sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Referências do Episódio 14 do Podcast Papinho, em fevereiro de 2021 - A consolidação da juventude como faixa etária e estilo de vida no século XX

Apresentamos agora as referências que embasam o Papinho ep. 14, "A consolidação da juventude como faixa etária e estilo de vida no Século XX", o segundo de uma série de 4 podcasts para apoiar a disciplina de Mídia e Subculturas juvenis, dividida por Ana Enne e Dionísio Almeida Brazo, mestrando em Cultura e Territorialidades pelo PPCULT/UFF, no semestre 2020.2 no curso de Estudos de Mídia/UFF (que excepcionalmente, em razão da pandemia por covid19, está transcorrendo no início de 2021). Neste novo episódio, procuramos demonstrar como, a partir da ideia de juventude como espírito de tempo da modernidade ocidental, os jovens, como sujeitos concretos, irão se colocar em cena no decorrer do processo histórico do século XX, em especial a partir das décadas de 1950 e 1960. Buscamos pensar a relação entre a consolidação das culturas juvenis e a cultura de massa, a cultura do consumo e a questão das identidades sociais e culturais. Por fim, a partir de Pierre Bourdieu, procuramos analisar como a categoria de juventude opera como um signo cultural, permitindo múltiplas significações nas relações sociais de poder e classificação.

Para ouvir o Papinho ep.14:

- Link 1 - Anchor

- Link 2 - Spotfy

Para acompanhar a escuta do Episódio 14, consulte o PDF pra salvar - parte 14.

Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 14:

1) Para acompanhar o Papinho ep.13

2) Música "Step by step", de New Kids on the block

3) Música "Devagar, degavarinho", de Martinho da Vila

4) GIDDENS, A. As consequências da modernidade. São Paulo: UNESP, 1991.

5) Sobre o movimento do Romantismo

6) Sobre Drácula, de Bram Stocker - 1) wikipedia; 2) ebook

7) Sobre Lord Byron

8) Sobre Os sofrimentos do jovem Werther, de Goethe

9) Sobre cultura do consumo e modernidade: SLATER, Don. Cultura de consumo e modernidade. São Paulo, Nobel, 2002.

10) CAMPBELL, Colin. A ética romântica e o espírito do consumismo moderno. Rio de Janeiro, Rocco, 2001.

11) RUIZ, Oscar Aguilera. "LOS ESTUDIOS SOBRE JUVENTUD EN CHILE: COORDENADAS PARA UN ESTADO DEL ARTE". IN ULTIMA DÉCADA Nº31, CIDPA VALPARAÍSO, DICIEMBRE 2009, PP. 109-127.

12) RUIZ, Oscar Aguilera. "La idea de juventud en Chile en el siglo XX Aproximación genealógica al discurso de las revistas de juventud". IN: Anagramas Volumen 12, Nº 24 pp. 141-160 ISSN 1692-2522 Enero-Junio de 2014. 186 p. Medellín, Colombia.

13) Sobre a década de 1920, "Anos loucos"

14) Sobre Coco Chanel e o bronzeado; ver também este artigo.

15) Sobre a expressão "carpe diem"

16) Sobre o Totalitarismo do século XX

17) CHARNEY, L. e SCHWARTZ, V. O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac & Naify, 2001. 

18) Propagandas anos 1910-1940 citadas no Papinho







20) Sobre Hittler

21) Sobre Mussolini

22) Sobre Franco

23) Sobre Stalin

24) Sobre o fascismo

25) Sobre o Estado Novo

26) Sobre a juventude integralista: VIANA, Giovany. "OS SOLDADINHOS DA PÁTRIA: FORMAÇÃO E IDEOLOGIA DA JUVENTUDEINTEGRALISTA DO NORDESTE CATARINENSE - 1934-1937". ANPUH – XXIII SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA – Londrina, 2005.

27) SAVAGE, Jon. A criação da juventude. Como o conceito de teenage revolucionou o século XX. Rio de Janeiro: Rocco, 2009.

28) LEVI, Giovanni e SCHMITT, Jean-Claude. História dos jovens. Vol. 1, Da antiguidade à era moderna" e vol.2, "A época contemporânea". São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

29) Sobre Hollywood

30) Sobre James Dean

31) Sobre o filme "Rebel without a case/ Juventude transviada" (1955)

32) Sobre Marlon Brando

33) Sobre o filme "The Wild one/ O selvagem" (1953)

34) Sobre o rock and roll

35) Sobre Elvis Presley

36) Sobre The Beatles

37) Sobre The Rolling stones

38) Sobre Jimi Hendrix

39) Sobre The Doors

40) Sobre Janis Joplin

41) MORIN, Edgar. Cultura de massas no século XX. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1986.

42) Para saber sobre o Papinho sobre Morin

43) DEBORD, G. A Sociedade do Espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 2007.

44) Para saber sobre o Papinho sobre Debord

45) Sobre o termo "ídolo"

46) Sobre o termo "fã"

47) Sobre os greasers

48) Sobre os rockers

49) Sobre os mods

50) Sobre os teddys

51) Sobre os skinheads

52) Sobre a contracultura e a Califórnia nos anos 1960

53) Sobre os hippies

54) Sobre surf e Califórnia anos anos 1960

55) FORTES, Rafael. O surfe nas ondas da mídia: um estudo de Fluir nos anos 1980. Tese de Doutorado em Comunicação. Niterói, PPGCOM/UFF, 2009.

56) Sobre o festival de Woodstock

57) Sobre o filme "West side story/ Amor, sublime amor" (1961)

58) Sobre "Romeu e Julieta"

59) Sobre o filme "To sir, with love/ Ao mestre, com carinho" (1967)

60) Sobre o filme "Easy rider/ Sem destino" (1969)

61) Sobre o movimento beatnik

62) Sobre François Truffaut

63) Sobre o filme "Les quatre cents coups/ Os incompreendidos" (1959)

64) Sobre o filme "Jules e Jim/ Uma mulher para dois" (1962)

65) Sobre o filme "A Clockwork Orange/ Laranja mecânica" (1971)

66) Sobre o filme "Hair" (1979)

67) Sobre a expressão "Não confie em ninguém com mais de 30 anos"

68) Sobre maio de 68

69) Sobre o filme "Os sonhadores" (2003)

70) Sobre o slogan "é proibido proibir" e os movimentos de protesto dos anos 1960

71) Sobre os Panteras negras

72) Sobre as feministas e a queima de sutiãs

73) Sobre os Punks

74) Sobre a Guerra do Vietnã

75) Sobre a Revolução Cubana

76) Sobre Fidel castro

77) Sobre Che Guevara

78) Sobre o drink Cuba libre

79) PAIS, J.M. Culturas juvenis. Lisboa, Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 1993.

80) CARMO, Paulo Sérgio. Culturas da rebeldia. A juventude em questão. São Paulo: SENAC, 2001.

81) GUERRIEIRO, Lídice. Juventudes e ideologia do empreendedorismo: modos de atuação da sociedade civil na construção de hegemonia na cidade do Rio de Janeiro. Tese de doutorado em Ciências Sociais, PPCIS/UERJ, 2018.

82) FREIRE FILHO, João e HERSCHMANN, Micael. "Funk carioca: entre a condenação e a aclamação na mídia". Revista Eco-Pós, v.6, n.2, 2003.

83) Sobre a Bossa nova

84) Sobre a Jovem guarda

85) Sobre a vanguarda/avant-garde

86) Sobre a Tropicália

87) Sobre Os mutantes

88) Sobre o grupo Secos e molhados

89) Sobre os Novos baianos

90) Sobre o Cinema novo

91) Sobre Glauber Rocha

92) Sobre a música "Eu te amo, meu Brasil", de Dom (1970), com o verso "Ninguém segura a juventude do Brasil"

93) Sobre o golpe militar de 1964

94) Sobre a retrospectiva do Spotfy

95) Sobre Belchior

96) Música Na hora do almoço


97) Música Apenas um rapaz latino americano

98) Música A palo seco


99) Música Velha roupa colorida

100) Música Fotografia 3x4

101) Música Como nossos pais


102) Sobre os "anos dourados" - 1950

103) Sobre os "anos rebeldes" - 1960/1970

104) Sobre a "década perdida" - 1980

105) Sobre a "década perversa" - 1990

106) Sobre o conceito de tempo

107) POLLAK, M. "Memória e identidade social". IN: Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 5, n. 10, 1992, p. 200-212

108) MACHADO, Fernanda Quixabeira. "Por uma história da juventude brasileira". Revista da UFG, n.1, jun 2004.

109) HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

110) Propagandas de 1960-1970 citadas no Papinho











111) Jingle Us Top (1976) - "Liberdade é uma calça velha, azul e desbotada"

112) BENJAMIN, Walter. Experiência e pobreza. In: Obras Escolhidas 1. Magia e Técnica. Arte e Política. São Paulo: Brasiliense, 1985a

113) BOURDIEU, Pierre. “A “juventude” é apenas uma palavra”. Entrevista com Pierre Bourdieu. Extraído de: BOURDIEU, Pierre. 1983. Questões de sociologia. Rio de Janeiro: Marco Zero. P. 112-121.

114) MARGULIS, Mario e URRESTI, Marcelo. “La juventud es más que una palabra”. In: MARGULIS, M. (org.). La juventud es Más Que una Palabra. Buenos Aires: Biblos, 1996.

115) Sobre o genocídio de jovens negros no Brasil

116) Sobre mulheres e casamentos forçados

117) LIPOVETSKY, G. A felicidade paradoxal. Ensaio sobre a sociedade de hiperconsumo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Teoria Critica da Mídia - Trabalhos Finais - O caso Blogueirinha e a Padronização da Performance

Para o trabalho final da disciplina de Teoria Crítica da Mídia, as alunas Mariana Goulart e Renata Azevedo, utilizando conceitos de Debord e Goffman  fizeram um podcast sobre o fenômeno nas redes sociais que são as “blogueiras” e a personagem Blogueirinha que ganha fama nas redes sociais e se torna influencer como uma caricatura dessas pessoas.


"Nos últimos anos o mercado de influencers tem crescido de forma exponencial, marcas e empresas usam do reconhecimento e alcance dessas pessoas para vender seus produtos, foi com o surgimento dessa nova profissão e a padronização de certos comportamentos devido ao interesse de cada vez maior do reconhecimento de “blogueira” que surge a “Blogueirinha”, personagem criada pelo ator Bruno Matos como uma caricatura dessas novas personalidades midiáticas. A personagem imita esses padrões presentes nas blogueiras com certo exagero para criar humor em cima disso. 

 No podcast iremos debater sobre esse fenômeno nas redes sociais que são as “blogueiras” e contrapor com a personagem Blogueirinha que ganha fama nas redes sociais e se torna influencer como uma caricatura dessas pessoas , serão usados conceitos de Debord e Goffman para embasar a discussão."

Confira o podcast criado pelas alunas:



Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Luccas Neto: crianças, influências e dinheiro




Para o trabalho final da disciplina de Sociologia e Comunicação, Nubia Mobo desenvolveu uma análise sobre o impacto que o youtuber Luccas Neto tem sobre o seu público infantil em relação à dinheiro e consumo.

"Atualmente um dos maiores produtores de conteúdo voltado para o público infantil no YouTube Luccas Neto - Luccas Toon , segundo o site Social Blade, seu canal possui mais de 14 bilhões de visualizações e mais de 33 milhões de inscritos, ocupando a 4ª posição entre os canais mais assistidos do Brasil (sendo o primeiro voltado para o público infantil) e ficando na 5ª posição no ranking brasilero em número de inscritos. Além do conteúdo audiovisual publicado periodicamente no Youtube, a Luccas Toon, está investida em outros setores como a produção filmes, shows, livros, jogos eletrônicos e também é responsável uma série de produtos como brinquedos, roupas, material escolar, produtos de higiene, suplementos nutricionais, achocolatados, objetos para festa e decoração, está presente em todo o universo infantil. "

Clique aqui para ler o trabalho completo. 


Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

Referências do Episódio 13 do Podcast Papinho, em fevereiro de 2021 - Juventude como espírito do tempo moderno ocidental

 Começamos com o Papinho ep. 13, "Juventude como espírito do tempo moderno ocidental", uma série de 4 podcasts para apoiar a disciplina de Mídia e Subculturas juvenis, dividida por Ana Enne e Dionísio Almeida Brazo, mestrando em Cultura e Territorialidades pelo PPCULT/UFF, no semestre 2020.2 no curso de Estudos de Mídia/UFF (que excepcionalmente, em razão da pandemia por covid19, está transcorrendo no início de 2021). Nesse ep. 13, vamos pensar no surgimento da categoria de juventude, sua pluralidade e sua consolidação como espirito do tempo moderno ocidental.

Para ouvir o Papinho ep.13:

- Link 1 - Anchor

- Link 2 - Spotfy

Para acompanhar a escuta do Episódio 13, consulte o PDF pra salvar - parte 13.

Vamos disponibilizar aqui uma relação das referências que embasaram o episódio, citadas ou não no decorrer do mesmo, em ordem de aparecimento no decorrer do Papinho 13:

1) Sobre a UFF - Universidade Federal Fluminense 

2) Sobre o curso de Estudos de Mídia/UFF

3) Sobre o dia da marmota - Filme "Feitiço do tempo"



5) Programa da disciplina de Mídia e Subculturas juvenis (2020/1, Estudos de Mídia/UFF)

6) Sobre Otaku

7) BRAZO, Dionísio Almeida. TURISMO OTAKU: NOVA TENDÊNCIA DE TURISMO SOB O OLHAR DOSOTAKUS NO BAIRRO DA LIBERDADE, EM SÃO PAULO. TCC em Turismo, Niterói, UFF, 2017.

8) Sobre a expressão A césar, o que é de César

9) Sobre a pesquisa "Ansiedade e afeto como sintoma e capital na cotidianidade das juventudes contemporâneas: o papel das mídias na construção de uma pedagogia ambivalente para o capitalismo globalizado" (2016/2020) - Neste projeto, através do mapeamento, leitura e análise de material diverso, como livros, games, séries televisivas, perfis de rede social e outros, conjugadas com entrevistas e realização de observação em grupos temáticos, pretendemos discutir como as juventudes contemporâneas, em especial as que circulam em torno das práticas e consumos da classe média globalizada, são atravessadas pelas categorias da ansiedade e do afeto, que desempenham papéis ambivalentes na construção da realidade social. Neste sentido, entendemos que essas duas categorias são tanto sintoma quanto formas de capital na prática cotidiana da vida nas sociedades urbanas complexas contemporâneas. Partimos da hipótese de que as mídias são um importante lócus de mediação para a construção e partilha de uma pedagogia acerca dessas duas sensibilidades, ansiedade e afeto, em relação direta com as demandas do capitalismo globalizado contemporâneo.

10) Sobre a pesquisa "Jovens urbanos e redes comunicacionais: mapeamento de movimentos sociais contemporâneos e seus múltiplos formatos" (2013-2016) - Este projeto pretende mapear práticas e saberes de jovens urbanos de periferias do Rio de Janeiro na configuração de redes comunicacionais, presenciais e/ou virtuais. Buscamos compreender a relação que parte significa da juventude urbana estabelece com as tradicionais e as novas tecnologias de comunicação e informação, utilizando-as como forma de ressignificação de suas identidades, memórias, lutas e culturas urbanas. Entendemos que hoje as redes comunicacionais são ferramentas fundamentais para a constituição de novos formatos para os movimentos sociais, permitindo novas formas de conexão, inserção e expressão, algumas vezes em consonância com estratégias políticas no sentido mais tradicional, em outras buscando outras formas de negociação em que a política se coloca de forma decisiva, porém transversal, em interação com outras práticas culturais. Para realizarmos esse mapeamento, realizaremos uma pesquisa que compreende discussão bibliográfica, etnografia e entrevistas com agentes e agências levantados

11) Sobre a pesquisa "Resistências e Re-existências: práticas de comunicação e construção de identidades entre jovens moradores da Baixada Fluminense" (2010-2013) - O projeto de pesquisa agora apresentado é parte significativa de um projeto maior, intitulado ?Das casas de cultura às ONGs na Baixada Fluminense: reflexões sobre mídia, cultura, política, práticas de comunicação e juventude?, contemplado em 2009 com o edital Jovem Cientista do Nosso Estado pela FAPERJ, que visa comparar as ações culturais desenvolvidas na região da Baixada Fluminense da década de 80 aos dias atuais. Ao nos debruçarmos sobre as atividades desenvolvidas por Organizações não-governamentais na região, nos deparamos com um instigante cenário de atuação de jovens moradores no campo das comunicações e da mídia, através das mais diversas práticas, como produção de filmes e documentários usando celular, movimentos musicais, criação de cineclubes, desenvolvimento de sites, blogs e portais, gerenciamento e programação de rádios comunitárias, dentre outros. Nossa proposta nesta pesquisa que pretendemos desenvolver na universidade nos próximos dois anos, com auxílio de um bolsista de Iniciação Científica, é mapear tais práticas de comunicação e entender de que forma os jovens, através das mesmas, constituem-se como agentes de produção, construção e negociação de identidades culturais e sociais para eles mesmos e para a região de modo geral.

12) Sobre a pesquisa "Adolescentes e práticas institucionais na Baixada Fluminense: arena de disputas pelo direito de significar", em parceria LAMI (PPGCOM/UFF) e LACED (PPGAS/MN/UFRJ), contemplado no edital Direitos Humanos, da FAPERJ (2007-2009) - Desenvolvido em parceria entre o LAMI e o LACED (PPGAS/Museu Nacional/UFRJ), através do edital Direitos Humanos, da FAPERJ, sob a coordenação dos profs. doutores Antonio Carlos de Souza Lima (em nome de quem foi dada a outorga), Adriana Vianna (ambos do PPGAS/UFRJ) e Ana Lucia Enne e Marialva Barbosa (ambas do PPGCOM/UFF). Inicialmente, o projeto foi batizado como "Adolescentes infratores e práticas de confinamento: arenas de disputas pelo direito de significar". Posteriormente, a partir dos novos rumos da pesquisa, foi renomeado para "Adolescentes e práticas institucionais na Baixada Fluminense: arenas de disputa pelo direito de significar"

13) Para conferir artigos publicados e apresentados em congressos/eventos a partir dessas pesquisas, conferir o Lattes da professora Ana Lucia Silva Enne


15) Programa da disciplina de Mídia e Juventude (2010/1, Estudos de Mídia/UFF)

16) Programa da disciplina de Mídia e Culturas Juvenis (2016/1, Estudos de Mídia/UFF) - com Michelli Giovanelli e Paula Oliveira (então mestrandas pelo PPCULT/UFF)

17) BOURDIEU, Pierre. "A juventude é apenas uma palavra". Questões de sociologia. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1983.

18) Sobre a ideia de espírito do tempo (ou zeitgeist)

19) Sobre a ideia de estilo de vida

20) MARGULIS, Mário e URRESTI, Marcelo. "La juventud es más que una palabra". Ensayos sobre cultura y juventud. Buenos Aires: Biblos, Sociedad, 2008,




24) Pesquisadores sobre juventudes em geral (BR): Regina Novaes; Juarez Dayrell; Paulo Carrano e Observatório Jovem da UFF; Adriana Facina; Pâmella Passos; Rôssi Alves; Helena Abramo; Marília Sposito; Silvia Ramos; João Guerreiro; Nívea Andrade e o Grupo de Pesquisa Juventudes, Infâncias e Cotidianos.

25) Pesquisadores sobre juventudes no campo das comunicações (BR): Silvia Borelli, Rosana Soares, Rose de Melo Rocha e o seu grupo Juvenália; Claudia Pereira e o seu grupo Jux- Juventudes Cariocas; João Freire Filho; Micael Herschmann; Cintia Sanmartin; Kleber Mendonça, Marildo Nercolini e Flora Daemon e o projeto "Quem sabe de mim sou eu"; Alexandre Barbalho; Carla Baiense, Larissa Morais e Helen Britto, com o grupo Mídias, redes e jovens; 


27) Sobre a Deusa Juventa/Hebe


29) Sobre o poeta Ovídio

30) OVÍDIO, "Metamorfoses" - tradução em www.ricardogodim.com.br



33) Onu e Juventude: 18 a 24 anos (corrigindo informação do Papinho, essa classificação ainda permanece)


35) Classificação "Adulto jovem" (20 a 40 anos)

36) Vídeo "We all want to be young" (Box1824)


37) Sobre a BOX1824

38) Sobre o conceito de moratória social

39) Sobre o conceito de rito de passagem

40) ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1973.

41) KEHL, M. R. “A juventude como sintoma da cultura”. In: NOVAES, R. e VANNUCHI, P. (Orgs.) Juventude e sociedade. Trabalho, educação, cultura e participação. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2004.

42) POMPÉIA, Raul. O Ateneu. São Paulo: Ática, 1996 

43) BARRETO, Lima. Clara dos Anjos. MINISTÉRIO DA CULTURA, Fundação Biblioteca Nacional, Departamento Nacional do Livro. Domínio Público.

44) HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

45) MORIN, E. Cultura de massas no século XX. Vols 1 e 2. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999.

46) LACERDA, Andressa. "Sobre morte e juventude". Post do Blog do GRECOS de 27/09/2010.


48) Sobre a literatura gótica



51) Sobre o "mal do século"

52) Sobre os "poetas malditos"

53) Versos "é melhor viver dez anos a mil, do que mil anos a dez", da música "Decadence avec elegance", de Lobão


54) WILDE, Oscar. O retrato de Dorian Grey. Biblioteca Azul, 2013.

55) BALZAC, H. Ilusões perdidas. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

56) SHAKESPEARE, W. Romeu e Julieta. Clássicos Penguin, 2016.

57) KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado. Contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: contraponto, 1999.

58) BERMAN, Marshall. “Introdução: modernidade – ontem, hoje e amanhã”. IN: Tudo que é sólido desmancha no ar. A aventura da modernidade. São Paulo: Companhia das Letras, 1986.

59) SANTOS, Lídia. "As “causas” da “rebeldia sem causa”.Jovens transviados e a perspectiva médico-social no Brasil. (1950-1960)". Anais do XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH • São Paulo, julho 2011.



62) Sobre o termo subcultura (que vamos destrinchar no Papinho ep.16)

63) Sobre os Mods

64) Sobre os Teddys

65) Sobre os Greasers

66) Sobre os Punks

67) Sobre os Hippies

68) Sobre a contracultura


70) Sobre o Totalitarismo do século XX

71) Sobre a "juventude hittlerista"

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - Meninas Malvadas, uma análise social




Para o trabalho final da disciplina de Sociologia e Comunicação, Alessandra de Oliveira desenvolveu uma análise do filme Meninas Malvadas, relacionando o desenvolvimento da
protagonista com alguns sociólogos apresentados durante o semestre.


"Em 09 de julho de 2004, semana da independência dos Estados Unidos, estava sendo lançado o filme de comédia adolescente Meninas Malvadas, o enredo acompanha Cady Heron (Lindsay Lohan), uma adolescente que passou a maior parte da sua vida morando na África — não especificam em momento algum do filme qual país a personagem morava, apenas deixam em aberto reafirmando o estereótipo do continente ser um único país, como se o povo fosse único sem qualquer tipo de pluralidade e a região fosse homogênea — ela cresceu tendo ensino doméstico, com sua mãe lecionando as disciplinas. Ao completar dezesseis anos a família se muda para os Estados Unidos, e pela primeira vez Cady passa pela experiência de estudar em um colégio, tendo um enorme choque cultural. "

Clique aqui para ler o trabalho completo. 


Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Teoria Critica da Mídia - Trabalhos Finais - Bauman: a thread - o amor líquido explicado em tweets


 

Para o trabalho final da disciplina de Teoria Crítica da Mídia, as alunas Ana Clara Teixeira De Almeida e Larissa de Mello Rosa fizeram uma análise dos relacionamentos na "modernidade liquida" com base em experiências compartilhadas por usuários do Twitter .


"Neste trabalho temos como objetivo fazer uma análise em torno dos relacionamentos em tempos de "modernidade líquida", conceito criado por Zygmunt Bauman. Por sua vez, nos inspiramos em tweets para abordar tal assunto, uma vez que reflete o que somos e reforça o pensamento de Bauman em seu estudo sobre liquidez. Apesar dos tweets terem um teos cômico e raso, trazem à tona diversas questões discutidas pelo sociólogo polonês, mais do que isso, são um reflexo de seus pensamento que, inclusive, é questionado algumas vezes."



Para ler o trabalho completo clique aqui.


Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Sociologia e Comunicação - Trabalhos Finais - “Cercados”: Uma Análise Sob a Ótica de Kellner


Para o trabalho final da disciplina de Sociologia e Comunicação, Marcela Beatriz Neves Silva desenvolveu uma análise da série documental "Cercados" a partir de argumentos elaborados pelo filósofo Douglas Kellner.


" “Cercados”, a nova produção original da Globoplay, serviço de streaming do canal Globo, retrata a rotina do setor jornalístico da emissora no período da pandemia do coronavírus. Entre desafios, alegrias e muito trabalho, o documentário mostra para o público os bastidores dos programas mais conhecidos da empresa, o “Jornal Nacional”, “Profissão Repórter” e “GloboNews” e os obstáculos na hora de transmitir as notícias mais relevantes acerca desta nova doença, principalmente pela resistência do governo Bolsonaro e seus apoiadores. Com esta premissa em mente, decidi analisar o referente produto segundo os argumentos de Douglas Kellner, que no seu livro “A Cultura da Mídia” destaca a dificuldade que governos conservadores têm de aceitar mudanças e o papel da mídia na difusão de ideias contrárias."

Clique aqui para ler o trabalho completo. 


Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Teoria Critica da Mídia - Trabalhos Finais - Mulheres negras na mídia, representação e a síndrome do tokenismo



Para o trabalho final da disciplina de Teoria Crítica da Mídia, Marcele Oliveira fez uma análise da representação das mulheres negras na mídia e as formas de olhar e reinventar o conceito de “tokenismo”.

"Quem vê na mídia as artistas brasileiras Elis Mc e Mc Soffia, ambas mulheres negras, muito jovens, talentosíssimas e completamente conscientes de sua cor, pode até pensar que a favela venceu. Para um país que foi o último país das Américas a abolir a escravidão, no qual se perpetua uma política de morte, ou necropolítica como diz Achille Mbembe (PEREIRA, 2019), em uma falsa ilusão de democracia e segurança, considero difícil utilizar essa afirmativa. Será que a favela venceu mesmo? Mídiaticamente, somos vitoriosos em ter figuras como Iza, Ludmilla, Karol Conka, Drik Barbosa e muitos outros nomes mais ocupando as telas e telinhas da sociedade contemporânea. Escolho aqui falar das mulheres negras não só por identificação mas também por entender que elas demoraram a serem vistas. Hoje, Elza Soares é considerada rainha, mas Mané Garrincha, famoso jogador de futebol brasileiro, que a espancou em diversos momentos da vida, também é considerado rei. Trago esse exemplo para reafirmar como a mídia é um ambiente conflituoso, com disputas discursivas. Atualmente, empoderamento, lugar de fala e representatividade são conceitos amplamente utilizados, assim como racismo, desigualdade e resistência. Não dá mais para “passar batido” certos conceitos e, sendo assim, vale refletir: estaria mesmo a favela vencendo e a população preta nos espaços de poder? Nos espaços de decisão? Formando-se, alimentando-se bem, tendo condições de vida digna? Vivendo ou sobrevivendo? Conquistando ou sendo token de quem sabe que não é mais possível ignorar a cor da pele da maior parte da população do país? Nesta análise, discorro sobre a figura de mulheres negras na mídia e sobre formas de olhar e reinventar o conceito de “tokenismo”."

Clique aqui para ler o trabalho completo. 


Postagem: Giulia Jesus - graduanda de Estudos de Mídia/

Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/UFF - GRECOS/LAMI