Blog do Grupo de Estudos sobre Comunicação, Cultura e Sociedade (GRECOS), coordenado pela professora Ana Lucia Enne (UFF), relacionado às disciplinas lecionadas por ela no curso de Estudos de Mídia e na Pós-graduação em Cultura e Territorialidades (PPCULT) da UFF, conjugando reflexões sobre sociologia, estudos culturais, história, antropologia, cultura, mídia, consumo, memória, juventude, movimentos sociais e identidade, dentre outros temas, e ao Laboratório de Mídia e Identidade (LAMI).
sábado, 26 de novembro de 2022
Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Análise da série I May Destroy You (2020)
Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Ciclo Sem Fim: Identidade Enquanto Questão em "O Rei Leão"
Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - A Grande Família e a Praça Pública na TV
Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Notas Etnográficas Sobre o "Brasil" do Reddit
Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - Análise de Euphoria (HBO)
Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Identidade e Representação em Ms.Marvel
Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - Análise do filme “Dancing Queens”
Para finalizar a disciplina Teorias Críticas de Midia, a aluna Natacha Ferreira Moreira desenvolveu uma análise do filme “Dancing Queens” usando os conceitos de Erving Goffman e Pierre Bourdieu, que foram discutidos durante o período.
“Dancing Queens” (2021) é um filme sueco dirigido por Helena Bergström, produzido pela Sweetwater Production e distribuído pela Netflix. Na trama, Dylan Pettersson é uma dançarina de disco que mora em uma pequena ilha. Ao ir para a cidade para uma audição de uma companhia, os eventos acabam a levando a ser faxineira em um clube de drag. Ela conhece Victor, um coreógrafo que está tentando tirar o clube da falência iminente ao modernizar a apresentação do grupo da casa. Ao descobrir o talento de Dylan, Victor fica tentado a contratá-la. Só tem um problema: Dylan é uma mulher e mulheres não podem ser drag queens. Querendo aproveitar essa oportunidade de se expressar pela dança, Dylan decide se passar por um homem para conseguir uma vaga no grupo.
Para ler o trabalho completo clique aqui.
Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI
Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - A questão das identidades apresentada no disco “Da Lama Ao Caos” e a influência no movimento Manguebeat
Para finalizar a disciplina Identidades Culturais na Contemporaneidade, as alunas Ana Clara Martins, Ana Luise Duniec e Lara Ribas desenvolveram uma análise de "Da Lama ao Caos", álbum da Nação Zumbi.
Pernambuco, ano de 1990. De acordo com o Population Crisis Comitee, Instituto de Washington D.C, R, Recife era a quarta pior cidade do mundo para se viver, carregando elevados índices de violência e desemprego. Nesse mesmo cenário, as políticas neoliberais marcavam um avanço cada vez maior, ao passo que as políticas públicas socioculturais passavam por uma redução significativa. Foi em meio a esse contexto que, em 1994, a banda Chico Science & Nação Zumbi lançou o seu primeiro álbum, “Da Lama ao Caos”.
As letras, a estética sonora e os discursos expostos na obra, com maior parte das composições elaboradas por Chico Science, fizeram com que o disco se tornasse uma das maiores representações do movimento Manguebeat, destacando toda a sua potência. Os principais objetivos da cena Mangue giravam em torno da ocupação de espaços e produção de manifestações culturais que questionassem aquela realidade social, sempre considerando a importância do senso coletivo, ou seja, da urgência de atuar em conjunto.
Conforme Ramos (2019), o Manguebeat trouxe uma inovação ao conferir significado público às mídias massificadas, buscando oferecer maior acessibilidade à produção regional, criando sentido de pertencimento à população que desejava uma alternativa às práticas culturais pautadas nos valores tradicionais. Sendo assim, a cena Mangue traz um novo olhar para a cultura local e urbana, tornando possível a construção de novas identidades culturais. Já que o álbum de Chico Science & Nação Zumbi consiste em uma das produções pioneiras do movimento, o presente trabalho tem como objetivo avaliar como questões relacionadas às identidades culturais, sociais e individuais são colocadas na obra, ampliando o debate para a cena Manguebeat. Apesar da complexidade envolvida no conceito de identidade, serão apresentados autores que trouxeram contribuições fundamentais para o debate.
Para ler o trabalho completo clique aqui.
Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI
Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - Daniel Sloss Live Show: Quebra-Cabeça Análise de Conteúdo Midiático
Para finalizar a disciplina de Teorias Críticas de Midia, os alunos Clarice Oliveira dos Anjos e Yan Gomes desenvolveram uma análise do especial de comédia "Daniel Sloss: Live Show", usando conceitos de Guy Debord sobre a Sociedade do Espetáculo e de Antonio Gramsci sobre Consenso e Discurso, além de passar pontualmente pelo raciocínio de Izabel Cristina Rios, desenvolvido no artigo O Amor em Tempos de Narciso (2008).
O objeto desta análise é o segundo dos 2 episódios do especial de comédia: Daniel Sloss: Live Show, “Quebra-cabeça”. O show pode ser assistido na plataforma de streaming Netflix e, ao longo dele, o comediante trata de assuntos sociais, íntimos e delicados de maneira direta e humorística, com críticas ácidas e, definitivamente, indelicadas. Em Quebra-cabeça, o conteúdo analisado neste trabalho é o que está presente a partir de 31’20’’ de show, em que Daniel leva a platéia à uma reflexão sobre a idealização de amor e os caminhos que isso determina nos relacionamentos.
Para ler o trabalho completo clique aqui.
Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI
terça-feira, 16 de novembro de 2021
Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Análise do álbum “Goela Abaixo” - Liniker e os Caramelows
Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, a aluna Livia Maria Hora fez uma análise sobre o álbum “Goela Abaixo” de Liniker e os Caramelows através de de conceitos trabalhados na disciplina e de sua própria experiência com o álbum.
Para ler o trabalho completo clique aqui.
terça-feira, 20 de outubro de 2020
Referências do Episódio 6 do Podcast Papinho, em outubro de 2020 - Gramsci, a construção do consenso e o discurso midiático
Antonio Gramsci, o pensador italiano, é nosso escolhido para o Papinho número 6. Vamos falar especialmente da sua teoria do Estado ampliado, entendendo o que ele pensa sobre o consenso e a hegemonia. A partir de seu pensamento, conversei no Papinho sobre a construção do consenso através da mídia contemporânea, elegendo seis pontos para nos servirem de eixos analiticos. Ficou bem rico!
Para ouvir o Papinho ep.06:
- Link 1 - Anchor
- Link 2 - Spotfy
Para acompanhar a escuta do Episódio 6, consulte o PDF pra salvar - parte 6.
Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 6:
1 - Sobre Antonio Gramsci - 1) Wikipedia; 2) Revista Galileu; 3) Nova Escola
2 - Sobre o signo de Aquário
3 - Sobre o Fascismo de Mussulini
4 - GRAMSCI, A. Cadernos do cárcere. 6 vols. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999.
5 - GRAMSCI, A. Cartas do cárcere. 2 vols. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996.
6 - GRAMSCI, A. Concepção dialética da história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.
7 - GRAMSCI, A. Os intelectuais e a organização da cultura, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira 1968
8 - GRAMSCI, A. Maquiavel, a política e o Estado moderno. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira 1968.
10 - Episódio Um Chazinho com Gramsci - com Ana Enne
11 - Textos de Sônia Mendonça sobre Gramsci:
- MENDONÇA, Sônia. "O Estado Ampliado como Ferramenta Metodológica". Marx e o Marxismo v.2, n.2, jan/jul 2014.
- MENDONÇA, Sônia. "SOCIEDADE CIVIL EM GRAMSCI: Venturas e Desventuras de um Conceito". IN: PAULA, Dilma Andrade de; MENDONÇA, Sônia Regina de (Org.). Sociedade Civil. Ensaios históricos. Jundiaí, SP: Paco Editorial, 2013.
12 - Textos de Dênis de Moraes sobre Gramsci:
- MORAES, Dênis de. "Comunicação, hegemonia e contra-hegemonia: a contribuição teórica de Gramsci". IN Revista Debate, v.4, n.1, 2010.
- MORAES, Dênis de. "O jornalista Antonio Gramsci". IN: Blog da Boitempo, novembro de 2013.
- MORAES, Dênis. Crítica da Mídia & Hegemonia Cultural. Rio de Janeiro: Editora Mauad/Faperj, 2016.
13 - Textos de Carlos Nelson Coutinho sobre Gramsci
- COUTINHO, Carlos Nelson. Gramsci: um estudo sobre seu pensamento politico. Rio de Janeiro. Campus, 1992.
- COUTINHO, Carlos Nelson. O leitor de Gramsci: escritos escolhidos 1916-1935. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011.
- COUTINHO, C.N. e KONDER L. "Nota sobre Antonio Gramsci". GRAMSCI, Antonio. Concepção dialética da história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.
- COUTINHO, Carlos Nelson. "A presença de Gramsci no Brasil". IN: Revista Em Pauta, n.22, 2009.
14 - MAQUIAVEL, Nicolaus. O Príncipe. São Paulo: Penguin / Companhia das Letras, 2010.
15 - LIMA, Rômulo André. "Notas Sobre a Teoria do Estado em Marx". 6º Colóquio Internacional Marx e Engels – CEMARX. UNICAMP – Campinas 3-6 de novembro, 2009.
16 - LENIN, Vladimir Ilitch. O estado e a revolução. Texto de 1917 disponível em The Marxists Internet Archive.
17 - Sobre a Teoria das Elites
18 - BOURDIEU, P. "A opinião pública não existe". In: THIOLLENT, Michel. Crítica Metodológica, investigação social e enquete operária. São Paulo : Polis, 1981.
19 - sobre o mito do Centauro
20 - Ciclo de estudos sobre a Formação do Estado Moderno Ocidental no GRECOS - leituras de 2016, leituras de 2017 e leituras de 2018
21 - Fotos Grupo de Bolsistas "Instável Equilíbrio" (2008/2010) - Ana Enne, Renato Reder, Gyssele Mendes, Bruno Thebaldi e Ana Beatriz Paes - Estudos de Mídia/UFF
22 - Para saber mais sobre o Laboratório de Mídia e Identidade (LAMI)
23 - GINZBURG, Natalia. Léxico familiar. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
24 - Sobre Natalia Ginzburg
25 - Sobre Carlo Ginzburg
26 - Textos sobre contra-hegemonia não ser um conceito de Gramsci:
- DORE, Rosemary e SOUZA, Herbert Glauco de. "Gramsci nunca mencionou o conceito de contra-hegemonia". IN Cadernos de pesquisa, v.25, n.3, 2018.
- SOUZA, Herbert Glauco. Contra-hegemonia: um conceito de Gramsci?. Dissertação de Mestrado em Educação: Conhecimento e Inclusão Social, UFMG, 2003.
27 - Sobre a região da Sardenha
28 - sobre epíteto
29 - Sobre cultura e sua polissemia - CUCHE, Denys. A noção de Cultura nas Ciências Sociais. Florianópolis: EDUSC, 2002.
30 - Sobre cultura como produção discursiva:
- HALL, Stuart. "A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo". Educação e Realidade, v, 22, n.2, 1997.
- Episódio Cozinhando com Stuart Hall - com Ana Enne (em seis partes)
31 - BARBOSA, Marialva. "Imprensa e poder no Brasil pós-1930". IN: Em Questão, Porto Alegre, v.12, n.2, 2006.
32 - MATHEUS, Letícia. "Leituras de salão: suportes de sociabilidade pela fofoca". In: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 29, 2006, Brasília. Anais. São Paulo: Intercom, 2006.
33 - HOBSBAWM, E. Nações e nacionalismos desde 1780: programa, mito e realidade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
34 - Sobre a história da Itália - BERTONHA, João Fábio. Os italianos. São Paulo: Contexto, 2005.
35 - Sobre os Estudos Culturais Britânicos
36 - BAKTHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 2014.
37 - Sobre E.P. Thompson
38 - Sobre Raymond Williams
39 - WILLIAMS, Raymond. Cultura e materialismo. São Paulo: Unesp, 2011.
40 - Sobre Stuart Hall
41 - HALL, Stuart. "Notas sobre a desconstrução do popular". IN: Da diáspora. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2003.
42 - HALL, S. Cultura e representação. Rio de Janeiro: Epicuri, 2017.
43 - BAUMAN, Z. Tempos líquidos. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.
44 - Página no Facebook da Caneta Desmanipuladora
45 - Papinho 03 sobre Marx - com Ana Enne
46 - Episódio Cozinhando com Foucault - com Ana Enne (em 5 partes)
47 - Para saber mais sobre a Pesquisa PIBIC Ensino Médio "Memórias como resistências aos enquadramentos da representação midiática hegemônica sobre os múltiplos territórios na cidade do Rio de Janeiro", realizada em parceria LAMI/UFF e ODHE/ETEAB/FAETEC - ver site do LAMI
48 -Textos sobre a caneta desmanipuladora:
- BORGES, L. "CANETA DESMANIPULADORA: mídia e manipulação". Trabalho apresentado ao Centro Universitário de Brasília (UniCEUB/ICPD) como pré-requisito para obtenção de Certificado de Conclusão de Curso de Pós-graduação Lato Sensu em Revisão de Textos. UNICEUB, 2016.
- AMARAL, Maria Cristina. "Caneta desmanipuladora, midiativismo e a crítica à imprensa”. IN: Anais do VII Seminário Internacional de Pesquisas em Mídia e Cotidiano. Niterói, PPGMC, 2017.
49 - Sobre as Pós-Graduações stricto senso nas áreas de cultura e comunicação do IACS/UFF, onde são produzidos muitos dos trabalhos que cito nos Papinhos
50 - Papinho 5 sobre Simmel e Bauman - com Ana Enne
51 - BAUMAN, Z. Confiança e medo na cidade. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.
52 - CALDEIRA, T. Cidade de muros: Crime, Segregação e Cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34, 2011.
53 - HALBWACHS, M. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2006.
54 - MOSCOVICI, S. Cap. 1 "A representação social: um conceito perdido". IN: A representação social da Psicanálise. Rio de Janeiro, Zahar, 1978.,
55 - JODELET, Denise. "Representações sociais: um domínio em expansão". In: JODELET, D. (Org.). As representações sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2001.
56 - LACERDA, Paula. O drama encenado: assassinatos de gays e travestis na imprensa carioca. 2006. 127 p. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) – Instituto de Medicina Social, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de janeiro, 2006
57 - RIBEIRO, Luciana. #EMPODERE: ENFRENTAMENTO FEMINISTA COM O USO DE HASHTAGS NO COTIDIANO ONLINE. Dissertação de mestrado em Mídia e Cotidiano. Niterói: UFF, 2019.
58 - LAPROVITA, Viviane. Eu sou mulher no poder – mulheres negras em movimento: resistência e reação na cidade. Dissertação de mestrado em Cultura e Territorialidades. Niterói: UFF, 2019.
59 - BRASILIENSE, Danielle. Tessituras narrativas de O Globo e o acontecimento Chacina da Candelária. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2006.
60 - MATHEUS, Letícia. Elos, temporalidades e narrativas: a experiência contemporânea do medo em O Globo. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2006.
61 - BORGES, Wilson. Narrativas jornalísticas como produção material da cultura: a presença do imaginário na construção ideológica em torno da criminalidade. Tese de doutorado em Comunicação. Niterói: UFF, 2009.
62 - ÁVILA, Ana Luiza Vasconcellos. O impacto do discurso midiático sobre violência na efetivação de políticas públicas. Monografia em Comunicação. Niterói: UFF, 2019.
63 - THOMAZ, Paolla. A construção social do inimigo: análise discursiva do Jornal do SBT na legitimação da violência. Monografia em Estudos de Mídia. Niterói: UFF, 2016.
64 - CARVALHO, Nicia Dias. O caso Claudia Lessin Rodrigues e a violência contra a mulher na mídia. Monografia em Comunicação. Niterói: Universo, 2002.
65 - MENDONÇA, Kleber. A "pacificação" dos sentidos: mídia e violência na cidade em disputa. Rio de Janeiro: Caravanas, 2018.
66 - Episódio Cozinhando com o povo de memória - com Ana Enne (em 6 partes)
67 - GUERRIEIRO, Lídice. Educação e visibilidade: os saberes em construção na Agenda 21 local do município de Itaboraí, RJ. Dissertação de mestrado em Educação. Rio de Janeiro: UFRJ, 2013.
68 - CARNEIRO, Carolina Zoccoli. “Caos no clima”: sensacionalismo, comunicação da ciênciae a narrativa de O Globo sobre o aquecimento global. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2008.
69 - Porta dos fundos - Polêmica da semana: vacina
70 - Sobre significado de meme
71 - Sobre o significado de fakenews
72 - DURKHEIM, E. Sociologia e filosofia. São Paulo: Edipro, 2005
73 - GIDDENS, A. As consequências da modernidade. São Paulo: UNESP, 2002.
74 - CUPOLILLO, Fernanda. Conselhos para endireitar destinos e ocultar a morte: uma análise das perspectivas behaviorista e evolucionista em Época, Veja e Istoé. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2008.
75 - COSTA, Vânia Torres. À sombra da floresta: os sujeitos amazônicos entre estereótipo, invisibilidade e colonialidade no telejornalismo da Rede Globo. Tese de doutorado em Comunicação. Niterói: UFF, 2011.
76 - BELO, Jordana. Alicerce de favela: romper brechas no colonial, horizontalizar o vertical. Dissertação de mestrado em Cultura e Territorialidades. Niteroi: UFF, 2019.
77 - OLIVEIRA, Ohana Boy. “O que o mundo separa, o Esquenta! junta?": como representações e mediações ambivalentes configuram múltiplos territórios. Dissertação de mestrado em Cultura e Territorialidades. Niteroi: UFF, 2015.
78 - MENDONÇA, Kleber. A punição pela Audiência: um estudo do Linha Direta. Rio de Janeiro, Quartet/FAPERJ, 2002.
79 - ENNE, Ana Lucia Silva; PROCÓPIO, Victória Machado Guedes. "Ansiedade e afeto como categorias-chave em narrativas literárias e midiáticas infanto-juvenis contemporâneas: uma abordagem a partir dos Estudos Culturais". Parágrafo, [S.l.], v. 7, n. 1, p. 48, maio 2020.
80 - OLIVEIRA, Bruno Pacheco. Comunicação e identidade: desafios para um protagonismo indígena. Dissertação de mestrado em Cultura e Territorialidades. Niteroi: UFF, 2014.
81 - PINTO, Flora Daemon. Sob o signo da infâmia: jovens homicidas/suicidas e as estratégias comunicacionais de inscrição post mortem. Tese de doutorado em Comunicação. Niteroi: UFF, 2014.
82 - CAMINHA, Marina. Retrato Falado: Uma fábula cômica do cotidiano. Dissertação de mestrado em Comunicação. Niterói: UFF, 2006.
83 - ENNE, Ana Lucia. "Representações sociais como produtos e processos: embates em torno da construção discursiva da categoria “vândalos” no contexto das manifestações sociais no Rio de Janeiro em 2013". IN: História e Cultura, v.2, n.2, 2013.
84 - COSTA, Lilian Michelli Giovanelli. #OcupaCairu: juventude e luta política a partir da ocupação de uma escola no subúrbio do Rio de Janeiro. Dissertação de mestrado em Cultura e Territorialidades. Niterói: UFF, 2017.
85 - Sobre as pesquisas "Jovens urbanos e redes comunicacionais: mapeamento de movimentos sociais contemporâneos e seus múltiplos formatos" e "Resistências e re-existências: práticas de comunicação e construção de identidades entre jovens moradores da Baixada Fluminense" - ver site do LAMI
86 - ENNE, Ana L. Conexões entre juventude, consumo e mídia: múltiplas formas de atuação e apropriação. In: Paulo Carrano; Osmar Fávero. (Org.). Narrativas Juvenis e Espaços Públicos: Olhares de pesquisas em educação, mídia e ciências sociais. 1ed.Rio de Janeiro: FAPERJ; EDUFF, 2014.
87 - ENNE, Ana L. "A favela tá atuando e dispensando os dublês? : a construção, consolidação e expansão de múltiplas redes culturais e comunicacionais a partir de favelas e periferias do Rio de Janeiro. In: FERNANDES, C.; MAIA, J.; HERSCHMANN, M.. (Org.). Comunicações e Territorialidades. Rio de Janeiro em cena.. 1ed.São Paulo: Anadarco, 2012, v. , p. 25-48.
88 - ENNE, Ana L. "Práticas midiáticas e disputas por hegemonia: reflexões a partir de estudos de caso na Baixada Fluminense". In: Eduardo Granja Coutinho. (Org.). Mídia e Hegemonia. Rio de Janeiro: Ed. da UFRJ, 2008, v. , p. 195-215.
terça-feira, 30 de outubro de 2018
Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: Roxanne Roxanne
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
Mídia e Sensacionalismo - Trabalhos Finais: A perna cabeluda: de protagonista das narrativas de terror nas páginas policiais do Recife a mito do folclore pernambucano
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
Blog do GRECOS indica: site do NEMES
No site, conforme divulgação, "além da produção intelectual dos participantes do grupo de pesquisa, há um arquivo atualizado de notícias sobre emoções e temas afins".
Parabéns e vida longa ao NEMES!
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: "Conservação e transformação da estrutura social no filme A Vizinhança do Tigre"
terça-feira, 26 de setembro de 2017
Comunicação e Cultura Popular - Trabalhos Finais: Mangue Beat: O mangue e o mundo
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Comunicação e Cultura Popular - Trabalhos Finais: "Apropriação do funk como instrumento de ensino nas escolas"
Clique aqui para ler o trabalho completo.
segunda-feira, 12 de junho de 2017
"A cultura como recurso – desdobramentos dos Estudos Culturais, uma entrevista com George Yúdice*
No que tange a importância dos estudos sobre os usos das formas culturais, George Yúdice tem muito a nos ensinar. O Diretor do Departamento de Línguas e Culturas Modernas da Universidade de Miami, em seu livro "A conveniência da cultura: usos da cultura na era global", disserta como são possíveis as articulações da cultura na contemporaneidade e as descreve como um recurso que opera na ambivalência. Seus usos e apropriações operam tanto àqueles que reivindicam políticas de identidade quanto ao Estado, que, por sua vez, detém do poder de validação e reconhecimento destas políticas. O autor americano também comenta que esses movimentos de usos da cultura são convenientes ao capital, cerceia a cultura como lugar de comodidade e limita as lutas ao discurso.
Em uma entrevista, concedida às professoras Marisa Vorraber Costa e Maria Lúcia Castagna Wortmann, em 2015, Yúdice comenta sobre os desdobramentos dos Estudos Culturais e os esquemas da pluralidade cultural brasileira e da América Latina de forma geral. Leia a entrevista completa abaixo.
Maria Lúcia: Professor Yúdice, eu inicio lembrando um antigo texto seu, intitulado O “Estado das Artes” dos Estudos Culturais, publicado no ano de 1993, no Brasil, em um livro intitulado Comunicação e Cultura Contemporânea. Naquele texto, que foi o primeiro que eu li sobre Estudos Culturais, o senhor fez uma resenha das vertentes inglesas, estadunidenses e latino-americanas dos Estudos Culturais. Eu gostaria de saber, passados tantos anos, como o senhor vê o desenvolvimento dos Estudos Culturais nessas três realidades? E, ainda, a partir da proposta do Centro de Birmingham, que aspectos o senhor considera terem sido abordados mais distintivamente nessas vertentes?
M: Tal questão corresponderia a esse ímpeto de governamentalidade de que fala Foucault, porque, de certa forma, quando esse gestor cultural está preocupado em formar mais gestores, é porque, com certeza, não quer que se perca a direção que está sendo impressa a determinados processos e movimentos culturais.
M. L.: Nesse sentido, eu pergunto: a interlocução que alguns autores, como o senhor e o próprio Garcia Canclini, têm feito com as tendências de pensamento pós-estruturalistas e com os filósofos da pós-modernidade, de alguma maneira, parece que ampliam as possibilidades de discussão de como vinha sendo conduzida a cultura nos Estudos Culturais. No caso do Brasil, por exemplo, isso já causou uma cisão. Há uma autora5 que chega a pensar na existência de Estudos Culturais “mais adequados” e “menos adequados”. Para ela, “os mais adequados” seriam exatamente aqueles que se aproximam da vertente de Birmingham e dos trabalhos de Raymond Williams, por exemplo. Os demais seriam os “menos adequados”, menos puros, vamos dizer assim; ou seja, para ela, o que se afasta da vertente de Birmingham não é “essencialmente” Estudos Culturais. Novamente temos aquele entendimento de acharmos uma definição, um enquadramento dos Estudos Culturais, sendo essa, no entanto, uma perspectiva da qual seus praticantes têm que procurar fugir constantemente. Então, como fica a ideia da interlocução com as empresas?
G. Y.: Claro, fui aprendendo muito estudando vários casos e descobri que o gestor é quem cria as relações, as retitulações para poder levar adiante um projeto, senão este morrerá. Não são modelos de ação, mas um modo de reflexão que vai além dos Estudos Culturais “puros”, de Birmingham. Agora, é necessário agir em vários campos, muitas vezes, e trabalhar em outros com parcerias, etc. É mais complexo, mais flexível, e não se vê a ação somente através da reflexão teórica, mas isso envolve uma relação bem dinâmica entre reflexão e ação. Continuam sendo interessantes, por esse motivo, os trabalhos de Bourdieu e Stuart Hall. Eles têm uma perspectiva gramsciana. Stuart Hall elaborou também seus estudos a partir da perspectiva foucaultiana da governamentalidade. Essa visão foi a que mais se aproximou, em certo momento, desse processo que temos hoje, ou seja, da gerência da sociedade. Eu lembro, não sei se mencionei neste livro, acho que não, mas o primeiro que propôs o tema da governamentalidade nas políticas culturais, no contexto anglo-americano dos Estudos Culturais, foi Tony Bennet, que escreveu “O nascimento do museu”. Essa obra alude à de Foucault intitulada O Nascimento da clínica.
M.: Acho que essa oportunidade de podermos conversar sobre a importância dos Estudos Culturais com alguém que participou das primeiras discussões americanas sobre o campo foi ímpar. Esta conversa terá continuidade, certamente, porque é muito bom tomar contato com esse olhar de fora, evitando que fiquemos circunscritos às questões mais locais e internas. Temos também nossos “grilos” com a hegemonia anglo-saxônica dos Estudos Culturais, assim como temos vontade de que esse olhar latino-americano e brasileiro, que se distingue dos demais Estudos Culturais, possa ter alguma visibilidade e contribuir para esse campo em desenvolvimento. Sabemos que os Cultural Studies constituem um campo controvertido, em permanente constituição e recomposição, afinado com políticas de abertura e de Crossroads. Sabemos que mesmo entre muitas tendências e disciplinas que possam apenas se cruzar contingencialmente, podemos compartilhar focos de convergência e fazer política. Muito obrigada, Professor.
M. L.: Finalizo lembrando comentário feito pelo Professor Denilson Lopes, que destaca ser o Professor Yúdice um novo tipo de intelectual público capaz de realizar reflexões envolvidas, engajadas, amorosas, que implicam uma abertura metodológica, que não teme cair em um ecletismo teórico.
G. Y.: Agradeço muito.
*Entrevista concedida as professoras Marisa Vorraber Costa &; Maria Lúcia Castagna Wortmann, publicada originalmente na Revista Educação (Porto Alegre), v. 38, n. 1, p. 14-20, jan.-abr. 2015.




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