicuri, 2017.
43 - BAUMAN, Z. Tempos líquidos. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.
44 - Página no Facebook da Caneta Desmanipuladora
45 - Papinho 03 sobre Marx - com Ana Enne
46 - Episódio Cozinhando com Foucault - com Ana Enne (em 5 partes)
47 - Para saber mais sobre a Pesquisa PIBIC Ensino Médio "Memórias como resistências aos enquadramentos da representação midiática hegemônica sobre os múltiplos territórios na cidade do Rio de Janeiro", realizada em parceria LAMI/UFF e ODHE/ETEAB/FAETEC - ver site do LAMI
48 -Textos sobre a caneta desmanipuladora:
- BORGES, L. "CANETA DESMANIPULADORA: mídia e manipulação". Trabalho apresentado ao Centro Universitário de Brasília (UniCEUB/ICPD) como pré-requisito para obtenção de Certificado de Conclusão de Curso de Pós-graduação Lato Sensu em Revisão de Textos. UNICEUB, 2016.
- AMARAL, Maria Cristina. "Caneta desmanipuladora, midiativismo e a crítica à imprensa”. IN: Anais do VII Seminário Internacional de Pesquisas em Mídia e Cotidiano. Niterói, PPGMC, 2017.
49 - Sobre as Pós-Graduações stricto senso nas áreas de cultura e comunicação do IACS/UFF, onde são produzidos muitos dos trabalhos que cito nos Papinhos
50 - Papinho 5 sobre Simmel e Bauman - com Ana Enne
51 - BAUMAN, Z. Confiança e medo na cidade. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.
52 - CALDEIRA, T. Cidade de muros: Crime, Segregação e Cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34, 2011.
53 - HALBWACHS, M. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2006.
54 - MOSCOVICI, S. Cap. 1 "A representação social: um conceito perdido". IN: A representação social da Psicanálise. Rio de Janeiro, Zahar, 1978.,
55 - JODELET, Denise. "Representações sociais: um domínio em expansão". In: JODELET, D. (Org.). As representações sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2001.
56 - LACERDA, Paula. O drama encenado: assassinatos de gays e travestis na imprensa carioca. 2006. 127 p. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) – Instituto de Medicina Social, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de janeiro, 2006
57 - RIBEIRO, Luciana. #EMPODERE: ENFRENTAMENTO FEMINISTA COM O USO DE HASHTAGS NO COTIDIANO ONLINE. Dissertação de mestrado em Mídia e Cotidiano. Niterói: UFF, 2019.
58 - LAPROVITA, Viviane. Eu sou mulher no poder – mulheres negras em movimento: resistência e reação na cidade. Dissertação de mestrado em Cultura e Territorialidades. Niterói: UFF, 2019.
59 - BRASILIENSE, Danielle. Tessituras narrativas de O Globo e o acontecimento Chacina da Candelária. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2006.
60 - MATHEUS, Letícia. Elos, temporalidades e narrativas: a experiência contemporânea do medo em O Globo. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2006.
61 - BORGES, Wilson. Narrativas jornalísticas como produção material da cultura: a presença do imaginário na construção ideológica em torno da criminalidade. Tese de doutorado em Comunicação. Niterói: UFF, 2009.
62 - ÁVILA, Ana Luiza Vasconcellos. O impacto do discurso midiático sobre violência na efetivação de políticas públicas. Monografia em Comunicação. Niterói: UFF, 2019.
63 - THOMAZ, Paolla. A construção social do inimigo: análise discursiva do Jornal do SBT na legitimação da violência. Monografia em Estudos de Mídia. Niterói: UFF, 2016.
64 - CARVALHO, Nicia Dias. O caso Claudia Lessin Rodrigues e a violência contra a mulher na mídia. Monografia em Comunicação. Niterói: Universo, 2002.
65 - MENDONÇA, Kleber. A "pacificação" dos sentidos: mídia e violência na cidade em disputa. Rio de Janeiro: Caravanas, 2018.
66 - Episódio Cozinhando com o povo de memória - com Ana Enne (em 6 partes)
67 - GUERRIEIRO, Lídice. Educação e visibilidade: os saberes em construção na Agenda 21 local do município de Itaboraí, RJ. Dissertação de mestrado em Educação. Rio de Janeiro: UFRJ, 2013.
68 - CARNEIRO, Carolina Zoccoli. “Caos no clima”: sensacionalismo, comunicação da ciênciae a narrativa de O Globo sobre o aquecimento global. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2008.
69 - Porta dos fundos - Polêmica da semana: vacina
70 - Sobre significado de meme
71 - Sobre o significado de fakenews
72 - DURKHEIM, E. Sociologia e filosofia. São Paulo: Edipro, 2005
73 - GIDDENS, A. As consequências da modernidade. São Paulo: UNESP, 2002.
74 - CUPOLILLO, Fernanda. Conselhos para endireitar destinos e ocultar a morte: uma análise das perspectivas behaviorista e evolucionista em Época, Veja e Istoé. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2008.
75 - COSTA, Vânia Torres. À sombra da floresta: os sujeitos amazônicos entre estereótipo, invisibilidade e colonialidade no telejornalismo da Rede Globo. Tese de doutorado em Comunicação. Niterói: UFF, 2011.
76 - BELO, Jordana. Alicerce de favela: romper brechas no colonial, horizontalizar o vertical. Dissertação de mestrado em Cultura e Territorialidades. Niteroi: UFF, 2019.
77 - OLIVEIRA, Ohana Boy. “O que o mundo separa, o Esquenta! junta?": como representações e mediações ambivalentes configuram múltiplos territórios. Dissertação de mestrado em Cultura e Territorialidades. Niteroi: UFF, 2015.
78 - MENDONÇA, Kleber. A punição pela Audiência: um estudo do Linha Direta. Rio de Janeiro, Quartet/FAPERJ, 2002.
79 - ENNE, Ana Lucia Silva; PROCÓPIO, Victória Machado Guedes. "Ansiedade e afeto como categorias-chave em narrativas literárias e midiáticas infanto-juvenis contemporâneas: uma abordagem a partir dos Estudos Culturais". Parágrafo, [S.l.], v. 7, n. 1, p. 48, maio 2020.
80 - OLIVEIRA, Bruno Pacheco. Comunicação e identidade: desafios para um protagonismo indígena. Dissertação de mestrado em Cultura e Territorialidades. Niteroi: UFF, 2014.
81 - PINTO, Flora Daemon. Sob o signo da infâmia: jovens homicidas/suicidas e as estratégias comunicacionais de inscrição post mortem. Tese de doutorado em Comunicação. Niteroi: UFF, 2014.
82 - CAMINHA, Marina. Retrato Falado: Uma fábula cômica do cotidiano. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2006.
83 - ENNE, Ana Lucia. "Representações sociais como produtos e processos: embates em torno da construção discursiva da categoria “vândalos” no contexto das manifestações sociais no Rio de Janeiro em 2013". IN: História e Cultura, v.2, n.2, 2013.
84 - COSTA, Lilian Michelli Giovanelli. #OcupaCairu: juventude e luta política a partir da ocupação de uma escola no subúrbio do Rio de Janeiro. Dissertação de mestrado em Cultura e Territorialidades. Niterói: UFF, 2017.
85 - Sobre as pesquisas "Jovens urbanos e redes comunicacionais: mapeamento de movimentos sociais contemporâneos e seus múltiplos formatos" e "Resistências e re-existências: práticas de comunicação e construção de identidades entre jovens moradores da Baixada Fluminense" - ver site do LAMI
86 - ENNE, Ana L. Conexões entre juventude, consumo e mídia: múltiplas formas de atuação e apropriação. In: Paulo Carrano; Osmar Fávero. (Org.). Narrativas Juvenis e Espaços Públicos: Olhares de pesquisas em educação, mídia e ciências sociais. 1ed.Rio de Janeiro: FAPERJ; EDUFF, 2014.
87 - ENNE, Ana L. "A favela tá atuando e dispensando os dublês? : a construção, consolidação e expansão de múltiplas redes culturais e comunicacionais a partir de favelas e periferias do Rio de Janeiro. In: FERNANDES, C.; MAIA, J.; HERSCHMANN, M.. (Org.). Comunicações e Territorialidades. Rio de Janeiro em cena.. 1ed.São Paulo: Anadarco, 2012, v. , p. 25-48.
88 - ENNE, Ana L. "Práticas midiáticas e disputas por hegemonia: reflexões a partir de estudos de caso na Baixada Fluminense". In: Eduardo Granja Coutinho. (Org.). Mídia e Hegemonia. Rio de Janeiro: Ed. da UFRJ, 2008, v. , p. 195-215.
quinta-feira, 4 de maio de 2017
Francine Saillant e o trabalho do reconhecimento
quinta-feira, 25 de junho de 2015
“O QUE O MUNDO SEPARA, O ESQUENTA! JUNTA?”: como representações e mediações ambivalentes configuram múltiplos territórios
Não poderíamos deixar de compartilhar esse trabalho, agora disponível online.
Boa leitura!
quarta-feira, 11 de março de 2015
Lançamento da Revista DR - Uma revista de política e cultura feita por mulheres.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
#NãoVaiTerCopa: o embargo da voz brasileira e um dossiê de verdades inconvenientes
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Texto: A subjetividade da lei 6.717/14 perante uma manifestação cultural periférica
Em março de 2014, foi sancionada uma lei que proíbe “o ingresso ou permanência de pessoas utilizando capacete ou qualquer tipo de cobertura que oculte a face nos estabelecimentos comerciais, públicos ou abertos ao público” no estado do Rio de Janeiro. Ao tentar amenizar as palavras, a proposta de lei abre um vão de subjetividade que permite interpretação de variadas vertentes. Entre elas, aquela que abrange uma possibilidade de preconceito contra uma expressão cultural de afirmação para uma classe historicamente marginalizada.
O texto a seguir é do escritor MV Bill, no qual ele disserta sobre onde (e como) entram o "boné" na proposta, traçando um elo com a manifestação cultural da qual ele faz parte:
Apologia do boné
Lei que veta uso do acessório no Rio violenta um símbolo de identidade da periferia
Por MV Bill
Publicado no site Estadão em 24/05/2014
Vivemos numa época assustadoramente violenta. Sair para o trabalho ou mesmo para comprar pão podem se tornar verdadeiras aventuras. Para ser franco, meus pais diziam o mesmo do tempo deles. Mas é fato que passam os anos e as formas de violência no Brasil tomam novos contornos. As pessoas têm medo de sair de casa e até de ficar em casa. Nesse caos diário, é preciso que a sociedade dê respostas em diversas áreas, como segurança e ética, entre outras - já que não é possível conviver com tantas anomalias sem reagir. No entanto, medidas totalitárias não são bem-vindas. Medidas que reforcem o preconceito e a discriminação não são bem-vindas. E medidas que só atingem grupos historicamente marginalizados também não são bem-vindas.
Uma delas, a meu ver, é a bem-intencionada lei estadual que entrou em vigor no sábado, dia 17, no Rio. Em termos gerais, a lei 6.717/14, de autoria da deputada estadual Lucinha (PSDB-RJ), proíbe “o ingresso ou permanência de pessoas utilizando capacete ou qualquer tipo de cobertura que oculte a face nos estabelecimentos comerciais, públicos ou abertos ao público”. A justificativa da autora do projeto é “impedir que criminosos tentem driblar as câmeras de segurança durante abordagens e assaltos”, como afirmou em uma entrevista.
Não tenho nada contra a deputada, inclusive acho coerente que as pessoas sejam proibidas de andar com rostos cobertos fora do carnaval e das manifestações populares. Em minha opinião isso deve mesmo ser proibido, pois significa um risco à segurança. No que se refere especificamente aos bonés, diz a redação da lei: “Os bonés, capuzes e gorros não se enquadram na proibição, salvo se estiverem sendo utilizados de forma a ocultar a face da pessoa”.
É aí que vejo o problema. A expressão “salvo se estiverem sendo utilizados” dá margem a uma subjetividade na interpretação da lei que não me agrada em nada. Nem a mim nem a nenhum dos milhões de brasileiros historicamente marginalizados que sabem, desde pequenos, que a tal da subjetividade nunca será favorável a nós. É a subjetividade que nos impede de ser bem atendidos em uma loja de grife. A subjetividade no Brasil é construída no contexto de uma sociedade que nivela pobres a marginais que estão sempre na iminência de cometer algum delito - aguardando apenas uma oportunidade e uma forma de se esconder.
Leia o texto na íntegra no site: http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,apologia-do-bone,1170847,0.htm
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Texto: a intolerância religiosa que infiltrou o Poder Judiciário
Por Jean Wyllys
sábado, 13 de outubro de 2012
CEDOC - FUNARTE
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Revista com artigos sobre rádio

O Grupo de Pesquisa Convergência e Jornalismo (ConJor), da Universidade de Santa Maria/RS, lançou em dezembo de 2010 o número inaugural da revista on-line Rádio-Leituras, com artigos de pesquisadores nacionais e internacionais sobre temáticas ligadas ao universo radiofônico. Para quem se interessa pelo tema, eis uma boa dica.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Sobre Howard Becker

Link também para o excelente artigo do antropólogo Gilberto Velho, especialista em temas referentes à Escola de Chicago, sobre Goffman e Becker.
domingo, 24 de outubro de 2010
Dica de blog
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Matéria sobre Adorno
Leia mais
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Trabalho da disciplina de Soc. e Com. II
- Bruno Fernando Castro - O humor como força de transformação social
- Bruno Thebaldi de Souza - Medo
- Leticia Rossignoli - O autocontrole e os reality shows: o foco numa "terceira natureza"
- Maria Izabel Diniz - Comentário sobre matéria de O Globo e a proibição do funk
- Mariana Gomes - Telenovelas, identidade e consumo
- Renan Angelici e Thiago Yamachita - O herói virtual - o mundo virtual e as sociedades nos MMORPGs




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