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sábado, 26 de novembro de 2022

Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Análise da série I May Destroy You (2020)

 


Para a avaliação final da disciplina Identidades Culturais na Contemporaneidade, as alunas Indaiá Mattos, Luciana Toledo e Sarah Roque produziram uma análise série I May Destroy You, disponível na HBO Max.

Lançada em 2020 e com apenas 1 temporada, a série é escrita, dirigida e estrelada por Michaela Coel. Na série, somos apresentados a Arabella, uma jovem mulher londrina de ascendência ganesa que ganha visibilidade como escritora após viralização de seus textos no Twitter. Em uma noite com amigos, Arabella é dopada e estuprada e é a partir deste conflito que a trama se desenvolverá. A série é uma ficcionalização de um abuso sofrido pela atriz e diretora Michaela Coel, que aconteceu enquanto as gravações de sua primeira série, Chewing Gum, aconteciam. Ainda que a narrativa tenha como foco questões como assédio, consentimento, feminicídio e o movimento Me Too, a série também traz consigo reflexões importantes sobre memória, identidade e representação.

Para ler o trabalho completo clique aqui. 



Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Notas Etnográficas Sobre o "Brasil" do Reddit

 


Para finalizar a disciplina Identidades Culturais na Contemporaneidade, o aluno João Pedro Ferreira Soares desenvolveu uma análise etnografica do site Reddit.

Atualmente, as possibilidade de interação, trocas de experiências e expressão ultrapassam os limites do mundo físico. Com o advento da Internet, novas possibilidades de comunicação surgiram, principalmente através das redes sociais digitais. Dentre as principais redes sociais da atualidade está o Reddit. O Reddit funciona como um agregador geral de notícias, que podem ser compartilhadas e comentadas por pessoas de todas as partes do mundo pelos chamadas subreddits, que são comunidades específicas sobre assuntos específicos presentes nesse grande agregador geral que é a plataforma. Reddit vem do inglês "read it" ou "leia isto", em português, e não há limites para o que pode se transformar em uma comunidade para criar e compartilhar conteúdos a serem lidos. Filmes, games, religião, política, literatura, TV - tudo pode gerar uma nova comunidade na plataforma. Pelas comunidades, pessoas desconhecidas ao redor do mundo podem se unir para debater um tema - compartilhando gostos, valores e estilos de vida.

Para ler o trabalho completo clique aqui. 



Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

Teorias Críticas de Midia - Trabalhos Finais - Análise de Euphoria (HBO)

 


Para finalizar a disciplina Teorias Críticas de Midia, as alunas Indaiá Mattos, Luciana Toledo e Sarah Roque desenvolveram uma análise da série “Euphoria”, disponível na HBOMax.

Adaptada pelo produtor e roteirista estadunidense Sam Levinson, Euphoria é baseada em uma série israelense de mesmo nome. Transmitida pela HBO, a série retrata a vida e o cotidiano de jovens que frequentam o mesmo colégio, bem como suas relações, traumas e afetos. A trama é focada na personagem Rue, uma jovem recém saída da reabilitação adicta em opióides, que de volta à vida escolar tenta se adaptar à sobriedade novamente. Ainda que o ponto de partida da narrativa seja o retorno de Rue, ao longo de 8 episódios, o espectador também é apresentado à vida de outros personagens que enriquecem a trama e trazem à tona outros conflitos.

Sendo definida pela crítica como uma série sobre fissura, Euphoria é considerada a série da geração z, definida pelo uso de aplicativo de relacionamentos, sites de pornografia, mensagens de texto e nudes, uma geração hiperestimulada e portanto, blasé. Pretendemos com este trabalho analisar a produção sob as lentes dos teóricos George Simmel e Zygmunt Bauman a fim de investigar como os sintomas modernos de mal estar contemporâneo se relacionam à trama.


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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Identidade e Representação em Ms.Marvel

 



Para finalizar a disciplina Identidades Culturais na Contemporaneidade, o aluno Alcir Guilherme desenvolveu uma análise série Ms. Marvel, disponível no Dinsey+.

A série Ms. Marvel tem como protagonista uma jovem de 16 anos de origem paquistanesa chamada Kamala Khan que vive em Nova Jersey junto com seus pais conservadores e seu irmão mais velho, gosta de escrever fanfics e é fascinada em heróis, especialmente a Capitã Marvel. Kamala tem que enfrentar diversos problemas para poder e encaixar na sua família e fazer amigos na escola, mas a jovem geek vê sua vida mudar rasticamente quando adquire poderes e por causa disso tem que aprender a equilibrar sua vida como super-heroína e a vida escolar. Além disso, tem que saber lidar com as dificuldades de pertencer a uma família mulçumana, vivendo nos Estados Unidos.

Por se tratar de uma série da Marvel HQ, a história é centrada no embate entre herói e vilão, bem e mal, o diferencial desta série em comparação com as outras disponíveis no Disney+ é que Ms. Marvel não traz uma heroína puramente americana, mas paquistanesa somando-se e somado a este fato nos apresenta uma cultura pouco conhecida, possibilitando o conhecimento sobre os costumes e os abusos das autoridades policiais sobre os mulçumanos, principalmente pelo que aconteceu no 11 de setembro.

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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - A questão das identidades apresentada no disco “Da Lama Ao Caos” e a influência no movimento Manguebeat

 


Para finalizar a disciplina Identidades Culturais na Contemporaneidade, as alunas Ana Clara Martins, Ana Luise Duniec e Lara Ribas desenvolveram uma análise de "Da Lama ao Caos", álbum da Nação Zumbi.

Pernambuco, ano de 1990. De acordo com o Population Crisis Comitee, Instituto de Washington D.C, R, Recife era a quarta pior cidade do mundo para se viver, carregando elevados índices de violência e desemprego. Nesse mesmo cenário, as políticas neoliberais marcavam um avanço cada vez maior, ao passo que as políticas públicas socioculturais passavam por uma redução significativa. Foi em meio a esse contexto que, em 1994, a banda Chico Science & Nação Zumbi lançou o seu primeiro álbum, “Da Lama ao Caos”.

As letras, a estética sonora e os discursos expostos na obra, com maior parte das composições elaboradas por Chico Science, fizeram com que o disco se tornasse uma das maiores representações do movimento Manguebeat, destacando toda a sua potência. Os principais objetivos da cena Mangue giravam em torno da ocupação de espaços e produção de manifestações culturais que questionassem aquela realidade social, sempre considerando a importância do senso coletivo, ou seja, da urgência de atuar em conjunto.

Conforme Ramos (2019), o Manguebeat trouxe uma inovação ao conferir significado público às mídias massificadas, buscando oferecer maior acessibilidade à produção regional, criando sentido de pertencimento à população que desejava uma alternativa às práticas culturais pautadas nos valores tradicionais. Sendo assim, a cena Mangue traz um novo olhar para a cultura local e urbana, tornando possível a construção de novas identidades culturais. Já que o álbum de Chico Science & Nação Zumbi consiste em uma das produções pioneiras do movimento, o presente trabalho tem como objetivo avaliar como questões relacionadas às identidades culturais, sociais e individuais são colocadas na obra, ampliando o debate para a cena Manguebeat. Apesar da complexidade envolvida no conceito de identidade, serão apresentados autores que trouxeram contribuições fundamentais para o debate.


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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


Identidades Culturais na Contemporaneidade - Trabalhos Finais - Lutando Por Um Território Mestiço: Uma Análise do Curta-Metragem Liberdade (2018)


Para finalizar a disciplina Identidades Culturais na Contemporaneidade, a aluna Telma Yamabe desenvolveu uma análise do curta-metragem "Liberdade", usando conceitos de Stuart Hall, Michael Pollak e Gilberto Velho, que foram discutidos durante o período.

O curta-metragem Liberdade é uma correalização de Pedro Nishi e Vinícius Silva, produzido por A Flor e a Náusea em 2018 e foi vencedor do Prêmio Especial do Júri no 51o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Durante 25 minutos, a obra mistura o documental e a ficção trabalhando com quatro temporalidades distintas ancoradas no território do bairro da Liberdade em São Paulo. Através da atuação de Aboubacar Sidibé, Cristina Sano e Mamadou Yaya Sow percorremos o passado escravocrata, a imigração japonesa, a atual presença de imigrantes oriundos da África e o futuro do bairro paulista.


O curta está disponível no YouTube e pode ser acessado clicando aqui.

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Postagem: Julieverson Figueredo - graduando de Estudos de Mídia

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - As Telefonistas: as contribuições de Douglas Kellner para a leitura da narrativa


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, a aluna Luize Moraes desenvolveu uma análise da série espanhola da Netflix: Las Chicas del Cable (no Brasil, As Telefonistas), a partir de conceitos do teórico crítico Douglas Kellner, trabalhado na disciplina. 


"A série espanhola As Telefonistas - disponível da plataforma de streaming Netflix - aborda questões sociais relevantes no campo dos estudos das narrativas culturais. A ficção é ambientalizada em 1920, momento no qual as mulheres enfrentavam um processo ainda mais difícil, comparado ao atual, na busca por liberdade e direitos sociais. Atualmente, as mulheres e o feminismo - através de luta constante - conquistaram avanços no cenário desigual da sociedade, como por exemplo o direito ao voto, entretanto, as marcas patriarcais ainda são evidentes na contemporaneidade. Nesse sentido, a série em questão aborda a representação feminina em 1920 ao mesmo tempo que contribui para a simbolização e a manutenção da memória histórica na luta das mulheres, que se mostra presente no Brasil desde o período colonial, através do patriarcado, até os dias atuais."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - A Representação das Cariocas e do Rio De Janeiro no videoclipe Girl From Rio


Para finalizar a disciplina Sociologia e Comunicação, o aluno Guilherme Cirqueira fez uma análise sobre a representação das cariocas e do Rio De Janeiro no videoclipe Girl From Rio tendo como base conceitos de Stuart Hall.


"Partindo dos acordes da música Garota de Ipanema, clássico da bossa nova composto por Tom Jobim e letrado por Vinicius de Moraes em 1962, o videoclipe de Girl from Rio se inicia com “o Rio exportação”, da Zona Sul, com o Pão de Açúcar ao fundo, mas logo portas se abrem e agora será contada uma parte da história da artista, da garota que cresceu na periferia e é “uma Garota do Rio”.

Deixando para trás a paisagem artificial comumente explorada nas produções audiovisuais, o espectador é conduzido à um tour pelo que Anitta considera essencial conhecer na sua cidade. Ao descer de um ônibus lotado, é revelado o Rio do subúrbio, cheio de cores, sabores e pluralidade de corpos."

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Meninas Malvadas, uma análise social




Para o trabalho final da disciplina de Sociologia e Comunicação, Alessandra de Oliveira desenvolveu uma análise do filme Meninas Malvadas, relacionando o desenvolvimento da
protagonista com alguns sociólogos apresentados durante o semestre.


"Em 09 de julho de 2004, semana da independência dos Estados Unidos, estava sendo lançado o filme de comédia adolescente Meninas Malvadas, o enredo acompanha Cady Heron (Lindsay Lohan), uma adolescente que passou a maior parte da sua vida morando na África — não especificam em momento algum do filme qual país a personagem morava, apenas deixam em aberto reafirmando o estereótipo do continente ser um único país, como se o povo fosse único sem qualquer tipo de pluralidade e a região fosse homogênea — ela cresceu tendo ensino doméstico, com sua mãe lecionando as disciplinas. Ao completar dezesseis anos a família se muda para os Estados Unidos, e pela primeira vez Cady passa pela experiência de estudar em um colégio, tendo um enorme choque cultural. "

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Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Teoria Critica da Mídia - Trabalhos Finais - Mulheres negras na mídia, representação e a síndrome do tokenismo



Para o trabalho final da disciplina de Teoria Crítica da Mídia, Marcele Oliveira fez uma análise da representação das mulheres negras na mídia e as formas de olhar e reinventar o conceito de “tokenismo”.

"Quem vê na mídia as artistas brasileiras Elis Mc e Mc Soffia, ambas mulheres negras, muito jovens, talentosíssimas e completamente conscientes de sua cor, pode até pensar que a favela venceu. Para um país que foi o último país das Américas a abolir a escravidão, no qual se perpetua uma política de morte, ou necropolítica como diz Achille Mbembe (PEREIRA, 2019), em uma falsa ilusão de democracia e segurança, considero difícil utilizar essa afirmativa. Será que a favela venceu mesmo? Mídiaticamente, somos vitoriosos em ter figuras como Iza, Ludmilla, Karol Conka, Drik Barbosa e muitos outros nomes mais ocupando as telas e telinhas da sociedade contemporânea. Escolho aqui falar das mulheres negras não só por identificação mas também por entender que elas demoraram a serem vistas. Hoje, Elza Soares é considerada rainha, mas Mané Garrincha, famoso jogador de futebol brasileiro, que a espancou em diversos momentos da vida, também é considerado rei. Trago esse exemplo para reafirmar como a mídia é um ambiente conflituoso, com disputas discursivas. Atualmente, empoderamento, lugar de fala e representatividade são conceitos amplamente utilizados, assim como racismo, desigualdade e resistência. Não dá mais para “passar batido” certos conceitos e, sendo assim, vale refletir: estaria mesmo a favela vencendo e a população preta nos espaços de poder? Nos espaços de decisão? Formando-se, alimentando-se bem, tendo condições de vida digna? Vivendo ou sobrevivendo? Conquistando ou sendo token de quem sabe que não é mais possível ignorar a cor da pele da maior parte da população do país? Nesta análise, discorro sobre a figura de mulheres negras na mídia e sobre formas de olhar e reinventar o conceito de “tokenismo”."

Clique aqui para ler o trabalho completo. 


Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

terça-feira, 13 de outubro de 2020

Referências do Episódio 5 do Podcast Papinho, em outubro de 2020 - Simmel, Bauman e a questão da ansiedade e do afeto na modernidade

Chegamos ao episódio 05 de nosso Papinho, o podcast do GRECOS. Neste número, abordamos dois sociólogos: Georg Simmel e Zygmunt Bauman, para, a partir de seus conceitos, pensarmos as questões em torno dos temas da ansiedade e do afeto na sociedade moderna ocidental e, posteriormente, globalizada. Entendemos que ansiedade e afeto são sintoma e capital, em um jogo ambíguo, no qual a mídia hegemônica desempenha um papel fundamental. Falamos sobre tudo isso em nosso Papinho, escuta lá, minha gente!

Para ouvir o Papinho ep.05:

- Link 1 - Anchor

- Link 2 - Spotfy

Para acompanhar a escuta do Episódio 5, consulte o PDF pra salvar - parte 5.

Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 5:

1 - sobre Georg Simmel - 1) wikipedia; 2) Infopédia

2 - Sobre a Escola de sociologia alemã - SIQUEIRA, Euler. "Interação e comunicação na escola sociológica alemã". IN: LOGOS. UERJ, v.8, n.2, 2001.

3 - Sobre o signo de Peixes

4 - Sobre os fundadores da Sociologia - Papinho 3 (Durkheim),  Papinho 3 (Marx) e Papinho 4 (Weber); livro QUINTANEIRO, Tânia e outros. Um toque de clássicos. Marx. Durkheim. Weber. Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2002.

5 - SIMMEL, G. "A metrópole e a vida mental", In: VELHO, Otávio (org.) O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.

6 - Cozinhando com Simmel - por Ana Enne - em 6 partes


7 - Sobre Zygmunt Bauman - 1) wikipedia; 2) dossiê sobre Bauman

8 - Sobre o signo de Escorpião

9 - BAUMAN, Z. Amor líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.

10 - BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

11 - Episódio Um Chazinho com Bauman - por Ana Enne


12 - Sobre Ansiedade - 1) página sobre o tema; 2) Revista Super Interessante; 3) etimologia

13 - Sobre Afeto e Afetividade: 1) etimologia; 2) Wikipedia 

14 - Sobre Sintoma

15 - Sobre Capital - 1) Dicionário Financeiro; 2) Wikipédia

16 - Sobre Pós Modernidade 

17 - Sobre Modernidade Tardia

18 - ENNE, Ana Lucia. "À perplexidade, a complexidade: a relação entre consumo e identidade nas sociedades contemporâneas". IN: Comunicação, Mídia e Consumo. São Paulo, ESPM, v.3, n.7, 2006.

19 - ADORNO, Theodor. "A indústria cultural". IN: Sociologia. São Paulo, Ática, 1991.

20 - Para saber mais sobre a pesquisa "Ansiedade e afeto como sintoma e capital das juventudes contemporâneas", e sobre outras pesquisas desenvolvidas no Laboratório de Mídia e Identidade (LAMI) - ver site do LAMI

21 - Sobre Harry Potter

22 - Sobre Percy Jackson

23 - Sobre Jogos Vorazes

24 - Sobre a série Divergente

25 - ENNE, Ana Lucia Silva; PROCÓPIO, Victória Machado Guedes"Ansiedade e afeto como categorias-chave em narrativas literárias e midiáticas infanto-juvenis contemporâneas: uma abordagem a partir dos Estudos Culturais". Parágrafo, [S.l.], v. 7, n. 1, p. 48, maio 2020

26 - BAUMAN, Z. Tempos líquidos. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.

27 - BAUMAN, Z. Comunidade: A busca por segurança no mundo atualRio de Janeiro: Zahar, 2005.

28 - ANDERSON, Benedict.  Comunidade imaginada. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

29 - SIMMEL, G. On individuality and social formsUniversity of Chicago Press, 1972,

30 - RIO, João do. "A era do automóvel". IN: A vida vertiginosa. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

31 - SINGER, Ben. “Modernidade, Hiperestímulo e o Início do sensacionalismo popular” In CHARNEY, L. e SCHWARTZ, V. O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac & Naify, 2001. 

32 - Sobre a série "Família Imperial"

33 - SIMMEL, G. The Philosophy of MoneyRoutledge, 2011.

34 - BAUMAN, Z, Vida para o consumo. Rio de Janeiro: Zahar, 2008,

35 - BAUMAN, Z. Vida líquidaRio de Janeiro: Zahar, 2007,

36 - BAUMAN, Z. Vidas desperdiçadasRio de Janeiro: Zahar, 2005.

37 - BAUMAN, Z. Capitalismo parasitárioRio de Janeiro: Zahar, 2010.

38 - BAUMAN, Z. Identidade: Entrevista a Benedetto Vecchi. Rio de Janeiro: Zahar, 2005

39 - Sobre cultura do cancelamento

40 - Titãs - música "Go back"

41 - Mart'nália - música "Chega"

42 - Netinho - música "Total"

43 - Luka - música "Tô nem aí"

44 - BAUMAN, Z. Medo Líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

45 - BAUMAN, Z. Confiança e medo na cidade. Rio de Janeiro, Zahar: 2009.

46 - CALDEIRA, Teresa. Cidade de muros: Crime, Segregação e Cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34, 2011.

47 - BARRAL, Étienne. Otaku. São Paulo: SENAC, 2001.

48 - BRAZO, Dionísio de Almeida. Turismo Otaku : nova tendência de turismo sob o olhar dos otakus no bairro da Liberdade, em São Paulo. Orientador: Ari da Silva Fonseca Filho. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Universidade Federal Fluminense. Faculdade de Turismo e Hotelaria, 2017.

49 - PEREIRA, Gyssele Mendes.  A RE-MERCANTILIZAÇÃO DO UNIVERSO DO DESCARTÁVEL ATRAVÉS DA MÍDIA Consumo, Representação e MemóriaDissertação de mestrado em Comunicação - PPGCOM/UFF. Niteroi, 2014.

50 - SOUZA, Bruno Thebaldi. A era dos multimedos: as turfobias e a construção dos imaginários sociais de medo pela mídia. Dissertação de mestrado em Comunicação - PPGCOM/UFF. Niteroi, 2013.

51 - BAUMAN, Z. Modernidade e ambivalência. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.

52 - SCLIAR, Moacyr. Saturno nos trópicos: a melancolia européia chega ao Brasil São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

53 - Etimologia de indivíduo

54 - Fábula "A cigarra e a formiga", de La Fontaine 

55 - WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.

56 - MIGUEL, Vinicius Machado. "Uma breve relação entre amor romântico e capitalismo". Novembro de 2019.

57 - FREUD, S. O mal-estar na cultura. Porto Alegre: L&PM, 2010.

58 - ENGELS, F. e MARX, K. Manifesto do Partido Comunista. Petrópolis, Vozes, 1993.

59 - Sobre fetiche da mercadoriaMARX, Karl. O Capital. Edição popular. Lisboa, Edições 70, s/d.

60 - Sobre o filme "A forma da água" (2017)

61 - ENNE, Ana Lucia; LAGES, Flavia e OLIVEIRA, Ohana Boy. "Representações identitárias em disputa em um mundo em transformação. Uma análise dos filmes A forma da água, Pantera Negra e Uma mulher fantástica". Novos Olhares, v.8, n.1, 2019. 

62 - CERTEAU, Michel de. A cultura no Plural. Campinas: Papirus, 1995.

63 - BAUMAN, z. Vida em fragmentos. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.

64 - Sobre Síndrome do Pânico

65 - Sobre Estresse

66 - Sobre Medicamentalização

67 - Sobre Neoliberalismo

68 - SENNETT, Richard. A corrosão do caráter. São Paulo: Record, 1999.

69 - Globo News - "Nunca desliga"

70 - Significado de "dar block"

71 - Sobre apps de consumo no Brasil

72 - Sobre Pedagogia do capital

73 - Sobre o formato das séries

74 - Sobre formato de games

75 - Sobre games em formato de séries

76 - Significado de Spoiler

77 - Hesse, Hermann. "O Poeta".

78 - Significado de "Entendedores entenderão"

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: Gabi Oliveira: uma reflexão sobre o fato social de Durkheim e a construção da autoestima de pessoas negras no Brasil.



Para a disciplina de Sociologia e Comunicação de 2018.1, o aluno Lukas Cruz fez uma análise sociológica sobre o ideal de "beleza" a partir de uma construção social do que é tido como "certo" ou "verdadeiro". Ele argumentou a partir da youtuber Gabi Oliveira e conceituou seguindo a lógica de consciência coletiva de Durkheim.

"Partindo da percepção sociológica de Durkheim, é possível responder, em um primeiro momento, a tal questão, a partir do conceito de consciência coletiva. Definida por ele como um “conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade, formando um sistema determinado com vida própria”. Esses valores e crenças, são impostos aos indivíduos e subjugam sua consciência individual, ou seja, a forma como cada indivíduo age e pensa socialmente perpassa pelo que a consciência coletiva impõe. Nesse sentido, é possível dizer que tais ideais de beleza partem de uma consciência coletiva que determina e classifica o que é esteticamente aceitável ou não. De forma que, pessoas que não se encaixem nesses parâmetros rejeitem suas formas físicas e se sintam obrigadas a recorrer a métodos para modificá-los. Como é o caso da própria youtuber, que ,infeliz com o tamanho de seu nariz, conta que chegou ao ponto de deixar de sorrir e recorrer ao uso de pregadores na tentativa de afiná-lo."

Clique aqui para ler o trabalho completo.

Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sábado, 27 de outubro de 2018

Mídia e Sensacionalismo - Trabalhos Finais: FOTO-PERFORMANCE: “COBERTXS DE SANGUE”


Caio Baldi, para o trabalho final da disciplina de Mídia e Sensacionalismo, apresentou uma foto-performance que reflete a violência sofrida pela comunidade LGBTQ+. Utilizando diversos materiais de cor vermelha para simbolizar o sangue, ele (des)aparece nas fotos como sujeito da obra.


"Longe de um objetivo concreto e ciente que meu corpo não fala a realidade de milhões de outros corpos e gêneros, essa foto-performance nasceu como ato de denúncia a todos os comportamentos homofóbico/ transfóbico/ bifóbico/ lesbofóbico que somos expostos diariamente. Como representação do quanto temos que nos esforçar para retirar o “sangue” simbólico enroupado em nossas estruturas físicas. Esse sangue que se manifesta dentro de instituições de ensino, instituições religiosas, dentro de nossas próprias casas. De nós mesmos para nós mesmos. Que também pode evidenciar fora da representação simbólica, dizimando VIDAS. Por estarem respaldados a uma ideia de padrão que não existe e nunca existirá." 

Clique aqui para ver a ficha técnica completa.

Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: O FEMINISMO COMO ESTRATÉGIA DE MARKETING


Para a disciplina de Sociologia e Comunicação de 2018.1, a aluna Luiza Alexander fez uma reflexão a respeito do feminismo e os usos que o capitalismo faz desse movimento para promover a mercadoria e o lucro. Usando os teóricos Marx e Bauman, ela avalia esses usos mercadológicos e os analisa procurando fugir de uma perspectiva dualista.

"O feminismo como estratégia de marketing pode ser levado para diferentes caminhos e percepções. Com a análise de Marx e a fetichização da mercadoria utilizada pelas empresas de roupas e acessórios, o fim acaba sendo exclusivamente o lucro, uma vez que não promove muitas discussões por já ser direcionado a um público específico. A utilização de peças consideradas feministas só constrói mais a idéia de precisarmos moldar uma máscara para que passemos as impressões “certas” ao resto da sociedade, como se precisássemos vestir a nossa militância para sermos efetivamente militantes. A idéia de legitimar a luta apenas através do consumo estético (de roupas, objetos e acessórios) é extremamente capitalista. Obviamente, cada pessoa é livre para usar e comprar o que quiser. Só trago atenção à pressão que às vezes fica em volta de todas que participam de uma luta, uma vez que é imposto um molde do “tipo feminista” e como ela se veste."

Clique aqui para ler o trabalho completo.

Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: HANNAH GADSBY EM “NANETTE” E O HUMOR AUTODEPRECIATIVO NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE



A aluna Anna Júlia Viana da disciplina de Sociologia e Comunicação 2018.1 traz uma reflexão sobre humor e identidades na contemporaneidade, analisando a apresentação de Hannah Gadsby em "Nanette", uma narrativa permeada de conteúdo do universo LGBT e feminino através da vivência da autora.

"A modernidade líquida traz o fim das autoridades, até então absolutas na hora de designar qual identidade deveria ser incorporada; é preciso criar sua própria identidade e passar a vida a redefinindo. Tanto a mudança quanto a conservação não são naturais, ambas necessitam de contexto e o da modernidade líquida é o da possibilidade completa de mudança.
O modo de vida de consumo irrefreável e de exposição da vida privada no meio público faz com que as pessoas procurem por exemplos, não autoridades. Ao tratar abertamente sobre questões como sexualidade nesses espaços coletivos, o que se espera é empatia por parte do público."

Clique aqui para ler o trabalho completo


Postagem: Victória Guedes - graduanda de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: "Conservação e transformação da estrutura social no filme A Vizinhança do Tigre"


Ingá Maria, aluna da disciplina Sociologia e Comunicação de 2017.1, propõe uma reflexão sobre o filme A Vizinhança do Tigre, longa-metragem brasileiro, dirigido por Affonso Uchoa, que trata da trajetória de Juninho, Eldo, Adilson, Menor e Neguinho, jovens moradores da periferia de Contagem/MG, na "travessia entre a infância e a vida adulta, pelas ruas, terrenos, casas e quintais do Bairro Nacional, Região Metropolitana de Belo Horizonte". Para compor esta reflexão, ela recorre à contribuição de Pierre Bourdieu sobre a relações de divisão do campo de poder e sua teoria social do Construtivismo estruturalista/Estruturalismo construtivista.

"Se aplicarmos essa chave de leitura para A Vizinhança do Tigre, rapidamente percebemos a expressão inegável de uma estrutura social que incide sobre os corpos e as práticas dos sujeitos filmados. Junim precisa pagar a dívida que contraiu com agiotas dentro da prisão. O campo do poder, comparável para Bourdieu com “um espaço geográfico no interior do qual se recortam posições” também se faz presente e ainda na primeira sequência do filme, um dos garotos recebe uma carta de intimação da justiça. Até mesmo os poderes sociais fundamentais, que o sociólogo denomina de capitais, encontram sua manifestação econômica nas casas sem reboco ou sua expressão cultural através da associação fácil entre meninos da periferia e o gosto pelo rap".

Assista ao trailer do filme:


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Postagem: Matheus Bibiano - graduando de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Comunicação e Cultura Popular - Trabalhos Finais: Mangue Beat: O mangue e o mundo



Mohandas Souza, aluno da disciplina de Comunicação e Cultura Popular de 2017.1, traz uma discussão sobre identidade, hibridismos e a relação entre o local e global no caso do Mangue Beat, um movimento cultural recifense que mistura o maracatu e outros ritmos regionais com o rock, hip hop, funk e música eletrônica.

"O mangue é um conceito que visa à instauração de todo um cosmos geográfico, político, estético e cultural. O conceito de mangue é apresentado como uma área no limite entre o rio e o mar, moldado ao sabor do devir das marés, onde as trocas entre água doce e salgada geram um dos mais férteis berçários da vida. Sem deixar de considerar que a diversidade, a fertilidade e a riqueza das possibilidades de vida deste ecossistema possam ser ocasionalmente nocivas, como os mosquitos que também se proliferam ali. Este ecossistema conceitual é associado, em seguida, à cidade que o aterrou para se construir acima dele, a partir da expulsão dos holandeses ainda no século XVII. O delírio do progresso submeteu o mangue à proposta de ser uma metrópole, o que ele não pode ser. Assim, com suas veias interditadas pelo aterro, o mangue sucumbe à falta de arejamento de suas vias, enquanto Recife sofre pela miséria e caos urbano".

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Postagem: Matheus Bibiano - graduando de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais: O filme Mulan e o fato social de Durkheim


Iniciando as postagens com os trabalhos finais de Sociologia e Comunicação, disciplina do 1º período do curso de Estudos de Mídia que propõe elaborar um panorama geral sobre questões sociológicas e suas imbricações com os meios de comunicação através de muitas reflexões. Ana Sanz, da turma deste semestre, analisa o filme Mulan, uma animação da Disney, do ano de 1998, que trata da história de uma jovem chinesa que se disfarça de homem para servir o exercito chines no lugar de seu pai, que está doente. A partir disso, a aluna, sob a ótica da sociologia durkheimiana, elabora uma análise do filme ancorada no conceito de fato social. 

"No primeiro capítulo do livro “As Regas do Método Sociológico”, o sociólogo francês Émile Durkheim se detém em delimitar comportamentos sociais que interessariam à sociologia como objeto direto de seu estudo e dá a estes o nome de fatos sociais, que são por sua vez, formas de ação e interação cujas funções são a manutenção da coesão social, mas que devem ser dotas de certas características para que sejam assim classificados. Segundo o sociólogo, um fato social deve necessariamente ser uma manifestação coletiva, isto é, repetir-se entre os indivíduos de uma mesma sociedade, e portanto, se definem exteriormente a estes indivíduos, funcionando independentemente do que fazem isoladamente. “O sistema de signos de que me sirvo para exprimir meu pensamento, o sistema de moedas que emprego para pagar minhas dívidas, etc. funcionam independentemente do uso que faço deles”. Para que seja considerado um fato social também deve ser coercitivo, obrigando readequação e aplicando penas aos sujeitos que a ele se opuserem, e no caso de um rompimento exitoso, este não virá sem o combate à dura coerção.

(...) O filme da Disney serve-nos muito bem para ilustrar tanto a definição de fato social, como o que ocorre quando desafiamos estas normas estabelecidas. Quando conhecemos a personagem ela se prepara para a ida à casamenteira. Na primeira cena em que Mulan aparece, ela escreve no braço algumas palavras que devem ser características da boa esposa “calma, reservada, delicada, educada, pontual”. Contudo, as características listadas por Mulan como requisitos não partem de uma concepção pessoal dela, mas de uma concepção coletiva de o que é ser uma boa esposa. Durante todo o filme o lugar da mulher na sociedade chinesa é pontuado, pela submissão da mãe, pelas tarefas atribuídas a homens e mulheres, pela reiteração da necessidade de honrar a família e principalmente pelo contraste explicitado pelo desajuste de Mulan".


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Postagem: Matheus Bibiano - graduando de Estudos de Mídia/
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI