Blog do Grupo de Estudos sobre Comunicação, Cultura e Sociedade (GRECOS), coordenado pela professora Ana Lucia Enne (UFF), relacionado às disciplinas lecionadas por ela no curso de Estudos de Mídia e na Pós-graduação em Cultura e Territorialidades (PPCULT) da UFF, conjugando reflexões sobre sociologia, estudos culturais, história, antropologia, cultura, mídia, consumo, memória, juventude, movimentos sociais e identidade, dentre outros temas, e ao Laboratório de Mídia e Identidade (LAMI).
Com base nas discussões feitas ao longo da disciplina Sociologia e Comunicação a aluna Thaís Amaral Soares desenvolveu uma análise acerca da comunidade virtual de compartilhamento e consumo de mídias, TikTok.
"O TikTok é uma comunidade virtual de compartilhamento e consumo de mídiasaudiovisuais de curta duração. Segundo informações disponibilizadas pela própria plataforma nas “Diretrizes da Comunidade”, trata-se de uma comunidade global que dá a possibilidade de criar e compartilhar, descobrir o mundo e se estabelecer conexão entre os usuários. Os conteúdos compartilhados no TikTok têm a duração máxima de três minutos, o que é uma disponibilidade recente já que até alguns meses atrás esse tempo era de sessenta segundos. Na plataforma, podem ser encontradas diversas formas de conteúdo que variam no tipo, na apresentação, na duração, dentre outros fatores. O sistema funciona de forma personalizada, assim de acordo com os conteúdos que o usuário mais assiste e interage são apresentados outros semelhantes ou dos mesmos grupos. Dessa forma, cria-se um padrão dos conteúdos que mais aparecem para cada um. E, além disso, os vídeos que alcançam mais interações de quem os receberam, os chamados “virais”, também são os mais impulsionados na plataforma e atingem mais usuários."
Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, a partir de pensamentos do sociólogo Edgar Morin em seu livro Culturas de Massa, a aluna Mariana Goulart desenvolveu uma análise acerca das narrativa relacionadas a campeã da 22ª edição do Big Brother Brasil, Juliette Freire, e seu potencial de identificação.
"A narrativa criada pela jogadora e principalmente montada para a edição que ia ao ar diariamente do Big Brother Brasil, conseguiu fazer com que muitas pessoas se identificassem com a história que a participante vivia lá dentro da casa, essa identificação tem muito a ver com o que Edgar Morin comenta em seu livro Culturas de Massa no Século XX: o espírito do tempo, ao trazer uma reflexão que coloca esses novos influenciadores no lugar de deuses, se tornando modelos de vida para quem os acompanha."
Como trabalho final da disciplina Sociologia e Comunicação, utilizando conceitos estudados de Karl Marx e Guy Debord, a aluna Beatriz Werneckanalisou o impacto do Big Brother Brasil na sociedade durante os meses em que é exibido.
"O Big Brother é um programa que tem uma forte influência na população. Por ser
transmitido na Globo, maior empresa televisiva do Brasil, ele conta com uma audiência muito
grande. Mesmo que não acompanhe o programa, praticamente todo mundo sabe quando ele
está sendo transmitido, quando acaba, ou seja, basicamente todo mundo conhece o Big
Brother.
Um dos principais conceitos de Marx é o de ideologia, que é um instrumento de
dominação que gera conformismo e consequentemente, uma alienação. O BBB se encaixa
nesse perfil primeiramente devido a alienação que ele causa. O telespectador do reality fica
tão envolvido com o programa que tende a se ausentar por um período de debates que
abordam outros temas da sociedade. Durante o intervalo de tempo em que o BBB está sendo
transmitido, muitos assuntos relevantes passam despercebidos visto que o foco está no reality.
Um exemplo de uma pauta que foi ofuscada pelo BBB foi a eleição de Arthur Lira como
presidente da Câmara. Por mais que a população não pudesse interferir na votação da
Câmara, mesmo com a problemática que a eleição dele trazia, a maioria dos comentários nas
redes sociais, como por exemplo o Twitter, continuaram sendo sobre os acontecimentos do
Para o trabalho final da disciplina de Sociologia e Comunicação, Marcela Beatriz Neves Silva desenvolveu uma análise da série documental "Cercados" a partir de argumentos elaborados pelo filósofo Douglas Kellner.
" “Cercados”, a nova produção original da Globoplay, serviço de streaming do canal Globo, retrata a rotina do setor jornalístico da emissora no período da pandemia do coronavírus. Entre desafios, alegrias e muito trabalho, o documentário mostra para o público os bastidores dos programas mais conhecidos da empresa, o “Jornal Nacional”, “Profissão Repórter” e “GloboNews” e os obstáculos na hora de transmitir as notícias mais relevantes acerca desta nova doença, principalmente pela resistência do governo Bolsonaro e seus apoiadores. Com esta premissa em mente, decidi analisar o referente produto segundo os argumentos de Douglas Kellner, que no seu livro “A Cultura da Mídia” destaca a dificuldade que governos conservadores têm de aceitar mudanças e o papel da mídia na difusão de ideias contrárias."
Antonio Gramsci, o pensador italiano, é nosso escolhido para o Papinho número 6. Vamos falar especialmente da sua teoria do Estado ampliado, entendendo o que ele pensa sobre o consenso e a hegemonia. A partir de seu pensamento, conversei no Papinho sobre a construção do consenso através da mídia contemporânea, elegendo seis pontos para nos servirem de eixos analiticos. Ficou bem rico!
Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 6:
- MORAES, Dênis. Crítica da Mídia & Hegemonia Cultural. Rio de Janeiro: Editora Mauad/Faperj, 2016.
13 - Textos de Carlos Nelson Coutinho sobre Gramsci
- COUTINHO, Carlos Nelson. Gramsci: um estudo sobre seu pensamento politico. Rio de Janeiro. Campus, 1992.
- COUTINHO, Carlos Nelson. O leitor de Gramsci: escritos escolhidos 1916-1935. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011.
- COUTINHO, C.N. e KONDER L. "Nota sobre Antonio Gramsci". GRAMSCI, Antonio. Concepção dialética
da história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.
14 - MAQUIAVEL, Nicolaus. O Príncipe. São Paulo: Penguin / Companhia das Letras, 2010.
15 - LIMA, Rômulo André. "Notas Sobre a Teoria do Estado em Marx". 6º Colóquio Internacional Marx e
Engels – CEMARX. UNICAMP – Campinas 3-6 de novembro, 2009.
18 - BOURDIEU, P. "A opinião pública não existe". In: THIOLLENT, Michel.
Crítica Metodológica, investigação social e enquete operária. São Paulo : Polis, 1981.
21 - Fotos Grupo de Bolsistas "Instável Equilíbrio" (2008/2010) - Ana Enne, Renato Reder, Gyssele Mendes, Bruno Thebaldi e Ana Beatriz Paes - Estudos de Mídia/UFF
46 - Episódio Cozinhando com Foucault - com Ana Enne (em 5 partes)
47 - Para saber mais sobre a Pesquisa PIBIC Ensino Médio "Memórias como resistências aos enquadramentos da representação midiática hegemônica sobre os múltiplos territórios na cidade do Rio de Janeiro", realizada em parceria LAMI/UFF e ODHE/ETEAB/FAETEC - ver site do LAMI
48 -Textos sobre a caneta desmanipuladora:
- BORGES, L. "CANETA DESMANIPULADORA: mídia e manipulação". Trabalho apresentado ao Centro Universitário de Brasília (UniCEUB/ICPD) como pré-requisito para
obtenção de Certificado de Conclusão de Curso de Pós-graduação Lato Sensu em Revisão de
Textos. UNICEUB, 2016.
- AMARAL, Maria Cristina. "Caneta desmanipuladora, midiativismo e a crítica à imprensa”. IN: Anais do VII Seminário Internacional de Pesquisas em Mídia e Cotidiano. Niterói, PPGMC, 2017.
51 - BAUMAN, Z. Confiança e medo na cidade. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.
52 - CALDEIRA, T.Cidade de muros: Crime, Segregação e Cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34, 2011.
53 - HALBWACHS, M. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2006.
54 - MOSCOVICI, S. Cap. 1 "A representação social: um conceito perdido". IN: A representação social da Psicanálise. Rio de Janeiro, Zahar, 1978.,
55 - JODELET, Denise. "Representações sociais: um domínio em expansão". In: JODELET, D. (Org.). As representações sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2001.
56 - LACERDA, Paula. O drama encenado: assassinatos de gays e travestis na imprensa carioca. 2006. 127 p. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) – Instituto de Medicina Social, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de janeiro, 2006
57 - RIBEIRO, Luciana. #EMPODERE: ENFRENTAMENTO FEMINISTA COM O USO DE HASHTAGS NO
COTIDIANO ONLINE. Dissertação de mestrado em Mídia e Cotidiano. Niterói: UFF, 2019.
58 - LAPROVITA, Viviane. Eu sou mulher no poder – mulheres negras em movimento: resistência e reação na cidade. Dissertação de mestrado em Cultura e Territorialidades. Niterói: UFF, 2019.
59 - BRASILIENSE, Danielle. Tessituras narrativas de O Globo e o acontecimento Chacina da Candelária. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2006.
60 - MATHEUS, Letícia. Elos, temporalidades e narrativas: a experiência contemporânea do medo em O Globo. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2006.
61 - BORGES, Wilson. Narrativas jornalísticas como produção material da cultura: a presença do imaginário na construção ideológica em torno da criminalidade. Tese de doutorado em Comunicação. Niterói: UFF, 2009.
62 - ÁVILA, Ana Luiza Vasconcellos. O impacto do discurso midiático sobre violência na efetivação de políticas públicas. Monografia em Comunicação. Niterói: UFF, 2019.
63 - THOMAZ, Paolla. A construção social do inimigo: análise discursiva do Jornal do SBT na legitimação da violência. Monografia em Estudos de Mídia. Niterói: UFF, 2016.
64 - CARVALHO, Nicia Dias. O caso Claudia Lessin Rodrigues e a violência contra a mulher na mídia. Monografia em Comunicação. Niterói: Universo, 2002.
65 - MENDONÇA, Kleber.A "pacificação" dos sentidos: mídia e violência na cidade em disputa. Rio de Janeiro: Caravanas, 2018.
66 - Episódio Cozinhando com o povo de memória - com Ana Enne (em 6 partes)
67 - GUERRIEIRO, Lídice. Educação e visibilidade: os saberes em construção na Agenda 21 local do município de Itaboraí, RJ. Dissertação de mestrado em Educação. Rio de Janeiro: UFRJ, 2013.
68 - CARNEIRO, Carolina Zoccoli. “Caos no clima”: sensacionalismo, comunicação da ciênciae a narrativa de O Globo sobre o aquecimento global. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2008.
69 - Porta dos fundos - Polêmica da semana: vacina
72 - DURKHEIM, E. Sociologia e filosofia. São Paulo: Edipro, 2005
73 - GIDDENS, A. As consequências da modernidade. São Paulo: UNESP, 2002.
74 - CUPOLILLO, Fernanda. Conselhos para endireitar destinos e ocultar a morte: uma análise das perspectivas behaviorista e evolucionista em Época, Veja e Istoé. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2008.
75 - COSTA, Vânia Torres. À sombra da floresta: os sujeitos amazônicos entre estereótipo, invisibilidade e colonialidade no telejornalismo da Rede Globo. Tese de doutorado em Comunicação. Niterói: UFF, 2011.
77 - OLIVEIRA, Ohana Boy. “O que o mundo separa, o Esquenta! junta?": como representações e mediações ambivalentes configuram múltiplos territórios. Dissertação de mestrado em Cultura e Territorialidades. Niteroi: UFF, 2015.
78 - MENDONÇA, Kleber. A punição pela Audiência: um estudo do Linha Direta. Rio de Janeiro, Quartet/FAPERJ, 2002.
81 - PINTO, Flora Daemon. Sob o signo da infâmia: jovens homicidas/suicidas e as estratégias comunicacionais de inscrição post mortem. Tese de doutorado em Comunicação. Niteroi: UFF, 2014.
82 - CAMINHA, Marina. Retrato Falado: Uma fábula cômica do cotidiano. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2006.
85 - Sobre as pesquisas "Jovens urbanos e redes comunicacionais: mapeamento de movimentos sociais contemporâneos e seus múltiplos formatos" e "Resistências e re-existências: práticas de comunicação e construção de identidades entre jovens moradores da Baixada Fluminense" - ver site do LAMI
86 - ENNE, Ana L. Conexões entre juventude, consumo e mídia: múltiplas formas de atuação e apropriação. In: Paulo Carrano; Osmar Fávero. (Org.). Narrativas Juvenis e Espaços Públicos: Olhares de pesquisas em educação, mídia e ciências sociais. 1ed.Rio de Janeiro: FAPERJ; EDUFF, 2014.
87 - ENNE, Ana L. "A favela tá atuando e dispensando os dublês? : a construção, consolidação e expansão de múltiplas redes culturais e comunicacionais a partir de favelas e periferias do Rio de Janeiro. In: FERNANDES, C.; MAIA, J.; HERSCHMANN, M.. (Org.). Comunicações e Territorialidades. Rio de Janeiro em cena.. 1ed.São Paulo: Anadarco, 2012, v. , p. 25-48.
88 - ENNE, Ana L. "Práticas midiáticas e disputas por hegemonia: reflexões a partir de estudos de caso na Baixada Fluminense". In: Eduardo Granja Coutinho. (Org.). Mídia e Hegemonia. Rio de Janeiro: Ed. da UFRJ, 2008, v. , p. 195-215.
Chegamos ao episódio 05 de nosso Papinho, o podcast do GRECOS. Neste número, abordamos dois sociólogos: Georg Simmel e Zygmunt Bauman, para, a partir de seus conceitos, pensarmos as questões em torno dos temas da ansiedade e do afeto na sociedade moderna ocidental e, posteriormente, globalizada. Entendemos que ansiedade e afeto são sintoma e capital, em um jogo ambíguo, no qual a mídia hegemônica desempenha um papel fundamental. Falamos sobre tudo isso em nosso Papinho, escuta lá, minha gente!
Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 5:
4 - Sobre os fundadores da Sociologia - Papinho 3 (Durkheim), Papinho 3 (Marx) e Papinho 4 (Weber); livro QUINTANEIRO, Tânia e outros. Um toque de clássicos. Marx. Durkheim. Weber. Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2002.
5 - SIMMEL, G. "A metrópole e a vida mental", In: VELHO, Otávio (org.) O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.
6 - Cozinhando com Simmel - por Ana Enne - em 6 partes
19 - ADORNO, Theodor. "A indústria cultural". IN: Sociologia. São Paulo, Ática, 1991.
20 - Para saber mais sobre a pesquisa "Ansiedade e afeto como sintoma e capital das juventudes contemporâneas", e sobre outras pesquisas desenvolvidas no Laboratório de Mídia e Identidade (LAMI) - ver site do LAMI
26 - BAUMAN, Z. Tempos líquidos. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.
27 - BAUMAN, Z. Comunidade: A busca por segurança no mundo atual. Rio de Janeiro: Zahar, 2005.
28 - ANDERSON, Benedict. Comunidade imaginada. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
29 - SIMMEL, G. On individuality and social forms. University of Chicago Press, 1972,
30 - RIO, João do. "A era do automóvel". IN: A vida vertiginosa. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
31 - SINGER, Ben. “Modernidade, Hiperestímulo e o Início do
sensacionalismo popular” In CHARNEY, L. e SCHWARTZ,
V. O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac
& Naify, 2001.
44 - BAUMAN, Z. Medo Líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
45 - BAUMAN, Z. Confiança e medo na cidade. Rio de Janeiro, Zahar: 2009.
46 - CALDEIRA, Teresa. Cidade de muros: Crime, Segregação e Cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34, 2011.
47 - BARRAL, Étienne. Otaku. São Paulo: SENAC, 2001.
48 - BRAZO, Dionísio de Almeida.
Turismo Otaku : nova tendência de turismo sob o olhar dos otakus
no bairro da Liberdade, em São Paulo. Orientador: Ari da Silva Fonseca Filho.
Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Universidade
Federal Fluminense. Faculdade de Turismo e Hotelaria, 2017.
Mais uma semana se inicia e com ela nosso quarto episódio do Papinho, o podcast do GRECOS. Nesse episódio, o tema é Weber, as Ações Sociais e a teoria das Mediações. Apresentamos alguns conceitos do sociólogo alemão Max Weber, em especial a tipologia ideal das Ações Sociais, e cruzamos com os estudos de recepção no campo das teorias da comunicação, em especial Jesús Martín-Barbero e as mediações. Tá bem bacana, vale a pena a escuta, gente!
Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 4:
1 - Um chazinho com Weber, com Ana Enne
2 - Ver os Episódios anteriores do Papinho (episódio 1, episódio 2 e episódio 3) para saber mais sobre o processo histórico de construção da modernidade, sobre o pensamento de Durkheim, de Marx, sobre o positivismo, sobre o materialismo, sobre as teorias funcionalistas e críticas no campo das teorias da comunicação de massa, sobre seu crescimento e consolidação no século XX, bem como sobre a abordagem dos apocalípticos x integrados de Umberto Eco, dentre outros pontos a que remeto nesse quarto episódio.
3 - HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
4 - Para entender a entrada em cena de novos campos e paradigmas epistemológicos nas Ciências Sociais, ver HALL, Stuart. "A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo". Educação. & Realidade, Porto Alegre, v. 22, nº 2, p. 15-46, jul./dez
5 - Sobre o campo dos estudos de recepção, ver JACKS, Nilda. "Da agulha ao chip: brevíssima revisão dos estudos de recepção". Intexto, Porto Alegre, UFRGS, n. 34, p. 236-254, set./dez. 2015.